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Candidata derrotada ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz (PSC), mulher do ex-governador Joaquim Roriz, é alvo de um recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proposto pelo governador Agnelo Queiroz (PT).

Agnelo e sua coligação no pleito de 2010, Novo Caminho, pedem que o TSE declare Weslian inelegível por oito anos por suposta compra de votos.

Durante a campanha, Weslian propôs anistiar todas as multas de trânsito se ganhasse as eleições. Para Agnelo, vitorioso no segundo turno, ela prometeu vantagem pessoal em troca de votos.

A oferta de Weslian foi veiculada no horário eleitoral televisivo dos dias 17 e 18 de outubro.

O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) brasiliense discordou, e os autores da ação recorreram à segunda instância.

O recurso afirma que, para cometer o crime da compra de votos, o candidato não precisa individualizar qual eleitor será beneficiado –o que teria acontecido sem a “menor sombra de dúvida”. Logo, prometer para público determinado –os que têm multas pendentes na Justiça– também caracteriza a infração.

“A obtenção de vantagem pessoal é uma obviedade ululante no presente caso”, afirma o recurso.

A ação contra Weslian lembra, ainda, que o STF (Supremo Tribunal Federal) já julgou a inconstitucionalidade da anistia de multas de trânsito em um caso do Mato Grosso do Sul.

‘LARANJA’
Estreante na política, Weslian se candidatou no lugar do marido, Joaquim Roriz, barrado pela Lei da Ficha Limpa. Disse que sua candidatura era “um gesto de amor”. A Procuradoria Eleitoral a considerou “candidatura-laranja”.

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