Com informações da Folha Online. Mais uma denúncia compromete o presidente do Senado, José Sarney, que, há mais de cinco meses, vem sendo alvo...

Com informações da Folha Online.

Mais uma denúncia compromete o presidente do Senado, José Sarney, que, há mais de cinco meses, vem sendo alvo da maior crise política da história do país. Desta vez, gravações feitas pela Polícia Federal apontam que o político teria participação na edição dos atos secretos.

Mesmo assim, aliados acreditam que o parlamentar não pensa em deixar o cargo. É o caso do senador Gim Argello (PTB-DF), que minimizou o impacto do novo escândalo dizendo que a crise não evoluiu. Para ele, as acusações são mais um desdobramento das primeiras denúncias.

Para Argello, a situação de Sarney deve ser discutida no Conselho de Ética, “a melhor instância para resolver essa questão”.

Mas enquanto uns defendem, outros exigem que o presidente seja investigado. É o caso de Cristovam Buarque (PDT-DF), que sugeriu hoje a formação de um plebiscito para solucionar o impasse. Já o tucano Arthur Virgílio (AM) promete entrar no colegiado com mais uma denúncia contra Sarney, a quarta só dele.

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