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Petroleiras não cumprem índices de conteúdo local

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A Petrobras e outras empresas de petróleo que operam no Brasil estão com dificuldades para cumprir exigências de conteúdo nacional nas compras de bens e serviços acertadas em contratos com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). O descumprimento do conteúdo nacional pode levar a multas pesadas.
Os técnicos da ANP identificaram “desconformidades” na efetivação dos percentuais de conteúdo local em 70 contratos assinados em 2003 e 2004, que estão em fase de exploração. Entre estes, 44 são da Petrobras, 12 da Petrogal, 9 da Petrosinergy e um da Shell, entre outros. A situação pode se agravar ainda mais quando forem analisadas as obrigações assumidas pelas concessionárias a partir de 2005, quando o governo adotou mudanças na forma de aferição do conteúdo local que dificultaram, segundo as petroleiras, o cumprimento das obrigações contratuais. (Págs. 1 e A16)

Energia eólica avança e vai ao mercado livre
A energia eólica chega finalmente ao mercado livre neste ano. Duas grandes empresas de energia, a CPFL e a Tractebel, anunciaram investimentos de R$ 1,2 bilhão em parques eólicos, cuja produção será exclusivamente negociada nesse mercado.
A CPFL Energia investirá R$ 600 milhões em cinco parques geradores que terão capacidade para 150 megawatts, previstos para entrar em operação no terceiro trimestre de 2012, diz Wilson Ferreira Junior, presidente da companhia. Com os investimentos já comprometidos pela empresa em leilões do governo federal, o total de projetos eólicos chega a R$ 1,5 bilhão, a serem aplicados em dois anos. Já a Tractebel vai investir R$ 625 milhões em outros cinco parques eólicos, também com capacidade de 150 megawatts, que deverão estar concluídos em outubro de 2012. (Págs. 1 e B8)

SP joga duro para manter investimento
O governo de São Paulo pretende sustentar seu plano de investir R$ 80 bilhões nos próximos quatros anos com aumento de arrecadação, privatização e ampliação da capacidade de endividamento. O secretário de Fazenda, Andrea Calabi, disse ao Valor que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) deverá manter a polêmica política de substituição tributária, além de aumentar a fiscalização e adotar “tolerância zero” com benefícios ilegais.
A única privatização possível, da Cesp, tentada sem sucesso no governo José Serra, entrará novamente nos planos do governo para a obtenção de receitas extraordinárias. Além disso, está em estudos a proposta de cobrança de contribuição de melhoria – um tributo previsto na Constituição Federal, mas praticamente inexplorado por Estados e municípios. A ideia é instituir a cobrança nas obras de infraestrutura previstas para a Copa de 2014.(Págs. 1 e A4)

Central Bela Vista passa às mãos da CRV
O grupo europeu CRV, uma das maiores empresas de genética bovina do mundo, comprou a brasileira Central Bela Vista, tradicional companhia de inseminação artificial com sede em Pardinho (SP), controlada pelo pecuarista Jovelino Mineiro. O valor da transação não foi divulgado.
Com o negócio, a companhia europeia amplia sua atuação no Brasil. Ela já possui uma central de inseminação artificial, a CRV Lagoa, e também um laboratório de sexagem de sêmen, o Sexing Technologies. A aquisição da Bela Vista coloca a CRV no topo do ranking nacional da genética bovina, com movimentação de 3,6 milhões de doses por ano e participação de 35% do mercado, à frente do grupo canadense Alta Genetics.(Págs. 1 e B16)

Governo, centrais e construtoras tentam pôr fim a greves em obras do PAC (Págs. 1 e B9)

Lacoste amplia número de lojas e traz nova bandeira ao país, diz Palmari (Págs. 1 e B1)

Usiminas investe em Ipatinga
Até o fim do ano, a unidade da Usiminas em Ipatinga (MG) será autossuficiente na produção de aço líquido desgaseificado, matéria-prima de aços galvanizados e de chapa grossa. (Págs. 1 e B10)

Infraestrutura portuária
Com perspectiva de receber 300 milhões de passageiros por ano em 2030, o sistema aeroportuário do país encara desafio muito maior que o imposto pela Copa de 2014. Para o presidente da Abdib, Paulo Godoy, a nova Secretaria de Aviação Civil representa um avanço na organização do setor. (Págs. 1 e Especial)

Açúcar ganha força na ALL
O açúcar deverá superar a soja em grão e se tornar o principal produto transportado pela malha ferroviária da América Latina Logística (ALL) nos próximos anos. (Págs. 1 e B15)

BRF prepara investimentos
A BRF Brasil Foods aguarda decisão do Cade sobre a fusão entre Sadia e Perdigão, que deu origem à empresa, para deslanchar um plano de investimentos de R$ 1,5 bilhão para este ano. (Págs. 1 e B16)

Fraudes no cartão
Pesquisa da empresa americana de segurança digital ACI Worldwide mostra que o valor médio das fraudes com cartões no Brasil é um dos mais altos entre as maiores economias do mundo. (Págs. 1 e C3)

Dinheiro vivo
Mesmo com o aumento da bancarização, da formalização da economia e o surgimento de novas formas de pagamento, mais da metade da população brasileira ainda recebe salários em dinheiro vivo. (Págs. 1 e C3)

Bird vê risco a emergentes
O Banco Mundial vê riscos de a crise soberana na Europa contagiar países em desenvolvimento no médio prazo, com um aumento dos juros nas grandes economias dificultando os financiamentos. (Págs. 1 e C8)

'Concordatárias' em licitações
Empresas em recuperação judicial têm obtido na Justiça decisões liminares que lhes permitem participar de concorrências promovidas pelo poder público. (Págs. 1 e E1)

Ideias
Antonio Delfim Netto
Economistas que criaram um míope pensamento único são postos em xeque por velhíssimos ortodoxos. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Pedro Ferreira e Renato Cardoso
No novo ambiente de câmbio valorizado, a proteção à indústria brasileira terá de vir de reformas microeconômicas. (Págs. 1 e Al5)

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