Com informações do Estadão. O relatório final da sindicância que investigava a venda irregular de bilhetes aéreos na Câmara dos Deputados revela que os...

Com informações do Estadão.

O relatório final da sindicância que investigava a venda irregular de bilhetes aéreos na Câmara dos Deputados revela que os ministros do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e Eros Grau foram vítimas do esquema conhecido como “máfia das passagens”.

Eles viajaram com bilhetes retirados das cotas dos deputados Fernando de Fabinho (DEM-BA), Paulo Roberto (PTB-RS) e Fernando Coruja (PPS-SC).

Mendes alega que comprou a passagem dele e da mulher num trecho que ia de São Paulo a Nova Iorque com dinheiro próprio, mas o relatório coloca que os tíquetes foram retirados da cota de parlamentares.

Já Eros Grau fez viagem de São Paulo para o Rio de Janeiro e depois para a capital federal às custas da UERJ. A instituição pagou pelo bilhete mas, ainda segundo o relatório, a passagem pertencia à cota de um dos deputados citados.

A sindicância realizada revelou que agências de viagem falsificavam passagens aéreas, omitindo informações para que os ministros não desconfiassem da origem dos bilhetes.

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