STF legitima direitos dos casais gays Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre os homossexuais. Até que o Congresso Nacional...

STF legitima direitos dos casais gays
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre os homossexuais. Até que o Congresso Nacional aprove uma lei específica, todas as questões judiciais sobre o tema deverão ser interpretadas com base na decisão tomada ontem pela principal Corte do país. Na prática, os ministros estenderam aos relacionamentos homoafetivos as mesmas garantias que uma união heterossexual tem, como os direitos previdenciários, a partilha de bens e heranças, a declaração conjunta de Imposto de Renda e até a adoção de filhos. “Hoje (ontem), o povo brasileiro vence a guerra mundial contra o preconceito”, disse o ministro Marco Aurélio Mello. Segundo o Censo de 2010, o Brasil tem atualmente 60 mil casais gays. (Págs. 1 e 7)

Copa 2014: “Puxadinho” para evitar vexame nos aeroportos brasileiros
Diante do atraso na ampliação dos terminais — algumas obras nem sequer saíram do papel —, o governo admite que módulos provisórios serão construídos para atender os passageiros no Mundial. Os aeroportos que serão privatizados, como o de Brasília, também não devem escapar do improviso. (Págs. 1 e 9)

Bandarra no banco dos réus (Págs. 1 e 21)

Delegado da PF assume a segurança
Duas semanas após a saída de Daniel Lorenz, que se disse vítima de interferências políticas, o também delegado da Polícia Federal Sandro Avelar assumiu ontem a Secretaria de Segurança do DF. “Não tenho preocupação com pressões políticas”, disse o novo titular. (Págs. 1 e 22)

Obama entre a celebração e o mistério
Recebido com aplausos, o presidente dos EUA homenageou as vítimas do 11 de setembro no local do atentado, em Nova York. Novas versões desmentem forte tiroteio antes da morte de Bin Laden. (Págs. 1 e 14)

Corregedor complica Jaqueline
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados aprovou ontem relatório que pede a abertura de processo por quebra de decoro contra Jaqueline Roriz (PMN). Para o relator, Eduardo da Fonte (PP-PE), “há indícios de prática de atos ofensivos à ética parlamentar”. (Págs. 1 e 19)

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