Obras do fim do governo Lula estão abandonadas Promessas feitas para ajudar a eleger Dilma não foram cumpridas Doze dias antes do primeiro turno...

Obras do fim do governo Lula estão abandonadas
Promessas feitas para ajudar a eleger Dilma não foram cumpridas

Doze dias antes do primeiro turno das eleições passadas, o então presidente Lula visitava o trecho da Ferrovia Norte-Sul que ligaria Maranhão a Goiás e anunciava que tudo estaria pronto em dezembro. A obra não foi entregue no fim do ano, nem em 30 de abril, como foi estabelecido no balanço do PAC, e tampouco será concluída em julho, como se anunciou mais tarde. Também a reforma do aeroporto de Vitória, visitado por Lula no auge da campanha para eleger Dilma Rousseff, só deve começar no fim deste ano, segundo a Infraero. De norte a sul, obras usadas para alavancar a campanha do PT continuam paradas, atrasadas ou com problemas decorrentes da pressa eleitoral. Em setembro, quando chegaram ao conjunto habitacional Três Marias, no ASC, egressos de favelas viram Lula dizer que o pequeno apartamento seria um pedaço do céu na terra. Agora, continuam sem luz e água e acham que foram usados eleitoralmente. (Págs. 1 e 3 a 11)

Rio, capital de quem mora só
Dados inéditos do Censo 2010 mostram que o Rio é o estado com o maior número de residências com apenas um morador. São 15,57% de lares ou 816 mil pessoas. No Brasil, são 6,9 milhões. Para especialistas, a situação do Rio reflete envelhecimento da população e independência da mulher. (Págs. 1 e 35)

A vitória de ‘Lampião’
Fundadores do “Lampião da Esquina”, jornal defensor da causa gay, Aguinaldo Silva e João Silvério Trevisan elogiam a decisão do STF. “Há muito tempo não sentia orgulho do Brasil”, disse Silvério. (Págs. 1, 12 e 13)

Galeão investiu apenas 17,5% do orçamento
A Infraero investiu no Aeroporto Internacional Tom Jobim, em 2010, apenas 17,5% do orçamento aprovado pelo Congresso e sancionado pelo então presidente Lula. Em 2009, o Galeão também deixou de usar 64,5% da dotação inicial. (Págs. 1, 24 e 25)

Quatro grandes empreiteiras dividem obras de R$ 138 bi (Págs. 1, 29 e 30)

Geração Obama na encruzilhada
A operação que matou Osama bin Laden deixou desconcertada uma parte da geração O, que fez campanha e se emocionou com o discurso de paz de Barack Obama. Apesar da alta na popularidade do presidente, jovens estudantes, empresários e militantes ouvidos por FERNANDO EICHENBERG duvidam da legalidade da ação, criticam o uso da tortura para obter a informação e reclamam que Obama aumentou a participação dos EUA em guerras, ao contrário das promessas do candidato em 2008. “Fiquei com vergonha de ver as pessoas festejando a morte de alguém, mesmo um terrorista”, diz Cheryl Johnson, presidente de ONG. (Págs. 1 e 37)

Política habitacional, um século de fracasso no Rio
Cem anos após o início da construção do primeiro conjunto residencial popular, erguido na Zona Norte do Rio pelo então presidente da República, Hermes da Fonseca, a política habitacional não conseguiu deter a favelização nem resolver o déficit de 220 mil moradias. Na cidade, mais de um milhão vivem hoje em conjuntos. (Págs. 1, 18 e 19)

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