Governo Chávez pediu que Farc matassem opositores Revelação estava em computadores da guerrilha apreendidos, diz dossiê Altos funcionários do governo de Hugo Chávez pediram...

Governo Chávez pediu que Farc matassem opositores
Revelação estava em computadores da guerrilha apreendidos, diz dossiê

Altos funcionários do governo de Hugo Chávez pediram às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que treinassem milícias, fizessem atentados e assassinassem opositores do presidente da Venezuela. A revelação foi feita em Londres pelo Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, com base em arquivos eletrônicos de um comandante das Farc, apreendidos no Equador em 2008. A autenticidade dos documentos foi confirmada pela Interpol. Segundo o dossiê, lançado como livro, nada indica que os assassinatos se realizaram e que as negociações ocorreram com o conhecimento de Chávez. O presidente do Equador, Rafael Correa, teria recebido US$ 400 mil para a campanha de 2006. Chávez cancelou viagem ao Brasil sob alegação de problemas no joelho esquerdo. (Págs. 1, 27 e 28)

Preço do álcool já cai nas bombas
Os preços do álcool começaram a cair nos postos do Rio. Em dez pesquisados pelo GLOBO, seis ofereciam álcool com queda de 1,6% a 10,3%, Na gasolina, ainda não houve redução. (Págs. 1 e 21)

Dilma abre o cofre para prefeitos
Depois de cobranças dos prefeitos, a presidente Dilma liberou R$ 520 milhões para obras nos municípios. A verba federal para prefeituras cresceu este ano. (Págs. 1, 3 e editorial “Marcha a ré na disputa pelos royalties”)

Lei da cueca e da calcinha
A Câmara aprovou projeto, já autorizado pelo Senado, que obriga os fabricantes de calcinhas, cuecas e sutiãs a usar etiquetas com advertência sobre a importância de exames preventivos de câncer de colo de útero, próstata e mama. (Págs. 1 e 11)

Japão desiste de novas usinas nucleares
Dois meses após acidente de Fukushima, premier anuncia aposta em energia renovável

O premier Naoto Kan anunciou que o Japão vai abandonar o plano de construir usinas nucleares e “começar do zero” na elaboração de nova política energética. Com isso, o país deixará de construir 14 usinas até 2030 e desistirá de aumentar de 30% para 50% a participação da energia nuclear em sua matriz energética. O premier defendeu o maior uso de fontes de energia renovável, como a eólica e a solar. Kan revelou a nova orientação do país dois meses após o terremoto e a tsunami que causaram um acidente nuclear na usina de Fukushima, levando o governo a retirar centenas de milhares de pessoas de casa. (Págs. 1 e 28)

Ciência
As chuvas na Amazônia devem se reduzir em 40% devido ao aquecimento global, diz estudo. (Págs. 1 e 30)

Elio Gaspari
Próximo grande julgamento do Supremo deve ser o das cotas nas universidades públicas. (Págs. 1 e 6)

Corpo a corpo na Cultura
Assustada, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, saiu protegida por policiais militares de um encontro com artistas, na Assembleia Legislativa de SP. Ela ouviu uma série de críticas a seu trabalho, inclusive as de um manifesto enviado à presidente Dilma Rousseff. E reclamou ser vítima de “muita fofoca”. (Págs. 1 e 11)

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