As sete pragas no cotidiano do brasiliense São muitas e constantes as agruras dos moradores de Brasília. A cidade planejada e conhecida pela suposta...

As sete pragas no cotidiano do brasiliense
São muitas e constantes as agruras dos moradores de Brasília. A cidade planejada e conhecida pela suposta qualidade de vida acumula problemas de infraestrutura, trânsito, crescimento desordenado. Em sentido horário, o Correio relata o drama da fila nos hospitais apesar da promessa de melhorar a SAÚDE; a demora no AEROPORTO JK; a via-crúcis no TRANSPORTE; a procura por uma vaga de ESTACIONAMENTO; a PARALISAÇÃO de autoescolas e da rede pública de ENSINO; o CONGESTIONAMENTO; o custo de vida nas prateleiras do SUPERMERCADO. Não faltam motivos para os brasilienses ficarem irritados quando notam que o pagamento de impostos não impede as falhas do Poder Público. (Págs. 1, 30 e 31)

Remédio varia até 987% entre farmácias (Págs. 1 e 12)

Diretor do FMI: Escândalo abala os mercados
As bolsas de valores da Europa fecharam em queda após a prisão do principal dirigente do Fundo Monetário Internacional, acusado de estupro. Juíza de Nova York negou pedido de fiança para o francês Dominique Strauss-Khan. (Págs. 1 e 20)

Gays: Luta agora será pelo casamento
Incentivados pela vitória da união estável no STF, os homossexuais querem que o Congresso discuta uma lei criando o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. O tema será debatido num seminário na Câmara. (Págs. 1 e 2)

Linguagem popular em mais livros (Págs. 1, 10 e Visão do Correio, 18)

Preço dos tablets pode cair 30% (Págs. 1 e 17)

Improbidade: Agnelo vai responder pelo Pan
O governador foi denunciado pelo Ministério Público Federal por supostas irregularidades no aluguel de apartamentos da Vila Pan-Americana, no Rio, à época em que era ministro do Esporte. Prejuízo chega a R$ 10 milhões. (Págs. 1 e 28)

Mané Garrincha: Vale até picareta na demolição
Após o fiasco da implosão, a arquibancada será destruída mecanicamente. O trabalho deve acabar na próxima semana. “Nem que tenha que ir de picareta quebrar o estádio”, disse o secretário de Planejamento, Edson Nascimento. (Págs. 1 e 27)

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