Dilma blinda Palocci e oposição reage com cautela Para governo, não há o que investigar sobre patrimônio do ministro; Serra diz que ele não...

Dilma blinda Palocci e oposição reage com cautela
Para governo, não há o que investigar sobre patrimônio do ministro; Serra diz que ele não pode ser ‘crucificado’

O Planalto montou operação para blindar o ministro Antonio Palocci (Casa Civil), suspeito de irregularidade por ter multiplicado o patrimônio por 20 em quatro anos. Em reunião com a coordenação do governo, a presidente Dilma Rousseff disse que a denúncia faz parte de um jogo político para desestabilizar o início da sua gestão e pode ter desdobramentos no Congresso. “Não nos cabe indagar a história da fortuna dos pobres e dos ricos que se tornaram ministros”, disse Sepúlveda Pertence, da Comissão de Ética Pública da Presidência. A oposição tucana reagiu com cautela. Para o ex-governador paulista José Serra, Palocci não pode ser “crucificado”. (Págs. 1 e Nacional A4)

Diretor do FMI continua preso
Acusado de ataque sexual contra uma camareira em hotel de Nova York, Dominique Strauss-Kahn aparece em audiência em tribunal de Manhattan, que lhe negou pedido de liberdade sob fiança de US$ 1 milhão; a decisão elimina suas chances na disputa presidencial da França e acelera o processo sucessório no FMI. Como o Fundo é central na crise da dívida no continente, a Europa se mobiliza para manter o controle sobre ele, a despeito das aspirações dos emergentes. (Págs. 1, Internacional A8 e Economia B9)

Foto legenda: Fila de carro na fronteira
Brasil nega pedido da Argentina para retirar barreira de importação e cerca de 300 veículos continuam parados em Uruguaiana (RS). (Págs. 1 e Economia B7)

Caixas-pretas do voo 447 estão intactas (Págs. 1 e Cidades C3)

Déficit externo no setor de remédios triplica (Págs. 1 e Vida A12)

Compensação para desonerar folha pode atingir bancos
O governo está perto de fechar sua proposta de desoneração da folha de pagamentos. A hipótese mais forte é aliviar a tributação nos salários, mas, para não comprometer a Previdência, criar nova contribuição sobre o faturamento. Ela seria diferenciada por setor. Os bancos pagariam mais, e a indústria e os exportadores, menos. (Págs. 1 e Economia B1)

Celso Ming
O terremoto Strauss-Kahn
O escândalo sexual do diretor-gerente do FMI não causou um terremoto só na política da França. Traz, também, o risco de paralisar o Fundo. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações
A jurisprudência do TST
Em uma iniciativa exemplar, TST vai discutir jurisprudência e modernização administrativa. (Págs. 1 e A3)

Sai último aval para estádio do Corinthians
A Prefeitura de SP emitiu no fim de semana o Relatório de Impacto de Vizinhança para a construção do estádio do Corinthians, em Itaquera. Apesar do documento, o último que faltava, o clube ainda não definiu a data para o início das obras. A cidade segue sob ameaça de perder a abertura da Copa de 2014. (Págs. 1 e Esportes, E1)

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