Palocci diz que fez o mesmo que parlamentares e ex-ministros Para chefe da Casa Civil, consultorias são expediente comum e legítimo Numa nota enviada...

Palocci diz que fez o mesmo que parlamentares e ex-ministros
Para chefe da Casa Civil, consultorias são expediente comum e legítimo

Numa nota enviada por sua assessoria aos líderes partidários, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, justificou sua atividade como consultor privado, no período em que era deputado, citando ex-ministros e ex-presidentes do Banco Central que fizeram o mesmo, alem de 273 parlamentares que têm atividades empresariais fora do Congresso. Palocci listou ex-ministros que deram consultorias, como ele, e ganharam “enorme valor” no mercado: “Muitos se tornaram em poucos anos banqueiros como ex-presidentes do Banco Central e do BNDES Pérsio Arida e André Lara Resende, diretores de instituições financeiras como o ex-ministro Pedro Malan ou consultores de prestígio como ex-ministro Maílson da Nóbrega.” O ministro não revelou os nomes de seus clientes e disse que as informações sobre seu patrimônio e a atuação da Projeto foram enviadas à Receita Federal. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, disse que, até agora, os dados disponíveis sobre o caso são insuficientes para formar qualquer juízo e que quer informações mais detalhadas:
“Qualquer fato que envolva autoridades merece um olhar mais cuidadoso.” (Págs. 1, 3 e 4)

No e-mail da Casa Civil ao Congresso
No mercado de capitais e em outros setores, a passagem por Ministério da Fazenda, BNDES ou Banco Central proporciona uma experiência única que dá enorme valor a estes profissionais no mercado. Não por outra razão, muitos se tornaram em poucos anos, banqueiros como os ex. Pres. do BACEN e BNDES Pérsio Arida e André Lara Rezenda, diretores de instituições financeiras como o ex-ministro Pedro Malan ou consultores de prestígio como ex-ministro Maílson da Nóbrega. (Pág. 1)

Merval Pereira
Há uma questão legal (o deputado sócio de empresa) e outra moral (a do tráfico de influência). (Págs. 1 e 4)

Elio Gaspari
Os fregueses da consultoria de Palocci poderiam, num gesto heróico, mostrar o rosto. (Págs. 1 e 6)

Petrobras corta US$ 35 bi contra inflação
Após pressão para empresa não subir combustível, governo força redução de investimentos

Uma orientação expressa do governo federal passada aos conselheiros da Petrobras para que a empresa não reajuste os preços dos combustíveis está obrigando a estatal a promover um corte de US$ 35 bilhões nos investimentos do Plano Estratégico 2011-2015. O corte é de cerca de 15% do volume previsto para o período e começou a ser discutido na reunião do Conselho da Petrobras da última sexta-feira (dia 13). O objetivo, ao segurar os preços dos combustíveis, e conter o seu impacto na inflação. (Págs. 1 e 21)

Sem Código, devastação avança na Amazônia
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciará hoje um grande crescimento no ritmo de desmatamento da Amazônia. A devastação está fora de controle em Mato Grosso: 753km2 de floresta foram derrubados entre agosto de 2010 e abril, bem mais que no ano anterior. Técnicos do Ibama veem relação com a expectativa de mudanças no Código Florestal. (Págs. 1 e 11)

PM reage mal à liberação de Cabral
O comandante Mário Sérgio Duarte disse que o regulamento não permite que PMs de folga participem fardados de eventos de lazer como paradas gays, muito menos com carros da corporação. (Págs. 1 e 14)

Tablets podem ficar até 36% mais baratos
Medida provisória que deve ser lançada esta semana reduzindo impostos sobre os tablets deve permitir que o produto fique até 36% mais barato no mercado brasileiro, estimulando a produção. (Págs. 1 e 26)

Apreensão pode ser a 1ª de oxi no Rio
A polícia está examinando 18 pedras apreendidas ontem em Niterói para confirmar se são mesmo oxi. O traficante, de 31 anos, admitiu que eram, e a perícia detectou resíduos de querosene. (Págs. 1 e 19)

Mea culpa real 90 anos depois
Nove décadas após a partida das tropas britânicas, abrindo caminho para a independência da Irlanda, no rastro de uma sangrenta guerra, a rainha Elizabeth II fez ontem um histórico gesto de reconciliação. Na primeira visita de um monarca britânico desde 1911, a soberana chegou vestindo verde, a cor nacional, e pôs flores no monumento aos mortos na luta pela independência – um implícito mea culpa. Uma bomba foi achada num ônibus perto de Dublin. (Págs. 1 e 29)

Pressão sobre chefe do FMI para renunciar
Preso nos EUA sob acusação de crimes sexuais, o chefe do FMI, Dominique Strauss-Kahn, está sob pressão de ministros europeus para renunciar. (Págs. 1 e 28)

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