Palocci trabalhou para 20 empresas Ministro diz que entrada de recursos em sua consultoria se deve à rescisão de contratos antes de sua ida...

Palocci trabalhou para 20 empresas
Ministro diz que entrada de recursos em sua consultoria se deve à rescisão de contratos antes de sua ida para o governo

A consultoria que Antonio Palocci manteve antes de se tornar ministro da Casa Civil do governo Dilma prestou serviços para pelo menos 20 empresas, entre as quais bancos, montadoras e indústrias, informam Leandro Colon e Fausto Macedo. Em esclarecimentos ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por causa das suspeitas sobre a evolução de seu patrimônio, Palocci disse que rescindiu todos os contratos no final de 2010, antes de assumir o ministério. Segundo ele, houve ingresso de volume considerável de recursos no caixa da empresa nas semanas que antecederam sua nomeação ao cargo justamente em razão da rescisão dos contratos. Alguns clientes de Palocci avisaram o ministro que não querem ter seus nomes envolvidos e cobraram silêncio absoluto sobre os documentos. Para evitar qualquer tipo de quebra ilegal do sigilo fiscal de sua empresa, Palocci acionou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O petista quer evitar que funcionários de escalões inferiores da administração deixem vazar informações sobre a consultoria. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Contra-ataque
O governo avalia que a crise envolvendo Palocci se prolongará. Por isso, chamou ministros e o PT para mostrar “assertividade” na defesa. (Págs. 1 e Nacional A7)

Obama dá apoio a Estado palestino na fronteira pré-1967
Iniciativa atende reivindicação palestina, mas discurso é recebido com ceticismo, e Israel diz que recuo é impossível

O presidente dos EUA, Barack Obama, defendeu ontem a criação de um Estado palestino com base nas fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias (1967), quando Israel capturou Gaza do Egito e a Cisjordânia da Jordânia, áreas previstas para esse Estado. O governo israelense reagiu dizendo que é “indefensável” voltar a essas fronteiras, por causa das colônias na Cisjordânia. Já a Autoridade Palestina elogiou a iniciativa de Obama, mas o Hamas cobrou “ações concretas”. (Págs. 1 e Internacional A10 a A12)

Análise – David Sanger
Só boas intenções. (Págs. 1 e A12)

Foto legenda: USP em choque
Zélia Paiva vela o corpo do filho Felipe, assassinado anteontem na Cidade Universitária; ladrões já haviam abordado outro estudante. (Págs. 1 e Cidades C1)

Justiça fixa em US$ 1 mi fiança para Strauss-Kahn
O ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn ganhou o direito de deixar a prisão em Nova York após pagar fiança de US$ 1 milhão. Acusado de tentativa de estupro, ele responderá ao processo em prisão domiciliar. Além da fiança, Strauss-Kahn teve de depositar US$ 5 milhões como seguro contra fuga. A renúncia do francês abriu disputa entre os Brics e países ricos pelo FMI. (Págs. 1, Internacional A12 e Economia B11)

Com IOF alto, arrecadação do País é recorde
A elevação da alíquota para conter o crédito e o consumo no País ajudou a reforçar a arrecadação de tributos e contribuições federais em abril, que bateu novo recorde para o mês: R$ 85,15 bilhões. (Págs. 1 e Economia B1)

Nota Fiscal Paulista paga menos créditos (Págs. 1 e Economia B5)

Celso Ming
Continua aquecida
O ritmo da atividade econômica em 2011 continua acelerado, bem mais do que vem pretendendo a política econômica do governo. (Págs. 1 e Economia B2)

Tutty Vasques
A última do português
O direito de andar por aí dizendo “os livro” está sendo exaltado nas redes sociais como um legado da era Lula. Puro preconceito! (Págs. 1 e Cidades C8)

Notas & Informações
Força bruta contra a oposição
A política do Planalto de aversão ao risco só adensa suspeitas sobre o seu “primeiro-ministro”. (Págs. 1 e A3)

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