Adauri Antunes Barbosa, do Globo – Em meio ao rearranjo dos partidos políticos no país, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) recebeu no domingo em...

Adauri Antunes Barbosa, do Globo –

Em meio ao rearranjo dos partidos políticos no país, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) recebeu no domingo em São Paulo – na convenção que o reconduziu à presidência do Partido Progressista no estado – as visitas do vice-presidente da República, Michel Temer, também presidente nacional do PMDB, e do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB). Quarta maior agremiação política do país, atrás de PT, PMDB e PSDB, o PP de Maluf virou alvo do assédio de vários partidos, e seu presidente avisou logo: ele quer namorar.

– Esse período antes de eleição é um período de namoro – disse Maluf, enumerando as qualidades do partido pretendido: a quarta maior bancada na Câmara dos Deputados, um tempo de televisão e de rádio “bastante bom” e ainda “uma classe política muito atuante”. Mas o deputado – que responde a vários processos por corrupção e desvio de verbas públicas – deixou bem claro o requisito mais importante para conseguir namorar com o PP:

– Nós, que somos do bem, faremos coligação com quem for também do bem.

Colocando-se como pretendente oficial, Michel Temer fez quest

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ão de dizer que o PP é um aliado na área nacional, que ajudou a presidente Dilma Rousseff nas eleições do ano passado, que tem colaborado com o governo, e com quem o seu partido, o PMDB, está começando a conversar a respeito das eleições municipais de 2012.

– Vamos começar a conversar. O PP é um partido que sempre colabora politicamente e administrativamente, um partido importante para qualquer tipo de aliança – disse.

Alckmin, que disputa a liderança nacional do PSDB com o senador Aécio Neves (MG) e o ex-governador paulista José Serra, sonha com um namoro que, se possível, o ajude a chegar a Brasília em 2014.

– O PP tem identidade clara, propostas muito claras para o Brasil. Na defesa dos empregos, dos empreendedores, da agricultura brasileira, da indústria nacional, da geração de emprego e renda. A democracia precisa de partidos com clareza de propostas. Isso é bom para o Brasil – disse o governador.

Como estava paquerando, Alckmin, que afirmou ter “a alegria” de já receber apoio do PP na Assembleia Legislativa, não quis comentar a possibilidade de fusão entre PSDB e DEM:

– A gente não pode falar em fusão, seria deselegância. Tudo tem seu tempo e cada um tem seu caminho – disse.

Clique aqui para ler a íntegra no site do Globo

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