Maria Lima, do Globo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira em reunião com aliados na casa do presidente do...

Maria Lima, do Globo –

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira em reunião com aliados na casa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a sua nova condição de articulador político, de fato, do governo Dilma Rousseff. Na reunião, Lula pediu que os líderes e presidentes dos partidos da base aliada colocassem todas as suas reclamações que ele tentaria resolver junto a presidente Dilma.

– Foi uma conversa entre amigos, com uma pessoa que já foi presidente da República e muita experiência a passar. Os líderes cobraram mais acesso, maior participação nas decisões, e o Lula pediu que colocássemos ali todas as questões pendentes – informou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

Jucá explicou que a ideia dessas reuniões é traçar uma estratégia para fortalecer e dar sustentação ao trabalho do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.

– Isso não é para fortalecer o Palocci porque ele está saindo fortalecido. O que é preciso é dar mais espaço ao ministro Luiz Sérgio ( Relações Institucionais), fortalecer a articulação.

O senador Jorge Viana (PT-AC) confirmou que a bancada terá um almoço nesta quinta-feira coma presidnete Dilma.

Lula pede unidade para defender Palocci
No comando das articulações para

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debelar a crise do governo Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula se reuniu na terça-feira com senadores do PT em Brasília e pediu unidade para evitar a convocação do ministro Antonio Palocci pelo Congresso.

Na casa de Sarney, o vice-presidente Michel Temer também participou da reunião. O encontro não aconteceu na residência oficial da presidência do Senado, mas na casa de Sarney, localizada na Península dos Ministros, em Brasília. Na noite de terça-feira, depois de se reunir com a bancada do PT no Senado, Lula teve um encontro até tarde com Dilma e Palocci.

Nesta reunião com Sarney e os líderes, estavam presentes o líder o PMDB no Senado, Renan Calheiros; o presidente do partido, Valdir Raupp; o presidente do PP, senador Francisco Dornelles; o líder do partido Gim Argello; o líder do PT, Humberto Costa, e outros líderes da base. O presidente do PT, Rui Falcão, não está presente.

Lula, que na prática assumiu a coordenação política do governo, quer evitar a todo custo que Palocci tenha de ir à Câmara ou ao Senado explicar a evolução de seu patrimônio. O ministro comprou, por meio de sua empresa de consultoria, dois imóveis em São Paulo, no valor total de R$ 7,4 milhões. Palocci comandou a consultoria ao mesmo tempo em que era deputado federal e também, em 2010, quando era coordenador da campanha de Dilma à Presidência.

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