Destaques dos jornais de hoje – Valor Econômico

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7″ height=”52″ />Custos em alta já influem no resultado das empresas
A alta dos custos já começou a cobrar seu preço das companhias de capital aberto do país, um sinal de que o crescimento acelerado dos últimos meses talvez tenha chegado ao fim. As vendas das cem maiores empresas não financeiras com ações em bolsa continuaram crescendo no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, mas o comportamento dos custos que incidem sobre essas vendas indica que não tem sido fácil a briga das empresas contra os aumentos das matérias-primas e mão de obra.
Os balanços compilados pelo Valor Data mostram uma receita líquida de R$ 259,7 bilhões, 18% acima do primeiro trimestre de 2010. No entanto, o efeito dos preços em alta fez com que a margem bruta – o quanto resta da receita após deduzidos os custos de produção – ficasse estagnada. (Págs. 1, D1 e D2)

Brasil vê ameaça no aumento do tráfico no Peru
O narcotráfico está em forte crescimento no Peru, mas o tema não está sendo debatido na campanha eleitoral. Em junho, a ONU deve apontar o país como o maior produtor mundial de cocaína, superando a Colômbia. Segundo fotos de satélite, a produção da folha de coca, antes concentrada nos vales andinos, já chegou à Amazônia peruana, bem perto da fronteira com o Brasil.
Nenhum dos dois candidatos à Presidência tem propostas claras de como enfrentar o narcotráfico. Esse é o assunto que mais preocupa o Brasil na relação com o Peru. As autoridades brasileiras já perceberam a escalada do problema na extensa fronteira de quase 3.000 km entre os dois países. Em janeiro, a Polícia Federal capturou o chefe do tráfico do lado peruano, em operação na qual houve confronto armado. (Págs. 1 e A11)

Dilma revê coordenação política
A presidente Dilma Rousseff só substituirá o ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, se houver prova concreta de que ele usou práticas ilícitas para multiplicar seu patrimônio. O Palácio do Planalto vai aguardar a avaliação do procurador-geral da República sobre os argumentos do ministro.
A atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para conter a deterioração do quadro político, na semana passada, foi ruim para Dilma, na avaliação de assessores próximos. Segundo informações de um ministro, ela não pediu a intervenção do ex-presidente para contornar a crise. Avalia-se, no Palácio do Planalto, que o próprio Lula não teve a dimensão do significado do encontro na casa de José Sarney. “Foi um exagero”, comentou graduada fonte oficial. (Págs. 1 e A9)

Foto legenda: Acordos no Uruguai
A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Uruguai, José Mujica, recebem honras militares em Montevidéu, à saída do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai: encontro de duas horas e acordos para construção de linha de interconexão elétrica e ferrovia. (Págs. 1 e A2)

Ataque virtual pode ter resposta militar
O Pentágono concluiu que a sabotagem de computadores com origem em outro país pode ser considerada um ato de guerra, uma avaliação que pela primeira vez permite aos EUA responderem usando a força militar convencional.
A primeira estratégia cibernética formal do Departamento de Defesa americano é uma tentativa inicial de lidar com um mundo em mutação, no qual um hacker pode representar uma ameaça tão significativa aos reatores nucleares, linhas de metrô ou oleodutos quanto o exército de um país hostil. Os planejadores militares acreditam que a melhor maneira de impedir grandes ataques é responsabilizar os países que fazem armas cibernéticas pelo seu uso. A estratégia vai destacar a importância de sincronizar a doutrina de guerra cibernética dos EUA com a de seus aliados. (Págs. 1 e A11)

Laboratórios atendem até de madrugada
O aumento da demanda provocado pelo maior número de pessoas com planos de saúde e a necessidade de maximizar o uso de equipamentos estão levando os laboratórios de medicina diagnóstica a ampliar seus horários de atendimento. Já é possível fazer exames nos fins de semana, à noite e até de madrugada. Os laboratórios Fleury, Cura, Lavoisier, Lab Pasteur, Sergio Franco e Exame têm unidades que funcionam 24 horas. O Salomão & Zoppi e o Centro Diagnóstico Brasil mantêm as portas abertas durante boa parte da noite. Na unidade de Higienópolis do Fleury, a taxa de ocupação para os exames de ressonância é de 80%. Mesmo com uma equipe extra de atendimento, a rentabilidade é compensadora, diz Omar Hauache, presidente do laboratório. (Págs. 1 e B1)

Conselho do Carrefour se reúne em meio a especulações sobre operações no Brasil (Págs. 1 e B11)

Alemanha pretende abandonar a energia nuclear até 2022 (Págs. 1 e A10)

Demanda do setor de energia leva Vulcan a planejar 3ª fábrica no país, diz Buzo. (Págs. 1 e B9

Batalha dos analgésicos
Laboratórios se movimentam para tentar aumentar sua participação no segmento de analgésicos no país, que movimenta quase US$ 1 bilhão. O Brasil é o sexto maior mercado e o primeiro entre os emergentes. (Págs. 1 e B9)

Balanços-IFRS
A adoção das novas normas internacionais de contabilidade rompe com a tradição contábil brasileira, vinculada às preocupações com a tributação, e foca o mercado e os investidores. (Págs. 1 e Caderno especial)

Hospitais
Operadoras de planos de saúde investem na ampliação da capacidade física de hospitais e laboratórios e na modernização dos equipamentos. “Com o crescimento econômico, o sonho do plano de saúde se tornou realidade para milhares de brasileiros”, diz José Cechin, da Fenasaúde. (Págs. 1 e Caderno especial)

Rodovias
Segundo a CNT, entre 2005 e 2010 o percentual de estradas ruins ou péssimas no país caiu de 40,2% para 25,4%, mas ainda há muito a fazer para que as condições da malha sejam compatíveis à sua importância na matriz de transportes. (Págs. 1 e Caderno especial)

Seca ameaça milho safrinha
A falta de chuvas em regiões produtoras de milho safrinha deve afetar a colheita neste ciclo 2010/11. Produtores do Mato Grosso estimam as perdas em até 50%. Analistas também já revêem suas estimativas. (Págs. 1 e B13)

Concentração e profissionalização
Grandes empresas agrícolas, que compram terras para lucrar com a valorização imobiliária e também agregam valor com a produção de alimentos, já ocupam mais de 1,2 milhão de hectares no país. A área deve dobrar até o fim da década. (Págs. 1 e B14)

Pequenas e Médias Empresas
Crescimento da economia, maior acesso a crédito e adesão a empreendimentos que exigem baixo investimento inicial levaram o setor de franquias a um crescimento de 20,4% no ano passado. (Págs. 1 e Caderno especial)

Compras coletivas na berlinda
Atuando no país há pouco mais de um ano, os sites de compras coletivas já enfrentam dezenas de processos na Justiça movidos por consumidores insatisfeitos. E a Câmara dos Deputados discute projeto de lei para regulamentar a atividade. (Págs. 1 e E1)

Ideias
Delfim Netto
Para salvar a democracia e o mercado precisamos, primeiro, salvar o Estado da irresponsabilidade de seus governos. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Carlos Lessa
Moldura neoliberal dá ganhos substanciais às concessionárias de serviços públicos sem obrigá-las a investir em infraestrutura. (Págs. 1 e A11)

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