Destaques dos jornais de hoje – O Estado de S. Paulo

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/a>Com Palocci fraco, PMDB quer nova articulação política
Após cobranças do governo, partido avalia que houve quebra de confiança com o PT e com Dilma

O PMDB quer mudanças na articulação política do Planalto e duvida da sobrevivência de Antonio Palocci na Casa civil. O diagnóstico começou a ser disseminado ontem por líderes do partido como efeito colateral do desgaste provocado pelas cobranças do governo depois da derrota na votação do Código Florestal. A cúpula peemedebista avalia que houve uma quebra de confiança na relação com o PT e a presidente Dilma Rousseff. Apesar dos esforços de reconciliação desencadeados, os peemedebistas já começam a discutir como será o reforço na interlocução política do governo. O partido entende que o rearranjo interno já está em curso e que, por isso mesmo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, ampliou seu raio de ação e ganhou mais peso na intermediação do Planalto. Dirigentes do partido avaliam que o ministro José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) também vai atuar, por causa de seu trânsito com o vice-presidente Michel Temer e com a base aliada do governo. (Págs. 1, e Nacional A4)

Sarney diz que impeachment de Collor foi ‘acidente’
O Senado tirou o impeachment de Fernando Collor de seu “túnel do tempo”, o corredor decorado com menções a fatos históricos da Casa. Para José Sarney, o impeachment “não devia ter acontecido”. (Págs. 1 e Nacional A7)

Foto legenda: Imagem protocolar

Dilma conversa com seu vice, Temer, antes de embarcar para o Uruguai; para assessores, a foto mostraria pacificação na base aliada, mas foi uma despedida protocolar. (Págs. 1 e Nacional A4)

Crédito cresce menos, mas ritmo ainda preocupa
O crédito ficou mais caro, com maior volume de calotes, e cresceu em ritmo considerado adequado pelo Banco Central de janeiro a abril. Mas a alta nos últimos 12 meses encerrados em abril no estoque de financiamento reforçou as dúvidas sobre se o governo conseguirá de fato desacelerar o crédito para uma faixa entre 10% e 15% de expansão em 2011, considerada ideal para colocar a inflação de volta na meta. Segundo o BC, o estoque de crédito cresceu 4,1% no ano, mas em 12 meses ainda tem forte expansão: 21%. (Págs. 1, Economia e B1)

FMI em campanha no Brasil
Candidata a diretor-gerente do FMI, a ministra das Finanças da França, Christine Lagarde, prometeu, em Brasília, ampliar a representação dos emergentes no Fundo. (Págs. 1 e Economia B7)

Foto legenda: Estádio começa a sair do papel
Às 8h14 de ontem começou, em Itaquera, o serviço de terraplenagem da Arena do Corinthians, aposta da cidade de São Paulo para a abertura da Copa do Mundo de 2014. A empreiteira responsável pela obra informa que entre 1,5 mil e 2 mil operários serão mobilizados. A previsão é que o estádio fique pronto em dezembro de 2013. (Págs. 1 e Esportes E3)

Fifa atolada em escândalos
Catar teria pago US$ 20 milhões por votos para a Copa de 2022. (Págs. 1 e E1)

SP vai duplicar Tamoios com parceria privada
O novo cronograma para a duplicação da Rodovia dos Tamoios, principal ligação entre o Vale do Paraíba e o litoral norte, será divulgado na sexta-feira, em São José dos Campos. A obra deve custar R$ 4,5 bilhões e será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). O governador Geraldo Alckmin (PSDB) fará o anúncio no programa de governo itinerante. (Págs. 1 e Cidades C1)

Alemães vão abandonar energia nuclear até 2022 (Págs. 1 e Vida A18)

Gilberto Kassab
Um planeta melhor para todos
Sem abrir mão da vocação para o desenvolvimento, adotamos em São Paulo medidas para reduzir os efeitos nocivos ao meio ambiente. (Págs. 1, Espaço Aberto A2)

José Paulo Kupfer
O longo prazo já era
É praticamente impossível saber quando uma empresa desvia Investimento Estrangeiro direto para aplicações financeiras de curto prazo. (Págs. 1, Economia B6)

Arnaldo Jabor
O ‘vírus da irrelevância’
O futuro era visto como um lugar que nos redimiria da falta de ‘Sentido’. Agora, no lugar do futuro, temos um presente incessante. (Págs. 1 e Caderno 2,D14)

Notas & Informações
A Grécia assusta de novo
O risco de uma moratória grega jamais pareceu tão próximo desde o começo do ano passado. (Págs. 1 e A3)

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