<img class="alignleft size-medium wp-image-8328" src="http://www.pannunzio.com.br/wp-content/uploads/homicidios-300×251.jpg" alt="" width="300" height="251" / cialis order > André Caramante, da Folha – O soldado da Polícia Militar Valdez Gonçalves...

<img class="alignleft size-medium wp-image-8328" src="http://www.pannunzio.com.br/wp-content/uploads/homicidios-300×251.jpg" alt="" width="300" height="251" /

cialis order

>

André Caramante, da Folha –

O soldado da Polícia Militar Valdez Gonçalves dos Santos, 37, integrante da Força Tática do 21º Batalhão e investigado sob suspeita de chefiar um grupo de extermínio formado por policiais, na zona leste de São Paulo, foi absolvido na madrugada desta terça-feira da acusação de ter matado a tiros o camelô Roberto Marcel Ramiro dos Santos.

Quando foi morto com mais de dez tiros, Roberto Santos trabalhava como camelô. Ele foi baleado perto de sua casa, na zona leste de São Paulo, às 4h35 do dia 8 de maio de 2010, quando completava 22 anos.

A Promotoria vai recorrer da decisão e tentar um novo julgamento para o PM, que foi solto por ordem da juíza Érica A. Ribeiro Lopes e Navarro Rodrigues.

O soldado Valdez e outros quatro PMs da Força Tática ainda são investigados pela Corregedoria da PM e pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, sob suspeita de matarem outras 11 pessoas, em sete bairros diferentes da zona leste.

Celso Machado Vendramini, advogado de Valdez, sustenta que “ele não integra grupo de extermínio” e que “as acusações contra seu cliente não passam de pura maldade por parte do departamento de homicídios”.

Segundo a investigação do DHPP, os PMs se uniram para fazer uma “limpeza” nos bairros –o alvo do grupo seria usuários de drogas. A hipótese dos investigadores é que as mortes tenham sido cometidas para que o grupo de PMs assumisse o comando dos pontos de venda de drogas da região.

ATENTADO
O atentado contra o camelô Santos foi na porta de sua casa, na Vila Invernada. Dezenove dias antes de ser assassinado, Santos e sua mãe, Janete Cristina Rodrigues, 50, foram ameaçados de morte por um policial militar do 21º Batalhão, onde atuam os cinco policiais sob investigação da Polícia Civil.

“Na véspera do feriado de 21 de abril, o Valdez [policial militar identificado pelo DHPP como Valdez] pegou meu filho na porta de casa e fui defendê-lo. O PM olhou nos meus olhos e disse: ‘vou matar seu filho e depois vou matar a senhora’. O ódio dele com meu filho era porque o Cecel [Santos] fumava maconha”, contou a dona de casa Janete à reportagem.

Hoje, com medo de também ser morta, Janete está escondida. O depoimento da mãe e de um amigo de Santos, que viu o PM Valdez dirigindo um carro da corporação minutos antes do atentado, foram a base para um pedido de prisão do policial Valdez, que ficou na prisão por um ano e acabou absolvido às 3h10 desta madrugada.

Clique aqui para ler a íntegra no site da Folha

Comentários

  • zé francisco

    01/06/2011 #1 Author

    Qual jurado, gente do povo, tem condições de condenar um assassino deste naipe? Lembra dos assasinos pertencentes ao PCC que foram também absolvidos por terem matado um bombeiro? O júri é uma instituição falida. A absolvição é um tapa na cara do psdb e sua política de insegurança.

    Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *