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Agrava-se conflito entre Casino e Pão de Açúcar
O conflito gerado entre o Grupo Pão de Açúcar e seu sócio francês Casino Guichard Perrachon – originado de uma aproximação entre o empresário Abilio Diniz e o grupo Carrefour – ganhou maiores proporções. O Casino pediu a instauração de procedimento arbitral na Câmara de Comércio Internacional (ICC) contra a família Diniz na segunda-feira. A sede da discussão será São Paulo.
O grupo Pão de Açúcar informou ontem o fato em comunicado ao mercado e relatou que ainda não foi oficialmente notificado – o que deve ocorrer daqui a três ou quatro dias, conforme cronograma seguido pelo órgão julgador. (Págs. 1, D3 e D4)

Banco Postal traz um novo desafio ao BB
O Banco do Brasil venceu o leilão para operar o Banco Postal por R$ 2,8 bilhões – R$ 500 milhões de valor fixo para usar a rede dos Correios e mais lance de R$ 2,3 bilhões. O principal desafio, entretanto, vem agora: os 5 milhões de clientes do Banco Postal, espalhados por 6.195 agências, pertencem ao Bradesco, que o operou por nove anos. O Bradesco, que perdeu a disputa por R$ 50 milhões de diferença, monta sua contraofensiva e guarda a sete chaves toda a inteligência da operação. Sabe quais são as lojas mais lucrativas e quais não valem a pena, informações que nem os Correios têm.
Pelo contrato, o BB repassará, ainda, aos Correios receitas com tarifas. Hoje, o Bradesco transfere cerca de R$ 350 milhões por ano. O banco privado praticamente cobre seus custos com as tarifas e tira seus ganhos das operações de crédito. (Págs. 1, C1 e C8)

Procuradoria define futuro de Palocci
Na expectativa do parecer da Procuradoria-Geral da República sobre a evolução atípica de seu patrimônio, cuja divulgação é prevista para amanhã, o ministro Antonio Palocci tenta se rearticular com PT e PMDB, os dois principais partidos de sustentação do governo no Congresso, para se manter na Casa Civil da Presidência. A menos que o procurador Roberto Gurgel apresente denúncia contra o ministro, o PMDB acredita em sua manutenção, mas espera mudanças no modelo de coordenação política. O partido reivindica “compartilhar a formulação” das políticas de governo.
O PT era mais condescendente com o ministro até descobrir que metade dos ganhos observados na evolução patrimonial de sua consultoria se deu quando ele já integrava a cúpula do comitê de campanha de Dilma Rousseff. Também teria contribuído para o “fogo amigo” contra Palocci as denúncias que, no ano passado, envolveram familiares do ministro da Fazenda, Guido Mantega. (Págs. 1 e A7)

Torcida por Keiko e por Humala
O governo e as empresas brasileiras têm preferências distintas em relação à eleição presidencial no Peru, que será realizada no domingo. Brasília torce discretamente pela vitória de Ollanta Humala. Já as companhias brasileiras com negócios no país torcem por Keiko Fujimori, que também é a preferida da maior parte do empresariado peruano.
Humala tem afinidades políticas com o PT, com quem participou do Foro São Paulo, um encontro regular de partidos de esquerda da América Latina e Caribe, e é visto, pela cúpula do governo, como o candidato mais afinado com as propostas brasileiras para integração sul-americana. Ele chegou a pedir na semana passada um encontro com a presidente Dilma Rousseff, que foi marcado e depois cancelado por ele mesmo, por causa de dificuldades de campanha. Se Keiko pedisse, também seria recebida, afirma um auxiliar da presidente. (Págs. 1 e A8)

Como serão as obras de Belo Monte
Estão definidos os principais parâmetros para as obras de construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, sob a coordenação da Andrade Gutierrez, que vai administrar o interesse de dez diferentes empreiteiras. Os integrantes do consórcio construtor já aportaram R$ 800 milhões para dar início à compra de equipamentos e às obras. Em seu pico, elas terão quase 19 mil trabalhadores, distribuídos em diferentes canteiros.
Segundo o diretor-geral da unidade de negócios de energia da Andrade Gutierrez, Flávio Barra, serão ao todo três frentes de trabalho, sendo que a maior delas terá em seu pico oito mil trabalhadores. A empresa vai permitir o consumo de bebidas de baixo teor alcoólico nos canteiros e pretende incentivar que diversos membros de uma mesma família sejam empregados. Barra diz que a empresa também dará preferência à contratação de mão de obra nas cidades próximas à usina. (Págs. 1 e B1)

Cultura tradicional atrasa a reindustrialização de PE
Enquanto uma segunda geração de empresários, descendentes de famílias tradicionais de Pernambuco, se moderniza, a onda de investimentos na reindustrialização do Estado enfrenta o obstáculo de uma cultura empresarial retrógrada. A avaliação é de economistas, acadêmicos, empresários e governo.
Estimativas da Ceplan, a partir de dados oficiais, apontam para investimentos superiores a R$ 50 bilhões em Pernambuco nos próximos anos – cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual registrado em 2010. Quase R$ 40 bilhões serão dirigidos para a área industrial, a grande maioria em setores estreantes no Estado. Entre os empreendimentos de maior porte estão a Refinaria Abreu e Lima, o Estaleiro Atlântico Sul, a fábrica de automóveis da Fiat, a Petroquímica Suape e a Companhia Siderúrgica Suape. (Págs. 1 e A12)

Odebrecht tenta afastar juíza de ação contra os Gradin. (Págs. 1 e B8)

Lucro de estatais na educação
Comissão especial da Câmara discute a destinação de 5% do lucro líquido das estatais federais para a criação de um fundo voltado a investimentos na educação básica. (Págs. 1 e A4)

Canonical aposta em serviços
Após ganhar espaço em projetos educacionais e órgãos de governo no Brasil com seu sistema operacional aberto Ubuntu, a inglesa Canonical abre escritório no país para vender serviços, consultoria e suporte. (Págs. 1 e B2)

Aço
Tradicionalmente, a importação supre de 4% a 6% da demanda por aço no Brasil. No ano passado, essa fatia superou os 20%, com aumento superior a 150% no volume importado. “Não são as indústrias nacionais que não têm competitividade, é o Brasil que não é competitivo”, diz José Velloso, da Abimaq. (Págs. 1, Caderno especial)

Pluma aumenta vôos ao Brasil
A empresa aérea Pluma, controlada pelo fundo de investimento Leadgate, abre em julho mais nove rotas entre Montevidéu e capitais brasileiras. Será a estrangeira com maior quantidade de vôos para o Brasil, superando a TAP e a American Airlines. (Págs. 1 e B6)

Gerdau reforça unidades em SP
A Gerdau anunciou ontem investimentos de R$ 718 milhões para ampliar a capacidade de produção de suas unidades no Estado de São Paulo, nos municípios de Pindamonhangaba e Araçariguama. (Págs. 1 e B8)

Cosan dá ênfase aos trilhos
A Rumo Logística – braço de transportes da Cosan, maior grupo sucroalcooleiro do país – vai investir R$ 1,3 bilhão em cinco anos para transferir de caminhões para trens pelo menos metade do açúcar embarcado pelo Porto de Santos. (Págs. 1 e B9)

Câmbio para a Copa
A Febraban apresentou ao Banco Central sugestões para flexibilizar o mercado de câmbio manual com vistas à Copa. Entre elas estão o aumento do limite para operações simplificadas e isenção de responsabilidade em eventuais crimes de lavagem. (Págs. 1 e C2)

Arbitragem sem homologação
O Superior Tribunal de Justiça decidiu que sentenças de cortes internacionais de arbitragem proferidas no Brasil são decisões nacionais, e não estrangeiras. Assim, não precisam de homologação pelo Judiciário para que sejam executadas no país. (Págs. 1 e E1)

Cristiano Romero
O desafio do Brasil é como enfrentar a apreciação do real sem dar um gigantesco passo atrás em suas relações com o mundo. (Págs. 1 e A2)

Fabio Giambiagi
Uma boa medida para ser aprovada este mês poderia ser uma meta de inflação de 4,0% para o período 2013/16. (Págs. 1 e A13)

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