Do G1. Acusado de comandar um suposto “centro de agiotagem” no Senado, o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi diz ter documentos que...

Do G1.

Acusado de comandar um suposto “centro de agiotagem” no Senado, o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi diz ter documentos que atestariam a legalidade de sua atuação na liberação de limite de empréstimos consignados a servidores da Casa.

Reportagem publicada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” neste domingo (2) revela detalhes de uma investigação do Senado, mantida sob sigilo, que acusa Zoghbi de ter fraudado a folha de pagamento para aumentar o valor do crédito consignado. Segundo o jornal, o ex-diretor de RH aumentava o limite de crédito a que o funcionário teria direito, ultrapassando o teto estabelecido de 30% e gerando uma “margem adicional” de renda para viabilizar o empréstimo.

O advogado Getúlio Humberto Barbosa de Sá, defensor de Zoghbi, diz que um parecer emitido em 2004 pela Secretaria de Controle Interno do Senado atestaria a legalidade das operações. “Esse parecer afirma que o limite de 30% é apenas uma margem de segurança”, relata.

Ainda segundo Barbosa de Sá, um documento do Banco Central, emitido em 2005, também não teria identificado irregularidades nas ações de Zoghbi em relação aos créditos consignados. O advogado promete apresentar esses papéis nesta semana.

Prática antiga

Barbosa de Sá diz que a ampliação dos limites de empréstimo é uma “prática antiga e rotineira” na Casa. “É uma questão histórica, que vem desde a época do IPC (Instituto de Previdência dos Congressistas extinto em 1997)”, alega.

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