Com informações do Hoje em Dia Três empresas internacionais devem se digladiar  até o fim do mês por um negócio avaliado em R$ 5,5...

Com informações do Hoje em Dia

Três empresas internacionais devem se digladiar  até o fim do mês por um negócio avaliado em R$ 5,5 bilhões. A compra de 36 aviões caças de última geração para a Aeronáutica é tida como acordo preferencial pela norte-americana Boeing, fabricante do F-18 Super Hornet, a francesa Dassaut (Rafale) e a sueca Saab (Gripen). O projeto F-X2, como é denominado pela Força Aérea Brasileira, é o novo capítulo de uma história que se arrasta desde o governo FHC. A ideia é concluir a compra até 7 de setembro, para as comemorações da Independência.  Com o binóculo focado no negócio, representantes das três empresas se armam com investimento pesado em lobby.

Além das cifras estratosféricas envolvidas no negócio, a importância do acordo é ainda maior porque deve influenciar a escolha de outros países. Índia e Cingapura são alguns dos que se preparam para fechar compras semelhantes. “Os aviões caças são o suprassumo da tecnologia. As três empresas estão com produtos novos, precisando vender, e o mercado não é tão grande quanto em outros tempos”, explica Bengt Janér, diretor da Gripen Brasil. Desde o início do processo, há um ano, a Aeronáutica já eliminou da seleção três caças: o norte-americano Lockheed Martin F-35, o russo Sukhoi e o europeu Typhoon.

A aeronave russa era a preferida pela FAB, mas questões políticas e a dificuldade de negociação puseram a pá de cal no negócio. “O Sukhoi é um projeto esgotado. Além disso, a flexibilidade dos russos é zero. São negociadores duros, não transferem qualquer tecnologia”, explica o especialista em armamentos Roberto Godoy.

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