Da Agência Leia. Sem acordo para votação das medidas provisórias (MPs) que trancam a pauta das sessões ordinárias, os deputados optaram por realizar sessão...

Da Agência Leia.

Sem acordo para votação das medidas provisórias (MPs) que trancam a pauta das sessões ordinárias, os deputados optaram por realizar sessão extra para discutir a eleição dos políticos brasileiros que farão parte do Parlamento do Mercosul. O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), apresentou requerimento pedindo a urgência na votação do projeto de autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) com as regras para eleição dos membros do Parlasul. O pedido de tramitação rápida foi aprovado com 287 votos favoráveis e 11 contrários.

A pressa na aprovação do projeto tem como justificativa o fato de que as regras para eleição dos deputados do Parlasul precisam ser confirmadas pela Câmara e pelo Senado até 3 de outubro, de forma a serem válidas para o pleito majoritário de 2010.

Com a urgência constitucional, o tema tem que ser aprovado em até 45 dias no plenário, sob pena de trancar a pauta dos trabalhos das sessões ordinárias juntamente com as MPs. O objetivo dos governistas é, no entanto, aprovar o texto em plenário antes do prazo-limite, a fim de garantir que seja encaminhado e votado antes de outubro.

O texto do deputado Zaratini determina que nas eleições majoritárias de 2010, além de escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados federais e estaduais, os eleitores escolherão também os deputados do Parlamento do Mercosul.

O Brasil terá direito a 37 representantes no Congresso do Cone Sul. Será a maior bancada isolada, já que Argentina contará com 27 deputados e Paraguai e Uruguai terão, cada um, 18 deputados. Em 2014, o número de deputados do Brasil será elevado para 75 representantes e a Argentina contará com 37 deputados. Os números de parlamentares do Uruguai permanecerão inalterados.

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