A assessoria de imprensa da Liderança do PT no Senado acaba de divulgar mais uma nota à imprensa tentando justificar a dubiedade da bancada...

A assessoria de imprensa da Liderança do PT no Senado acaba de divulgar mais uma nota à imprensa tentando justificar a dubiedade da bancada do partido diante da crise que envolve o presidente da Casa, José Sarney.

A íntegra é a seguinte:

A bancada do PT sempre foi coerente, transparente e assumiu uma posição consistente em relação às acusações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A afirmação é do líder petista no Senado, Aloizio Mercadante (PT-SP), ao comentar nesta quarta-feira (5) a reunião realizada na terça-feira (4) com partidos da oposição a respeito da crise.

“O PT sempre defendeu a licença do presidente Sarney da Presidência do Senado, em caráter voluntário, para que tudo possa ser apurado, com rigor, amplo direito de defesa e equilíbrio”, sustenta. Mercadante assegura que não houve decisão na reunião pela renúncia do senador maranhense. “Participei de reunião com vários senadores da Casa, alguns líderes de oposição, e não foi proposta nenhuma nota conjunta pela renúncia do presidente Sarney”.

Para Mercadante, a renúncia é uma condenação sem a apuração, direito de defesa e julgamento. O líder contesta a informação, divulgada por alguns jornais, de que todos os partidos da oposição defenderam a renúncia. Ontem no plenário, apenas o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), defendeu a renúncia, informa. O presidente do partido, senador Sergio Guerra (PE), disse publicamente que “a posição foi pedir o afastamento do Sarney por dois meses”.

Já o líder do DEM, José Agripino (RN), disse no plenário: “Não vou aqui falar pelo meu partido e pedir renúncia do presidente Sarney. Não há por quê. Não há pragmatismo nessa proposta.” Portanto, “nenhum partido de oposição apresentou um pedido de renúncia”, garantiu o líder do PT. E salienta: “Não há uma única posição e muito menos poderíamos ter um encaminhamento comum”.

Tampouco procede a informação de que PDT e PSB pediram a renúncia, acrescenta. “Esses partidos apoiaram junto com o PT a posição de licença voluntária para que as denúncias possam ser apuradas”.

Comentários


Sem comentários ainda.

Comente!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *