O jornalismo, aquela velha prostituta

O modelo de jornalismo que conhecemos hoje está em declínio. O incrível é que muitos jornalistas vibram com isso. Ele se encontra na posição da mulher adúltera da Bíblia. Falta-lhe apenas o salvador para lembrar à turba que a primeira pedrada deve ser disferida por alguém sem pecados.

As pedras voam de todos os lados. Nas ruas, repórteres são acossados pela multidão imaculada. Impedidos de realizar a cobertura das grandes mobilizações populares, são logo culpados pela omissão da imprensa, sempre confundida com um partido político.

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Um doido na Casa Branca

Nunca, jamais , em tempo algum, numa genuína democracia ocidental, alguém ousou ir tão longe em ataques contra a imprensa. Nem Ruy Falcão, nem Franklin Martins, nenhum dos inimigos da imprensa no Brasil sequer sonhou com o que Donald Trump tem feito em suas investidas contra o que chama de mainstream media, ou mídia dominante.

De todas as alegorias do presidente dos Estados Unidos, sua ojeriza à imprensa é de longe a mais persistente. Tem a cara de uma mania, palavra associada a um desequilíbrio mental que faz com que certos desejos não possam ser refreados.

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Noblat vence Eduardo Cunha na Justiça

Do site do STJ, no Blog do Noblat

O jornalista Ricardo Noblat não responderá penalmente pelas acusações de calúnia e difamação contra o deputado federal Eduardo Cunha (RJ), atual líder do PMDB na Câmara.

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não acolheu o recurso do deputado e acabou mantendo decisão de segunda instância que considerou que os comentários publicados pelo jornalista em seu blog não configuraram a intenção de caluniar ou difamar o político, mas apenas de prestar informações jornalísticas.

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