A desonestidade intelectual de um tal Renato Rovai

Eu não conheço Renato Rovai, mas já ouvi falar dele. Ocasionalmente, um ou outro de seus textos publicitários cai na minha caixa-postal e sou obrigado a lê-lo. É puro lixo, geralmente em defesa de gente da qualidade de um Zé Dirceu ou outro congênere petista ao qual o publicitário presta serviços como locador de sua própria pena.

Renato Rovai é um desses baba-ovos da pior esquerda que enriqueceu falando bem de notórios curruptos. É o editor da Revista Fórum, site que, a despeito da parca audiência que ostenta, conseguiu amealhar R$ 1,7 milhão em verbas publicitárias federais nos áureos tempos dos governos petistas (leia aqui matéria do insuspeito Fernando Rodrigues sobre o achaque dos blogueiros petralhas aos cofres da União, entre eles esse Renato Rovai).

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Folha de S.Paulo: Jornalista Paulo Henrique Amorim é condenado por injúria

DE SÃO PAULO – O apresentador Paulo Henrique Amorim, da TV Record, foi condenado a um ano e oito meses de prisão por “injúria preconceituosa”, por ter chamado o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo, de “negro de alma branca”. A pena foi substituída por pena restritiva de direito. A advogada de Amorim disse que vai recorrer.

Na terça-feira, a Justiça paulista suspendeu a censura ao Blog do Pannunzio, que estava fora do ar desde setembro de 2012, quando o então secretário estadual de Segurança Antônio Ferreira Pinto pediu retirada de texto crítico à atuação da polícia na gestão de Alckmin.

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Paulo Henrique Amorim condenado por injúria racial

Agora é oficial: Paulo Henrique Amorim foi condenado por injúria racial. Foi ele quem disse que Heraldo Pereira, da Globo, é negro de alma branca. Foi ele quem disse que Heraldo não tem méritos além de ser negro e filho de uma família pobre. A pena: 1 ano e oito meses de reclusão.
Não se trata de sentença de juiz singular. É decisão colegiada.
Paulo Henrique Amorim, porta-voz da ala golpista do PT, é racista! Ponto final.
Daqui a pouco volto com mais detalhes.

PHA insiste em tachar Heraldo Pereira de “negro de alma branca”

A despeito de ter sido condenado por injúria racial por Paulo Preto e de ter sido forçado a se retratar e pagar uma indenização de R$ 30 mil para encerrar uma  ação civil aberta pelo jornalista Heraldo Pereira, o apresentador da TV do bispo Edir Macedo Paulo Henrique Amorim voltou a ofender o colega da Rede Globo.

Em manchete estampada na capa do blog, PHA provoca: “Heraldo, Maurício Black não é um negro de alma branca” (veja reprodução acima). É a chamada para uma entrevista publicada na edição deste mês da Revista Raça na qual ele tenta explicar aquilo que Heraldo classifica como “racismo secundário”– manifestações de preconceito explícitas ou implícitas feitas de maneira reiterada.

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Estudo do Censo 2010 aponta desigualdade em trabalhos iguais

Ivone Caetano, de 67 anos, foi a primeira mulher negra a se tornar juíza do Tribunal de Justiça do Rio, há 18 anos. De lá para cá, o país vem registrando diminuição da desigualdade entre negros e brancos e homens e mulheres. Apesar desses avanços, no entanto, Ivone segue como exceção nas estatísticas. É o que mostram tabulações do Censo 2010 feitas com exclusividade pelo GLOBO. Nas carreiras de maior renda, as mulheres e os brasileiros que se autodeclaram pretos ou pardos ao IBGE são, quase sempre, minoria e, mesmo ali, tendem a ganhar menos. Das 438 profissões listadas no Censo, em só 16, ou 4% do total, a renda média dos trabalhadores pretos e pardos supera a dos brancos. No caso das mulheres, o número de ocupações em que a renda média supera a de homens chega a 49, ou 11% do total.
A profissão de Ivone exemplifica bem a desigualdade. Juízes são, segundo o IBGE, a profissão mais bem paga do país, com renda média de quase R$ 17 mil. As mulheres nessa ocupação, no entanto, representam apenas 31% do total, e recebiam, em média, 23% a menos do que os homens juízes.
Entre juízes,só 13% de negros
Encontrar magistrados pretos ou pardos é ainda mais raro. Apesar de eles representarem cerca de metade da população, entre juízes a proporção é de 13%. Excetuando ocupações com número muito baixo de trabalhadores, é a profissão com o menor percentual desse grupo entre todas do Censo. E eles ganham, em média, 14% a menos que seus colegas brancos.
— Na minha profissão, sempre fui tratada com muito respeito, mas há manifestações veladas de preconceito. Como afirmou a (ex-senadora) Marina Silva, ‘o desvalor da pessoa traz o desvalor da palavra’: é ver que o que você diz não é tão levado em conta — afirma Ivone, juíza titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da capital.
Com mãe lavadeira de 11 filhos “abaixo da linha da pobreza”, a juíza estudou em colégio público “e particular de baixa qualidade”. Aos 18 anos, foi trabalhar como digitadora do IBGE; depois, acumulou o trabalho com outros dois, passando a ter três empregos ao mesmo tempo, para ajudar a família.
— Entrei com 25 anos na faculdade de Direito, e só entrei porque casei: meu marido, engenheiro, tinha condições financeiras, então pude parar de trabalhar e ir estudar. Advoguei e passei para a magistratura em 1994, com 49. Alguém só consegue passar num concurso aos 49 anos e você vai dizer que não há desigualdade? — diz Ivone.
No outro extremo, o das profissões mal remuneradas, a lógica é na mão inversa: pescadores, por exemplo, estão entre as dez profissões com maior proporção de pretos e pardos (72%). A ocupação figura também na lista das dez profissões de pior remuneração média (R$ 396). Mas, mesmo nesse trabalho de pouca qualificação, a renda média de brancos também supera a dos colegas da mesma profissão em 55% (R$ 522 para brancos, R$ 337 para pretos e pardos).

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Cotas raciais, um erro

Editorial da Folha de São Paulo

O Supremo Tribunal Federal declarou as políticas de cotas raciais em universidades federais compatíveis com a Constituição. A decisão será saudada como um avanço, mas nem por isso terá sido menos equivocada.

Ninguém duvida que a escravidão foi uma catástrofe social cujos efeitos perniciosos ainda se propagam mais de um século após a Abolição. Descendentes de cativos -de origem africana ou nativa, pois também houve escravização de índios- sofrem, na maioria dos casos, uma desvantagem competitiva impingida desde o nascimento.

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Heraldo Pereira fala pela primeira vez desde que foi alvo de injúrias racistas de Paulo Henrique Amorim

“O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar. É uma sentença definitiva”. A frase resume o que o jornalista Heraldo Pereira sente em relação às ofensas racistas proferidas por seu detrator, Paulo Henrique Amorim, dono do blog Conversa Afiada.

O apresentador do programa dominical da TV do bispo Edir Macedo afirmou que Heraldo não tem méritos para estar na bancada do Jornal Nacional além de sua origem humilde e do fato de ser negro.  E chamou o colega da Globo de “negro de alma branca”, expressão que o Dicionário do Politicamente Correto editado pela Presidência da República sob Lula define como ” um dos slogans mais terríveis da ideologia do branqueamento no País, que atribui valor máximo à raça branca, e mínimo aos negros“.

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Mais uma mentira da BESTA: Heraldo Pereira furou greve onde não trabalhava

É inacreditável o esforço da BESTA (Blogosfera Estatal) para injuriar o jornalista Heraldo Pereira, alvo preferencial dos ataques da claque governista desde que forçou Paulo Henrique Amorim a se retratar e a pagar R$ 30 mil de indenização por tê-lo chamado de “negro de alma branca”. Agora, aos blogueiros pagos da BESTA, soma-se também uma parte da pelegada sindicalista.

Encontrei por acaso na internet um artigo intitulado “Heraldo Pereira e a negritude” no qual um autoproclamado “negro, jornalista e militante social” Fernando Paulino recorre a “lembranças” de uma greve dos anos 80 para afirmar que “foi meu primeiro contato, à meia distância, com Heraldo Pereira, que furou a greve”.

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Site dos neonazistas presos continua ativo. A ameaça ainda paira no ar

A sociedade que se acautele. A ameaça neonazista representada pelas promessas de ações violentas contra homossexuais, feministas, negros e judeus está longe de terminar. A  prisão de Emerson Eduardo Rodrigues e Marcello Valle Silveira Mello, responsáveis pelo site que propalava o ódio racial e de gênero,  revela algo da maior gravidade: o novo terrorismo agora tem uma certa organicidade e ganha corpo na internet.

O domínio silviokoerich.org continua ativo e lá ainda se pode ler toda a documentação produzida pelos fanáticos arianos. É de arrepiar. Onze dias atrás, sintetizando seu ódio misógino, antissionista, homofóbico e racista, o ideólogo do novo nazismo virtual justificava previamente as razões do ataques que pretendia desferir.

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Dulci, Fernando Morais, Paulo Henrique Amorim e o “pum” que quase estraga a festa de Ricardo Amaral

PHA procura ambiente... (foto de Márcio Chaer)

Era para ser a noite de Ricardo Amaral, jornalista de longa estrada que funcionou como assessor de Dilma Rousseff na campanha eleitoral. Ele lançou ontem à noite o livro “A Vida Quer é Coragem” na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, sobre os bastidores da campanha.

Aluga os ouvidos do constrangido Fernando Morais.. (foto de Márcio Chaer)

Por pouco, não foi.

Na longa fila de espera , um casal de blogueiros progressistas aguardava ansioso sua vez de  ganhar um autógrafo. Poucos metros atrás, uma amiga antiga de olhos ferinos observava a cena.

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BB fecha a caixa-preta da publicidade para não dizer quanto paga a Paulo Henrique Amorim

Ao contrário do que fizeram os Correios e a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil não vai revelar quanto o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim recebeu de patrocínio da instituição. A negativa foi comunicada ao Blog do Pannunzio por e-mail assinado pelo assessor de imprensa do BB,  Marco Túlio.

“O Banco do Brasil anunciou, em 2011, em 153 sites e blogs, que são selecionados seguindo critérios técnicos como cobertura e audiência. Dentre eles, está o Conversa Afiada.”, explicou o assessor sem, no entanto, explicitar quais seriam esses critérios.

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O lucro do governismo de Paulo Henrique Amorim: R$ 833 mil (só da Caixa)

O chefe da claque governista na internet, o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, recebeu da Caixa Econômica Federal R$  833,28 mil reais em patrocínios para sua página eletrônica. O valor foi informado ao Blog do Pannunzio pela Assessoria de Imprensa da CEF e se refere a 20 meses de veiculação de banners em 2011 e 2012.

O valor mensal dos patrocínios arrecadados é equivalente ao que o Conversa Afiada recebeu dos Correios — R$ 40 mil mensais pela veiculação de uma campanha do Sedex entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano. O contrato com os Correios foi suspenso, segundo a estatal em função do fim da campanha.

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Paulo Paim: “Alma não tem cor”

O Senador Paulo Paim (PT-RS), único parlamentar afro-descendente do Senado da República, declinou do convite para testemunhar a favor do blogueiro Paulo Henrique Amorim no processo aberto pelo comentarista político da Rede Globo Heraldo Pereira. Meses atrás, Paim foi procurado pelo blogueiro, que pretendia obter dele o testemunho de que não é racista.

Paulo Henrique Amorim propôs um acordo, ainda não integralmente cumprido, para evitar a condenação iminente. Foi obrigado a pagar RS 30 mil a uma instituição de caridade e a se retratar publicamente em sua própria página eletrônica e em dois grandes jornais.

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Repórter da Globo pede que jornalista faça nova retratação

Da Folha de São Paulo

O repórter da TV Globo Heraldo Pereira pediu à Justiça do Distrito Federal que o jornalista Paulo Henrique Amorim faça uma nova retratação.

Pereira quer a publicação de dois novos anúncios na Folha e no “Correio Braziliense” na ação em que se diz vítima de injúria e racismo.

Em seu site “Conversa Afiada”, Amorim empregou expressões como “negro de alma branca” para falar do repórter. Em fevereiro, eles fecharam acordo para que Amorim pagasse R$ 30 mil a uma instituição e publicasse um anúncio em cada jornal.

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Retratação a Heraldo Pereira foi conversa fiada

Texto de Pedro Caribé, publicado no site da AfroPress Agência de Comunicação Multiétnica

O pagamento da indenização e retratação de Paulo Henrique Amorim (PHA) ao jornalista Heraldo Pereira não foi suficiente para convencer o réu de ter praticado ato racista. Antes e depois de sentar no tribunal, PHA e seus pares tentaram desconstruir a todo custo a legitimidade da indignação de Heraldo.

Tentaram tergiversar o debate para arena ideológica, onde a Heraldo caberia o papel de reforçar o ar pejorativo de “ser negro de alma branca”, a serviço de idéias conservadoras, e os movimentos negros a possibilidade de serem coagidos ou cooptados no posicionamento.

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Advogado de Heraldo Pereira vai denunciar novo descumprimento de sentença

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

Paulo Roque Khouri, um dos advogados que representam o jornalista Heraldo Pereira, da Globo, vai  informar nesta quinta-feira ao juiz Daniel Felipe Machado, da Décima-Segunda Vara Cível do DF, que houve novo descumprimento da sentença resultante do acordo firmado com o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim.

PHA foi processado civil e criminalmente por haver afirmado que Heraldo não tem méritos para estar na bancada do Jornal Nacional além de ser  negro de origem humilde. Ele também utilizou a expressão racista “negro de alma branca” em referência depreciativa ao colega da Globo. De acordo com  a Cartilha do Politicamente Correto e Direitos Humanos, editada pela Presidência da República em 2004, “preto de alma branca” é um dos slogans mais terríveis da ideologia do branqueamento no País, que atribui valor máximo à raça branca, e mínimo aos negros”.

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Folha rejeitou anúncio de Paulo Henrique Amorim que desvirtuou sentença

Por Márcio Chaer, do Conjur

A Folha de S.Paulo vai publicar nesta quarta-feira (7/3) a retratação em que o blogueiro Paulo Henrique Amorim recua e reconhece seu erro nas ofensas raciais contra o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo. Sem comentários nem acréscimos: apenas com o que o juiz determinou.

O jornal explica que a retratação não foi publicada nesta terça-feira não só porque esse é o procedimento padrão, em caso de informes publicitários, como por que o texto original da sentença do juiz fora adulterado. “A diferença entre os textos tornou mais imperativa ainda a assinatura do termo de responsabilidade”, explicou o diretor jurídico da Folha, Orlando Molina.

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Quem, então, é o verdadeiro PIG, PHA ?

PIG, de acordo com a Wikipedia, significa “Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG) . É uma expressão usada por órgãos de imprensa e blogs políticos de orientação de esquerda para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas por eles considerados tendenciosos, que se utilizariam do que chamam grande mídia como meio de propagar suas ideias e tentar desestabilizar governos de orientação política contrária”.

PIG, na minha modesta maneira de ver as coisas, é uma expressão negativa, pejorativa, estigmatizante, com a qual o blogueiro Paulo Henrique e seus mujahidins achincalham todos os que não concordam com as bobagens que ele escreve. PIG, porco, é aquele que não se enquadra no maniqueísmo das categorias e das conveniências comerciais do blogueiro. É quem não se alinha ao neobolcheviquismo de araque de PHA.

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Com novo patrocinador estatal, PHA descumpre pela segunda vez acordo com Heraldo Pereira

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

O jornalista autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, apresentador de um ebdomadário domincal na TV do Bispo Edir Macedo e dono do site Conversa Afiada, descumpriu pela segunda vez consecutiva o acordo que assinou para encerrar um processo civil aberto contra ele por Heraldo Pereira, da Globo. PHA afirmou que Heraldo não tem nenhum mérito profissional para estar na bancada do Jornal Nacional além de ser filho de uma família humilde e ser negro. PHA chamou o colega de “negro de alma branca”

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Aos mujahidins da blogosfera governista: PHA, o “destemperado”, foi, sim, condenado por injúrias racistas.

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

Dedico este post aos mujahidins do PHA, que têm me cobrado explicações a respeito do que eu não disse sobre o processo envolvendo o dublê de porta-voz da Igreja Universal e neo-bolchevique do conversafiada e o Herlado Pereira.

Eu nunca disse que ele foi “condenado” no processo aberto pelo Heraldo na esfera Cível. Eu sempre disse que houve um acordo — um acordo desmoralizante para ele, mas ainda assim um acordo. Com peso de sentença condenatória, porque foi obrigado a pagar R$ 30 mil para encerrar a lide e a se retratar. Mas ainda assim um acordo.

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As discussões sobre racismo

O post que reproduzo abaixo foi publicado pelo Luis Nassif, um profissional de longa história que eu respeito. Sei que ele apoia o Paulo Henrique Amorim e é por isto que reproduzo o conteúdo integral do artigo do José Roberto Militão, com a introdução escrita pelo Nassif. Acho que ele está do lado errado desta vez, mas respeito o direito dele de se posicionar como bem entender. O fato a anotar é que, a despeito de contrariar seu convicção pessoal, Nassif foi bastante honesto ao publicar o texto. O que estabelece uma distinção clara entre ele e outros que sequer admitem comentários críticos em suas páginas eletrônicas.

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Injúrias racistas de PHA custaram R$ 120 mil ao contribuinte brasileiro

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

O blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, dublê de líder negro e empregado do bispo Edir Macedo, recebeu R$ 120 mil dos Correios por três meses de patrocínio a seu Der Angriff eletrônico, o blog Conversa Afiada.
O valor equivale a 1043 benefícios do programa Bolsa Família, em média de R$ 115 por família assistida,  ou a três vezes o valor do acordo que PHA foi obrigado a assinar com o jornalista Heraldo Pereira, injuriado por ele com a expressão racista “negro de alma branca”. PHA responde criminalmente pela ofensa e pode pegar até cinco anos de cadeia por prática de racismo.

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Paulo Henrique Amorim, o “negro de alma branca” e os demônios de cada um de nós

Texto da escritora Ana Maria Gonçalves

publicado em 27 de fevereiro de 2012 no site da Revista Forum

Sempre fico com um pé atrás ao ler/ouvir afirmações enfáticas do tipo “Eu não sou racista”, ou“Fulano não é racista”. Ela já é perigosa quando dita sobre si mesmo, e mais ainda quando dita sobre o outro, que é o único que deveria saber de si. Racismo, assim como o machismo ou a xenofobia, é um tipo de sentimento que facilmente contamina quem é exposto a ele, de maneira ostensiva ou velada. É herdado, não tem muito para onde escapar. Principalmente em sociedades como a nossa que, durante muito tempo, lutou para esconder a discrepância entre prática e teoria, entre evidências de racismo e manutenção e construção de um modelo de democracial racial que nunca existiu. O que precisamos fazer é estar atentos a qualquer pensamento racista e combatê-lo ali, no nascedouro, não deixando que se naturalize e domine nosso modo de agir e de pensar. Acho que só assim podemos, brancos e negros, acabar de fato com o racismo (e outros ismos): de maneira individual, consciente e, acima de tudo, honesta. Não é através de leis ou de ações afirmativas, que defendo e acho mais do que necessárias para que sirvam de proteção e escada enquanto não somos capazes dessa revolução interna. É o trabalho de cada um, doloroso e vigilante, que pode avançar cada vez que um caso atinge proporções midiáticas, porque nos faz refletir à partir de situações que colocam figuras públicas no ambiente privado, vivenciando situações nas quais às vezes podemos nos reconhecer. Como humanos e imperfeitos que somos. Falo agora do recente caso envolvendo os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Heraldo Pereira.

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PHA apela e diz que vai processar meio mundo

PHA, o Malcolm-Z da blogosfera brasileira

Aumentem o lucro do blogueiro. Paulo Henrique Amorim, que além de blogueiro é líder negro e empregado do bispo Edir Macedo, anunciou agora há pouco que vai processar 12 empresas jornalísticas e sites da internet que o criticaram por ter chamado o jornalista Heraldo Pereira de “negro de alma branca”.

PHA processa Globo, Folha e penduricalhos do PIG“, diz a manchete estampada no Der Angriff eletrônico que ele tem usado para atacar Heraldo e todos os que se opõe ao que o democrata e autorpoclamado blogueiro progressista pensa.

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Heraldo, a cor e a alma

Demétrio Magnoli

Publicado no Jornal O Globo

PHA, o Malcolm-Z da blogosfera brasileira

A retratação, obtida por meio dos tribunais, circula na imprensa e na internet. Nela o blogueiro Paulo Henrique Amorim retira cada uma das infâmias que assacou contra o jornalista Heraldo Pereira, apresentador do Jornal Nacional e comentarista político do Jornal da Globo. No seu blog, entre outras injúrias, Amorim classificou Heraldo como “negro de  alma branca” e escreveu que o jornalista “não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”.

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Yellow pride, uma delícia de manifesto antirracista

Pesquei o texto na seção de comentários do Blog do Reinaldo Azevedo. Um momento de bom-humor em meio à guerra autofágica dos jornalistas, que lutam entre si para ver quem é mais branco, negro ou… amarelo! Assinado por Maurício, que eu gostaria muito de saber quem é.

Yellow Pride

Sentindo sermos parte de uma minoria, segregada no Brasil, nós Japas reivindicamos uma atitude do governo federal para sermos igualados aos negros no status dos direitos de cidadãos, mesmo que não possa chamar negro de negro.

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O racismo que dá lucro

Paulo Henrique Amorim, blogueiro autoproclamado progressista e apresentador da TV do bispo Edir Macedo,  teve lucro com suas injúrias racistas. No blog dele está estampada a manchete “Heraldo aumenta a audiência do CAf em 42%“. O blogueiro “progressista” se ufana de sua obra: “Tem publicidade melhor do que essa?”

Para o caso dele, não deve haver.

Se o que PHA queria era ficar estigmatizado como o último racista assumido da imprensa brasileira,  conseguiu. Se seu objetivo era a auto-desmoralização, ele conseguiu. Se o objetivo era sanar dúvidas sobre seu caráter, também conseguiu. E, no fim das contas, ainda saiu lucrando 42%.

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