O blogueiro vai virar avô daqui a pouco

Um aviso aos amigos. Minha filha mais velha, Bruna, vai dar à luz uma menina que, se tudo correr bem, vai nascer esta noite, gordinha e muito saudável.
O nome já está escolhido. Será Manuela. O pai, Marcos, disse que a escolha foi consensual, mas eu não acredito. Na minha família, criou-se uma tradição sólida segundo a qual as mulheres é que dão nome aos filhos.
Tive cinco filhos e não consegui por em nenhum o nome que eu queria — Fernando ou Fernanda. Por sorte minha mulher, que se chama Luciana, tem uma filha chamada Maria Fernanda.
Os mais próximos dizem que eu me aproximei dela por causa do nome da futura enteada. Não me lembro exatamente por que foi, pode mesmo ser verdade.
Aviso mais tarde sobre o andamento dos procedimentos. Deve demorar um bocado porque a Bruna tenta ter parto normal. Até agora está tudo correndo bem.

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Os fascistas da BESTA, por Adriana Vandoni, do Prosa e Política

Vocês viram ontem o post sobre o ator José de Abreu intimidando e ameaçando um perfil no twitter. Inclusive afirmando ter usado a Polícia Federal para banir o perfil adversário. Ontem mesmo sua trupe da BESTA (Blogosfera Estatal) começou a publicar textos sobre mim. De extremista direita a presidente da Fundação Leonel Brizola, passando por pré-candidata e assessora, ou de Arthur Virgílio, ou de Pedro Taques. Mas os ataques a mim são apenas um detalhe, pouco me importo com o que a BESTA acha ou pensa de mim. Isso é apenas um exemplo de quão baixo eles podem chegar.

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CGU, sobre a Lei de Acesso à Informação: Faça o que eu digo, não o que eu faço.

Faltam 27 dias para a Lei 12.527/11 passar a vigorar. Mas nem Controladoria-Geral da União, órgão encarregado de comandar o processo de adaptação da máquina pública à realidade ditada pela Lei de Acesso à Informação (ou Lei da Transparência), consegue se adequar às novas normas.

A lei estabelece prazo máximo de 20 dias para que órgãos da administração direta, indireta, estatais, fundações, sociedades de economia mista, empresas e entidades conveniadas com o Poder Púbico liberem informações sobre qualquer assunto que não tenha caráter pessoal ou seja qualificada formalmente como sigilosa.

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A imprensa no banco dos réus: quem não deve, não teme

A Imprensa brasileira se transformou em protagonista da cena política assim que começaram a surgir os primeiros vazamentos que desaguaram na CPI do Cachoeira. Sob suspeita de atuar como partido desde que Lula começou uma campanha para melar o Mensalão, o jornalismo talvez nunca tenha sido alvo de tantos ataques em sua história.

As suspeitas ganharam espaço na internet quando o deputado Fernando Ferro, fazendo eco à paranóia lulista, criou o termo Partido da Imprensa Golpista, depois apropriado por agente da propaganda governamental financiados por estatais com rios de dinheiro do contribuinte. E se solidificaram a partir dos primeiros sinais de que o bicheiro Carlinhos Cachoeira havia se servido de jornalistas para provocar algumas das maiores crises da república lulopetista. O principal elemento dos detratores da “velha mídia” são os 200 telefonemas trocados entre o chefe do escritório da Revista Veja, Policarpo Jr., e o bicheiro goiano.

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Ex-presidente do Tribunal de Justiça de SP recebeu R$ 723 mil em um único mês

Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo

Em um único mês, novembro de 2008, o desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi, na época presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, recebeu R$ 723.474,93 entre salário e desembolsos extraordinários relativos a férias e licenças-prêmio. O salário foi de R$ 373.598.17. Por atrasados, ele recebeu R$ 349.876,74 acrescidos do Fator de Atualização Monetária (FAM), plus que incide sobre vantagens concedidas à toga.

Os dados constam de planilha confidencial expedida pela Diretoria da Folha de Pagamento da Magistratura (DFM). O documento aponta “pagamentos excepcionais” a Bellocchi, que presidiu a maior corte do País entre 2008 e 2009.

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Escolha de Odair Cunha é vitória política de Ideli e Chinaglia

No Blog do João Bosco Rabello

A escolha do vice-líder do governo, Odair Cunha (PT-MG), para o cargo de relator da CPI do Cachoeira é uma vitória política da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP). É uma derrota dupla do grupo do ex-líder Candido Vaccarezza (PT-SP)- substituído por Chinaglia- , contribuindo para alimentar a divisão interna na bancada do PT da Câmara.

De uma tacada só, Ideli e Chinaglia vetaram a indicação de Vaccarezza, nome que tinha a simpatia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao mesmo tempo, conseguiram afastar do páreo o paulista Paulo Teixeira, antecessor de Jilmar Tatto (PT-SP) na liderança da bancada.

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Foragido, tesoureiro de Cachoeira quer falar na CPI para ‘cooperar’

Apontado pela Polícia Federal como o arquivo vivo do esquema de pagamento de propina a políticos e servidores públicos comandado pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, Geovani Pereira da Silva está “pronto para cooperar” com a CPI instalada para investigar, no Congresso, o caso. O porta-voz do recado é seu advogado, Calisto Abdala Neto, que tenta garantir a liberdade do cliente. Para a Justiça, o homem apontado como tesoureiro de Cachoeira é considerado foragido há quase dois meses.

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Hoje o STF julgará as cotas

Hélio Gaspari

O Supremo Tribunal Federal julgará hoje a constitucionalidade das cotas para afrodescendentes e índios nas universidades públicas brasileiras. No palpite de quem conhece a Corte, o resultado será de, pelo menos, sete votos a favor e quatro contra. Terminará assim um debate que durou mais de uma década e, como outros, do século 19, expôs a retórica de um pedaço do andar de cima que via na iniciativa o prelúdio do fim do mundo.

Em 1871, quando o Parlamento discutia a Lei do Ventre Livre, argumentou-se que libertando-se os filhos de escravos condenava-se as crianças ao desamparo e à mendicância. “Lei de Herodes”, segundo o romancista José de Alencar.

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Procuradoria vai investigar governador do DF e deputados

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai investigar o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e três deputados ligados a Carlos Cachoeira.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou ontem Gurgel a procurar diretamente o Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro especial.

Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal mostram Cachoeira e integrantes de seu grupo discutindo com assessores de Agnelo nomeações e contratos de empresas privadas com seu governo.

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Petista, relator é ligado a Marco Maia e Chinaglia

Petista desde 1999, o relator da CPI, Odair Cunha (MG), está em seu terceiro mandato como deputado e é ligado ao grupo do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP). Eles têm vencido as principais disputas internas no PT.

Cunha participou, em 2005, da CPI do Mensalão, que acabou esvaziada. Recentemente, relatou matérias importantes para o governo, como a prorrogação da DRU (Desvinculação das Receitas da União).

Mas também foi responsabilizado pelo cochilo dos governistas que permitiu a convocação de Ideli Salvatti (Relações Institucionais) para explicar a compra de lanchas pela Pesca.

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Planalto emplaca relator e tenta obter controle sobre CPI

O governo Dilma Rousseff indicou ontem um aliado como relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que vai investigar os negócios do empresário Carlos Cachoeira, sinalizando a intenção de manter as atividades da comissão sob seu controle.

Como relator, o deputado Odair Cunha (PT-MG) terá amplos poderes para conduzir as investigações e será responsável pelo relatório em que serão expostas as conclusões da CPI, que foi instalada formalmente ontem à noite.

O Palácio do Planalto quer evitar que a comissão crie constrangimentos para o governo federal e trabalha para conter os setores do PT que desejam transformá-la em instrumento para um confronto com os partidos que fazem oposição à presidente.

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