Um doido na Casa Branca

Nunca, jamais , em tempo algum, numa genuína democracia ocidental, alguém ousou ir tão longe em ataques contra a imprensa. Nem Ruy Falcão, nem Franklin Martins, nenhum dos inimigos da imprensa no Brasil sequer sonhou com o que Donald Trump tem feito em suas investidas contra o que chama de mainstream media, ou mídia dominante.

De todas as alegorias do presidente dos Estados Unidos, sua ojeriza à imprensa é de longe a mais persistente. Tem a cara de uma mania, palavra associada a um desequilíbrio mental que faz com que certos desejos não possam ser refreados.

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Lula, o censor, por Ricardo Noblat

Indique a resposta certa:

Por que Lula repete com tanta insistência que o PT não precisa da opinião de “formadores de opinião” para saber como se comportar com decência?

Opção A: Porque a opinião dos “formadores de opinião” rejeitada por ele costuma ser contrária ao modo de o PT se comportar. Se fosse favorável, ele não reclamaria;

Opção B: Porque detesta “formadores de opinião” em geral e alguns em particular. Beneficia-se da opinião daqueles que o reverenciam, mas nem desses gosta muito;

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Criminosos põem fogo em mais um ônibus em São Paulo

Criminosos incendiaram mais um ônibus, no fim da noite desta quinta-feira, no Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. Segundo informações da Polícia Militar, dois menores foram responsáveis pelo ataque. Os dois pararam com um carro em frente ao ônibus e exigiram que os cerca de 40 passageiros descessem.
Em seguida, os dois atearam fogo no veículo, que ficou destruído. Ninguém ficou ferido e a dupla fugiu. Moradores da região afirmam que a ação foi um protesto contra a morte de cinco pessoas na região. Agora já são onze em uma semana.
Também na noite de quinta-feira, um policial militar que estava de folga foi atacado por criminosos. Ele seguia de moto pela Avenida Teotônio Vilela, em Interlagos, também na zona sul, quando foi abordado por dois criminosos armados em uma moto. O policial reagiu e baleou os dois.
O comando da PM decidiu que haverá policiais militares à paisana dentro dos ônibus em São Paulo para tentar conter os ataques. Apesar dos ataques aos ônibus, contra as bases da PM e as mortes de policiais em dias de folga, o comando afirma que não existe relação entre os casos. E que a violência é uma reação às ações da polícia contra crimes como roubo de caixas eletrônicos e tráfico de drogas.

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Após novos ataques, viações tiram ônibus das ruas e comércio fecha

ANDRÉ CARAMANTE E AFONSO BENITES

Ônibus queimados, viações recolhendo veículos, comércio fechado com medo de saques e protesto de moradores que ficaram a pé.

Os casos de violência em São Paulo, principalmente nos extremos das zonas sul e leste, aumentaram nos últimos dias -no Capão Redondo, 11 pessoas foram mortas em seis dias.

Desde sexta, o policiamento foi reforçado após o assassinato de seis PMs. No fim da noite de ontem, a falta de transporte coletivo em alguns bairros era reflexo dos ataques ocorridos no dia anterior.

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Execuções de PMs podem ser retaliação do PCC

São Paulo está às voltas com uma nova onda de terror. Três policiais militares foram assassinados nos últimos sete dias — o número de execuções pode chegar a 7, dependendo da fonte. Seria uma retaliação do PCC contra a execução sumária de um dos integrantes da facção criminosa pela ROTA, o “grupo de elite”da PM paulista.

A ação da ROTA foi denunciada pelo Blog do Pannunzio, assim como as primeiras ameaças de retaliação feitas pelo PCC, que mandou baixar as portas do comércio e impediu o funcionamento de escolas da Zona Leste de São Paulo.

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