Corregedoria vai pedir expulsão do delegado que despiu escrivã na marra

O delegado Eduardo Henrique de Carvalho Filho deve ser expulso da Polícia Civil do Estado de São Paulo.  Foi ele quem conduziu a desastrada Operação Pelada, que tinha por objetivo produzir um flagrante de concussão e terminou com as cenas constrangedoras, reveladas pelo Blog do Pannunzio e pela Rede Bandeirantes, em que uma escrivã de polícia é despida de maneira brutal pela equipe de corregedores comandada por Eduardo Filho.

A recomendação de que seja demitido consta do procedimento administrativo instaurado pela Corregedoria, que já está pronto para ser enviado ao secretário de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto. É ele quem vai decidir se demite ou não o policial.  Na época, no entanto, Ferreira Pinto foi informado dos detalhes da Operação Pelada e mandou engavetá-la. Chegou a convocar o delegado a seu gabinete para cumprimentá-lo pela “ação bem-sucedida”.

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O que dizem os companheiros do investigador reintegrado à Polícia Civil por determinação judicial

No dia 18 de março o blog publicou uma reportem dando conta da reintegração à Polícia civil do um investigador Elison Rozziolli, demitido no curso de um processo em que são patentes as dúvidas sobre a ocorrência do fato que gerou a punição. No post, afirmei ser plausível que  dois companheiros desse investigador  tenham tentado achacar um comerciante que vendera cerveja sem emitir a nota fiscal. Todos foram demitidos a bem do serviço público. Elison Rizziolli foi o primeiro a obter a reintegração .

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O que (ainda) sustenta a corregedora da Polícia Civil de SP no cargo

Trefiglio: se ela não ligar pedindo a conta, o Secretário liga para ela.

Espera-se para qualquer momento o desfecho do caso que envolve o centro negrálgico da Segurança em São Paulo. Presa à cadeira de Corregedora-Geral por um fio, a delegada Maria Inês Trefiglio Valente segue comandando a polícia da polícia judiciária paulista. Mas em silêncio e longe da ribalta.

Pesa contra ela a ira do Secretário Antônio Ferreria Pinto, colocado no foco do escândalo, desatado depois que o Blog do Pannunzio e a Rede Bandeirantes divulgaram imagens que mostram delegados da corregedoria despindo à força uma escrivã que vinha sendo investigada por concussão. Maria Inês disse e reiterou, em entrevista coletiva concedida na última segunda-feira, que o secretário tinha conhecimento do video.

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Delegado acusado de agredir cadeirante volta ao trabalho

O delegado Damásio Marino voltou, parcialmente, ao trabalho. Ele havia sido afastado em janeiro, acusado de agredir o advogado e cadeirante Anatole Magalhães Macedo Morandini após uma discussão por uma vaga de estacionamento pública destinada à deficientes físicos, em São José dos Campos. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Marino está trabalhando em funções administrativas na Delegacia Seccional da cidade.

Ele era titular do 6.º Distrito Policial, mas foi afastado por 30 dias de suas funções, por ordem do secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, para que a agressão fosse investigada. Segundo a SSP, como o afastamento de 30 dias já terminou, Marino desempenha funções administrativas na Delegacia Seccional, cujo titular é Fábio Cesnik.

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Operação Pelada: Corregedora-geral é a próxima da lista de exonerações

Trefiglio: se ela não ligar pedindo a conta, o Secretário liga para ela.

A situação da Corregedora-Geral da Polícia São Paulo é crítica. A saída dela deve ser anunciada nas próximas horas, segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública. Maria Inês Trefiglio causou embaraços ao Palácio dos Bandeirantes e à cúpula da Polícia Civil ao apoiar e elogiar a ação truculenta da turma de delegados que algemou, despiu e humilhou uma escrivã acusada de concussão nas dependências da delegacia de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. “Ou ela sai a pedido, ou saímos com ela”, afirmou um dos integrantes da cúpula da Segurança no Estado.

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Outro lado: Policiais sempre negaram abuso durante revista

Na investigação anterior para apurar um suposto abuso de autoridade contra a ex-escrivã V.F.S.L., os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves sempre negaram excessos durante a busca pelos R$ 200 que ela teria cobrado de propina.

Os dois policiais sustentaram que o vídeo da operação policial contra V. mostra exatamente, ao longo de quase 45 minutos, as tentativas de que ela se deixasse revistar sem o uso da força.

A então escrivã foi algemada e, somente quando revistada pelos policiais da corregedoria, é que as quatro notas de R$ 50 são localizadas por eles em sua calcinha.

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3 delegados são afastados acusados de despir escrivã

André Caramente – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, decidiram ontem afastar do cargo três delegados da Corregedoria da Polícia Civil suspeitos de cometer abuso de autoridade contra a então escrivã V.F.S.L.

Em junho de 2009, V. foi alvo de uma ação da corregedoria dentro do 25º DP (Parelheiros). Ela teve sua calça e calcinha tiradas à força pela equipe de policiais da corregedoria, que a acusou de cobrar R$ 200 de propina para favorecer um homem suspeito de portar munição em um inquérito policial.

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Alkmin usa teoria do sofá para legitimar ação humilhante da Corregedoria

O governador de São Paulo, Geraldo Alkmin, mandou investigar o “vazamento” do vídeo em que uma escrivã acusada de concussão aparece sendo humilhantemente despida por uma equipe da Corregedoria da Polícia Civil dentro das dependências da Delegacia  de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. O caso aconteceu em 15 de junho de 2.009 e só foi levado ao conhecimento da opinião pública quando o Blog do Pannunzio publicou imagens das sevícias, que foram registradas por ordem da própria Corregedoria.

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Folha de S.Paulo: Corregedoria arquiva caso de abuso contra escrivã

A Corregedoria da Polícia Civil arquivou o inquérito que investigava dois delegados suspeitos de abuso de autoridade na prisão de uma escrivã, no 25º DP, no bairro de Parelheiros (zona sul).

Conforme a denúncia, os policiais Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, ambos da Corregedoria, tiraram a calça e a calcinha da escrivã.

Ela era investigada sob suspeita de receber propina.

Um vídeo divulgado pelo blog do jornalista Fábio Pannunzio (www.pannunzio.com.br) mostra que, na prisão em flagrante, os delegados determinaram que ela tirasse a roupa para checar se havia escondido dinheiro de propina na calcinha.

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Abuso da corregedoria contra escrivã despida era desnecessário para condená-la

Os abusos registrados em video duranta a prisão em flagrante de uma escrivã da Polícia Civil paulista acusada receber propina (conheça mais e veja o video aqui) eram desnecessários para a instrução de um processo criminal. A conclusão é de quatro promotores de justiça reunidos na noite deste sábado para discutir o caso.

Chocados com a crueldade empregada para obter a prova do recebimento de suborno, os promotores concluíram que tudo aquilo era desnecessário para a instrução do processo que falatalmente culminaria com a condenação da escrivã V.F.S.L. — e, mais grave, os policiais que participaram da operação sabim disso. “Qualquer estudante de direito sabe”, disse um deles.

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