#foratodos!

O sentido que emana da primeira das quase 80 propostas de delação da Odebrecht é um só: estamos nas mãos de uma organização que, a partir do PMDB, com a deposição de Dilma Rousseff, se mudou para a Presidência da República para assaltar o País.

Uma organização que opera de maneira hierarquizada e organizada, com um ‘know-how’ muito bem sistematizado, cuja expertise vai se reproduzindo em analogias facilmente verificáveis em dois dos três Poderes
.

Na linha de frente estão os operadores mais atrevidos. No Senado, Romero Jucá; na Câmara, Eliseu Padilha. Eles atuam em sintonia com outros operadores/distribuidores de dinheiro de propina como Moreira Franco, Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha, que agiam em seu próprio nome e também em nome de terceiros.

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