Blog do Pannunzio

Polí­tica, economia, cultura segundo o jornalista Fábio Pannunzio

Archive for the tag “Obama”

Justiça dá vitória a Obama em lei de saúde

LUCIANA COELHO

Um juiz conservador deu ontem a Barack Obama a maior vitória política de sua Presidência, a menos de cinco meses das eleições gerais, ao desempatar uma decisão da Suprema Corte a favor da reforma que expande o sistema de saúde dos EUA.

A chamada Lei do Seguro- Saúde Acessível, que inclui no sistema 30 milhões de americanos e foi aprovada sem respaldo dos deputados de oposição em março de 2010, foi parar na máxima instância judicial após ser contestada por 26 Estados.

Principal plataforma de Obama, consumiu seu capital político no primeiro ano de governo e lhe rendeu críticas por não ter priorizado a crise no sistema habitacional.

O ministro-chefe do Supremo, o conservador John Roberts, surpreendeu ao desempatar a favor do presidente, e o tribunal aprovou por 5 votos a 4 o ponto central da lei.

Com ele, todo mundo que vive nos EUA passa a ser obrigado a ter um seguro de saúde, sob pena de pagar uma multa (agora juridicamente transformada em “imposto”).

O país não possui cobertura de saúde universal, e a cada ano dezenas de milhões de americanos deixam de pagar as contas médicas, falindo ou onerando o governo (na conta da revista “Economist”, em 2009 foram 50 milhões).

Beba na fonte: Folha de S.Paulo – Mundo – Justiça dá vitória a Obama em lei de saúde – 29/06/2012.

Brasil está pessimista com visita de Obama

O Palácio do Planalto começa a revelar pessimismo em relação à visita de Barack Obama, neste final de semana, e reclama da resistência dos EUA em discutir temas de interesse do Brasil, apesar do discurso corrente de implantar um novo capítulo nas relações entre os dois países.

Segundo a Folha apurou, a declaração de um funcionário da Casa Branca, publicada na edição de ontem do jornal, ajudou a “azedar” o clima pré-visita. Mike Froman, vice-conselheiro de segurança nacional de Obama, afirmou que a “viagem é fundamentalmente a respeito da recuperação econômica e exportações americanas”.

Nas palavras de um integrante da Presidência, trata-se de um visão utilitarista dos EUA sobre o Brasil, principalmente diante da preocupação da presidente Dilma Rousseff com o deficit comercial brasileiro em relação ao mercado americano- US$ 7,731 bilhões em 2010, em dados do Ministério do Desenvolvimento.

O desânimo foi reforçado pela informação de que o mandatário não iria a um jantar que Dilma havia sugerido no Palácio da Alvorada.

A equipe que negocia os termos do encontro oficial comunicou que Obama gostaria de deixar Brasília rumo ao Rio de Janeiro no fim da tarde de sábado, não por volta das 20 horas, como inicialmente pensado. Até segunda ordem, o evento se transformou em um rápido encontro de despedida.

Representantes da diplomacia brasileira, porém, evocam outro tipo de visão. Consideram que a chegada do presidente da mais importante economia do planeta em menos de três meses de governo já é, por si só, um “êxito”.

Apesar da contrariedade entre não diplomatas, o Itamaraty não faz reparos à lista de acordos e termos de cooperação que sairá da visita.

Dilma, embora reconheça o simbolismo da visita, tem dito a assessores que desejava ver do parceiro sinalizações mais concretas de aproximação. Na pauta de seus sonhos, o apoio à campanha brasileira por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

À medida que as negociações avançavam, multiplicavam-se as críticas no Planalto. Um interlocutor palaciano argumenta que os EUA tentam vender seus caças F18, mas dizem não aos aviões da Embraer.

Afirma que os americanos desejam entrar na indústria do pré-sal e cooperar na área energética, mas não discutem as tarifas à importação do etanol brasileiro.

Nas reuniões preparatórias, ministros relembram o financiamento de US$ 10 bilhões que a China concedeu à Petrobras no passado.

Um acordo para tratar de uma futura e gradativa eliminação da exigência de vistos a visitantes brasileiros nos EUA não deve sequer entrar nas conversas oficiais.

via Folha de S.Paulo – Brasil está pessimista com visita de Obama – 17/03/2011.

Um assassinato na agenda que Obama vem cumprir no Brasil

Claúdia hoerig: crime nos EUA, impunidade no Brasil

Um crime brutal cometido por uma brasileira numa cidadezinha próximade de Cleveland, no Nordeste dos Estados Unidos, é um dos temas que devem integrar a agenda que Barak Obama vai cumprir no Brasil. O assunto foi introduzido graças à persistência da família do herói de guerra Karl Heorig, assassinado pela brasileira Cláudia Cristina Hoerig, com quem se casara menos de um ano antes.

Em março de 2007, Cláudia Cristina Hoerig matou com três tiros pelas costas o marido  numa pequena cidade a 80 quilômetros ao sul de Clevaland. Logo depois do crime abandonou a pequena Newton Falls, em Ohio, no nordeste dos Estados Unidos, tomou um avião e veio parar no Brasil.

Não há nenhuma acusação formal contra ela em qualquer instância do Poder Judiciário Brasileiro. Apesar da gravidade do crime, pelo qual deveria responder perante a justiça americana, Cláudia tem uma vida tranquila na pequena Lumiar, próxima a Friburgo, numa casa da família.

Cláudia, que tem sintomas de desequilíbrio emocional, premeditou o crime e cuidou de todos os detalhes minuciosamente. Dois dias antes do assassinato, comprou um revólver Magnum .765 numa loja chamada Slugmasters, na localidade de Livitsbourg, a oito milhas de distância da casa onde vivia com o marido.

A dona da loja ainda se lembra com clareza das muitas indagações da brasileira, que parecia tranquila. “Ela me perguntou onde havia um stand de tiro. Queria aprender rapidamente a atirar”, diz a comerciante, que ainda a veria uma vez mais na manhã seguinte, logo depois da primeira sessão de tiro-ao-alvo.

Cláudia voltou à loja interessada em comprar uma outra arma, com uma coronha menor, mais adequada para  o tamanho de suas mãos. Como não tinha dinheiro “cash” nem limite disponível no cartão de crédito, levou um suporte equipado com mira a laser.

“A intenção dela era se matar, e não matar o marido”, diz o advogado Antônio Andrade, criminalista brasiliense contratado por ela para a eventualidade de ter que enfrentar um processo. Mas as explicações do advogado são insuficientes para explicar o comportamento, e têm mais verossimilhança como estratégia de defesa do que como justificativa para o que realmente deve ter ocorrido.

Karl Horig era piloto de aviação comercial. Estava em missão fora de casa até o dia em que foi morto. Na última escala que cumpriu, chegou a comentar com seu co-piloto que iria se separar da mulher, com quem tinha uma convivência muito difícil.

Ninguém sabe o que aconteceu antes dos disparos. A casa fica num local ermo e sequer os tiros foram ouvidos. O corpo do ex-combatente foi encontrado enrolado em um tapete velho três dias depois do homicídio. Estava no pé da escada que levava ao pavimento superior da residência. O chão de madeira estava perfurado por um projétil.

Cláudia seguiu com o carro do casal até um aeroporto próximo, tomou um avião com passagens de cortesia a que o marido tinha direto e desembarcou em Nova Iorque na mesma tarde. Sacou todo o dinheiro que estava depositado na conta-corrente do casal. Ligou para um ex-namorado pedindo que ele a levasse até o aeroporto JFK, de onde embarcou para o Brasil.

Quando chegou, foi direto para Brasília, onde passou algumas semanas no apartamento do pai, na cidade satélite do Cruzeiro. Depois disso, seguiu para o Rio de Janeiro para se fixar  na residência de Lumiar. Há meses, o apartamento de Brasília se encontra fechado.

Sobre sua rotina pouco se sabe. Segundo seu advogado, ela está em tratamento psiquiátrico, vítima de uma depressão crônica que provocou seu quase isolamento.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, a família Hoerig e o promotor de condado de Thrumbull se debatem contra os obstáculos oferecidos pela legislação brasileira. Dennis Watkins, o promotor encarregado do caso move uma cruzada junto ao governo Obama para que este pressione o Brasil a mudar a Constituição para tornar possível a extradição de nacionais.

“Ela optou pela cidadania americana. Para nós, é americana e precisa ser julgada por uma corte americana. É impossível levar ao Brasil todas as testemunhas, pagar a tradução dos laudos periciais, submeter a interrogatório americanos que só falam inglês perante um juri que só entende português”, diz Mr. Watkins.

O caso Hoerig é apenas um em cerca de 20 que permanecem sem solução a cada ano. Não por acaso a condição de paraíso de refugiados internacionais — entre eles muitos brasileiros –  está valendo ao Brasil uma série de constrangimentos perante outras nações. Nosso país, ao contrário do que acontece em praticamente todo o restante do planeta, não extradita brasileiros. Nem em face das acusações mais graves, como seqüestro, estupro ou homicídio, como a que pesa sobre Cláudia Hoerig.

Isso ocorre em função de uma vedação constitucional, cláusula pétrea inserida no inciso LI  do Capítulo sobre os Direitos e Garantias Fundamentais, que prescreve o seguinte: “nenhum brasileiro será extraditado, salvo o naturalizado, em caso de crime comum, praticado antes da naturalização, ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins”.

Para que Cláudia e outros criminosos sejam julgados seria necessário mudar a Constitução, o que parece bastante improvável.  O governo dos Estados Unidos não costuma brincar com os interesses do sistema judicial daquele país.  Mas ao que tudo indica, Cláudia não tem nenhuma razão para se preocupar com a perspectiva de um dia vir a ser presa. Para todos os efeitos, é uma cidadã totalmente a salvo de qualquer punição, apesar da gravidade do crime que premeditou.

Dois anos atrás estive em Newton Falls para fazer uma reportagem sobre o caso. Desde então, nada mudou, apesar dos protestos reiterados da diplomacia norte-americana em relação à total impunidade de Cláudia. A matéria, veiculada pelo Jornal da Band, pode ser assistida abaixo.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=z9EkyQCUzeU[/youtube]

Obama: EUA vão enviar 2º porta-aviões para o Japão

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que o país enviará um segundo porta-aviões ao Japão, como parte do auxílio à Tóquio, após o terremoto de 8,9 graus seguido por um tsunami, que atingiu a costa leste japonesa. Obama descreveu o desastre como “totalmente desolador”. Ele disse que os EUA oferecem ao Japão “qualquer ajuda” que for necessária.

“As imagens de destruição e inundações que vieram do Japão são totalmente desoladoras”, disse o presidente norte-americano, após ter conversado por telefone com o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan. Oficialmente, 137 pessoas foram mortas no desastre, mas centenas estão desaparecidas e uma estimativa citada pela agência de notícias Kyodo, do Japão, diz que mais de mil pessoas podem ter morrido.

“Nós já enviamos um porta-aviões ao Japão e outro está a caminho”, disse Obama. Segundo ele, outro navio militar dos EUA ruma para o território norte-americano das Ilhas Marianas, para “prestar a assistência que for necessária”. As informações são da Dow Jones.

via Obama: EUA vão enviar 2º porta-aviões para o Japão – internacional – Estadao.com.br.

Presidente pede fim da violência e diz que ditador “tem de sair”

Em seu mais longo pronunciamento sobre a Líbia, o presidente dos EUA, Barack Obama, voltou a pedir a saída imediata do ditador líbio, Muammar Gaddafi, e disse que está preparando opções “militares e não militares” para a resolução da crise.

Obama afirmou também que uma das opções em estudo é a criação de uma zona de exclusão aérea, proibindo voos sobre a Líbia -defendida pelo premiê britânico, David Cameron, entre outros.

Não disse explicitamente, porém, que vai adotar essa medida ou qualquer outro tipo de intervenção militar.

“Os EUA e o mundo continuam indignados pela violência cometida contra o povo líbio. Gaddafi perdeu a legitimidade para comandar e tem de sair”, disse o presidente americano após encontro com o do México, Felipe Calderón, na Casa Branca.

Obama declarou ainda que autorizou aviões militares a transportar de volta a seus países de origem refugiados que já tenham deixado a Líbia. Equipes de assistência humanitária, disse ele, serão enviadas à fronteira para “atender às necessidades urgentes” dos líbios.

“Nós vamos continuar a enviar uma mensagem clara: a violência tem de parar.”

A proposta da zona de exclusão vinha sendo tratada com cautela por Robert Gates, secretário de Defesa americano. Gates já advertiu que instaurá-la implicaria ataque para destruir as defesas aéreas do ditador líbio.

via Folha de S.Paulo – Presidente pede fim da violência e diz que ditador “tem de sair” – 04/03/2011.

Obama fala em saída militar para Líbia

 

O presidente dos EUA, Barack Obama, admitiu ontem pela primeira vez que poderá adotar uma solução militar para remover do poder o ditador da Líbia, Muammar Gaddafi. “[Temos] opções militares e não militares”, declarou, em pronunciamento.

Em pontos estratégicos do país, como a cidade portuária de Brega, os dois lados continuam se enfrentando. Os pró-Gaddafi realizam bombardeios pelo ar, e os rebeldes reagem com artilharia antiaérea.

Por causa da violência, dezenas de milhares de estrangeiros e de líbios ainda deixam o país diariamente pelas fronteiras com Tunísia e Egito. Na fronteira tunisiana, em Ras Jedir, a situação é caótica.

Também ontem, o promotor-chefe do TPI (Tribunal Penal Internacional), o argentino Luis Moreno Ocampo, afirmou que investigará Gaddafi, familiares e integrantes do alto escalão do regime pelos excessos.

O governo brasileiro deverá rejeitar a ideia de mediar o conflito, ao menos por enquanto.

via Folha de S.Paulo – Obama fala em saída militar para Líbia – 04/03/2011.

EUA incentivam novos protestos no Irã

O alastramento da onda de protestos no mundo árabe e no Oriente Médio para o Irã reacendeu a rixa entre o regime islâmico e os Estados Unidos, com o governo americano aumentando o tom no apoio à oposição iraniana.

Anteontem, milhares de iranianos foram às ruas protestar contra o regime pela primeira vez desde a série de manifestações de 2009 contra a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Duas pessoas morreram durante confrontos -segundo o governo, dois membros das forças de segurança.

O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou a repressão iraniana às manifestações e ironizou o contraste da reação aos levantes oposicionistas locais e no Egito.

“Acho irônico que o governo do Irã celebre o que ocorreu no Egito [a deposição do aliado americano Hosni Mubarak na última sexta] quando agiu em total contraste, atirando e batendo nas pessoas que querem se expressar de um modo pacífico.”

“Espero que continuemos a ver o povo iraniano tendo a coragem de expressar seu desejo de mudança”, afirmou o americano, na Casa Branca.

As declarações foram rebatidas por Ahmadinejad, para quem os “inimigos” que convocaram os protestos não alcançarão seus objetivos.

Anteontem, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, já havia expressado seu apoio à oposição no Irã e afirmado que os manifestantes “merecem os mesmos direitos exercidos pelo Egito”.

A Chancelaria iraniana reagiu afirmando que “os comentários dos responsáveis americanos resultam da confusão em relação às mudanças que ocorrem na região”.

via Folha de S.Paulo – EUA incentivam novos protestos no Irã – 16/02/2011.

Dilma e Obama vão assinar acordo para destravar comércio

A presidente Dilma Rousseff e o presidente Barack Obama devem assinar um tratado de cooperação econômica e comercial (Teca, na sigla em inglês) durante a visita do líder americano ao Brasil, em 19 e 20 de março.

O Itamaraty e o Escritório de Comércio dos Estados Unidos, o USTr, estão finalizando os detalhes do acordo, nos moldes de tratados fechados pelo Brasil com a Suíça e pelos EUA com o Uruguai. Segundo uma fonte do governo brasileiro, o acordo já está nas mãos dos advogados, para os acertos finais.

O acordo deve ser um dos principais anúncios da visita de Obama, ao lado de um tratado de previdência, semelhante ao assinado com o Japão. O tratado cria um mecanismo bilateral, em nível ministerial, para que as barreiras ao comércio e aos investimentos nos dois países sejam discutidas e resolvidas.

Alguns dos principais entraves econômicos que podem ser abordados pelo tratado são barreiras sanitárias a produtos como carnes e frutas brasileiras, simplificação de processos alfandegários e normas técnicas.

Mas o acordo não prevê redução de tarifas de importação. “O Teca é um acordo que fica muito aquém de uma liberalização comercial”, diz José Augusto Coelho Fernandes, diretor-executivo da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

“Mas pode organizar determinadas formas de cooperação econômica e ajudar na monitoração de temas importantes”, pondera.

O tratado começou a ser negociado em 2009, mas as conversações ficaram em banho-maria no ano passado, em meio às fricções causadas pelo acordo militar EUA-Colômbia, a crise de Honduras e a questão do Irã.

A assinatura do acordo, apesar de não ter efeitos imediatos de abertura comercial, é vista como reaproximação e restabelecimento de confiança entre os paí

via Folha de S.Paulo – Dilma e Obama vão assinar acordo para destravar comércio – 16/02/2011.

Egito ‘não será mais o mesmo país’, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, avaliou neste domingo que o Egito não será mais o mesmo país que era antes das manifestações populares pela democracia ocorridas nas últimas duas semanas. Em entrevista concedida ao canal de televisão Fox, Obama disse estar claro que o povo egípcio deseja liberdade e eleições livres e justas.

O vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, e representantes da oposição acordaram neste domingo realizar reformas constitucionais e colocar fim à Lei de Emergência, vigente no país desde 1981.

via Egito ‘não será mais o mesmo país’, diz Obama – internacional – Estadao.com.br.

Egito ‘não será mais o mesmo país’, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, avaliou neste domingo que o Egito não será mais o mesmo país que era antes das manifestações populares pela democracia ocorridas nas últimas duas semanas. Em entrevista concedida ao canal de televisão Fox, Obama disse estar claro que o povo egípcio deseja liberdade e eleições livres e justas.

O vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, e representantes da oposição acordaram neste domingo realizar reformas constitucionais e colocar fim à Lei de Emergência, vigente no país desde 1981.

via Egito ‘não será mais o mesmo país’, diz Obama – internacional – Estadao.com.br.

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