Blog do Pannunzio

Polí­tica, economia, cultura segundo o jornalista Fábio Pannunzio

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Mercado reduz projeção para o PIB em 2012 pela 4ª vez seguida

Eduardo Cucolo

O mercado financeiro reduziu pela quarta semana consecutiva a previsão de crescimento da economia brasileira, que caiu agora de 1,75% para 1,73%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada há pouco pelo Banco Central. Há quatro semanas, estava em 1,90%. Para 2013, a aposta se manteve em 4%, abaixo dos 4,05% verificados há quatro semanas.

Analistas reduziram ainda a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2012, de 35,27% para 35,25%. Para 2013, a projeção se manteve em 34%. Há quatro semanas, as projeções estavam em, respectivamente, 35,50% e 34,06% do PIB para cada um dos dois anos.

Inflação e juro

O mercado financeiro elevou pela sétima semana seguida a projeção de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2012, que subiu de 5,15% para 5,19% somente na última semana. Há quatro semanas, a previsão estava em 4,98%. Para 2013, a projeção se manteve em 5,50% pela nona semana seguida.

A projeção de alta da inflação para os próximos 12 meses caiu de 5,66% para 5,64%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,55%.

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2012 no cenário de médio prazo subiu de 5,15% para 5,20%. Para 2013, a previsão dos cinco analistas ficou em 5,50%. Há um mês, o grupo apostava em alta de 4,99% e 5,50% para cada ano, respectivamente.

Os economistas também mantiveram a aposta de que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai reduzir a taxa Selic dos atuais 8,0% para 7,50% ao ano na próxima quarta-feira. Já a mediana das estimativas para o patamar da taxa Selic no fim de 2012 segue em 7,25%, o que significa um corte adicional de mais 0,25 ponto neste ano.

A projeção para a taxa básica de juros no fim de 2013 recuou pela segunda semana, desta vez, de 8,38% para 8,25%. Há quatro semanas, estava em 8,50%.

A pesquisa mostra ainda manutenção das expectativas para o juro médio em 8,47% neste ano e em 7,63% em 2013. Quatro pesquisas antes, analistas esperavam juro médio de 8,53% em 2012 e de 7,81% no ano que vem.

Beba na fonte: Mercado reduz projeção para o PIB em 2012 pela 4ª vez seguida – economia – brasil – Estadão.

Mercado aposta em inflação maior e crescimento menor

Nesta semana, o mercado financeiro manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,90% em 2012. Para a inflação, porém, a projeção piorou. O mercado financeiro aumentou pela segunda semana consecutiva a estimativa para o IPCA em 2012. De acordo com a pesquisa Focus divulgada há pouco pelo Banco Central, a mediana das estimativas para a inflação oficial neste ano passou de 4,87% para 4,92%.

Há quatro semanas, estava em 4,95%. Para 2013, a projeção não sofreu alteração e manteve-se em 5,50% pela quarta semana seguida.

A estimativa para a inflação nos próximos 12 meses também subiu e avançou de 5,53% para 5,56%, conforme a projeção suavizada para o IPCA. Há quatro semanas, estava em 5,48%.

Nas estimativas do grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções, o chamado Top 5 da pesquisa Focus, a previsão para o IPCA em 2012 no cenário de médio prazo subiu de 4,85% para 5,04%. Há um mês, o grupo apostava em alta de 5,02%. Para o ano seguinte, a estimativa manteve-se em 5,50% pela sexta semana seguida.

Entre todos os analistas ouvidos pelo BC, a mediana das estimativas para o IPCA em julho subiu pela quarta semana seguida e passou de 0,21% para 0,25%. Para agosto, a previsão subiu de 0,29% para 0,31%. Quatro semanas antes, o grupo esperava altas de 0,18% e de 0,29%, respectivamente para cada um dos meses.

Juro

Nada mudou nas estimativas do mercado financeiro para o comportamento do juro básico da economia, a taxa Selic. De acordo com o levantamento, o mercado manteve a previsão de que o ciclo de corte de juro terminará em agosto, com a taxa em 7,5% ao ano.

Para 2013, analistas esperam a volta do aumento do juro para conter a inflação. Pelas previsões coletadas pelo levantamento, a taxa Selic deve terminar o próximo ano em 8,5%, o que indica aumento de 1 ponto porcentual no decorrer de 2013, mesma estimativa observada na pesquisa da semana passada.

Beba na fonte: Mercado aposta em inflação maior em 2012 – economia – brasil – Estadão.

Metalúrgicos param produção na GM de São José dos Campos por 24 horas

Os metalúrgicos da montadora General Motors em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, estão de braços cruzados. A paralisação por 24 horas é um protesto contra a possibilidade de a empresa fechar um setor da operação, provocando demissões que podem chegar a 1.500 trabalhadores. Desde o início de junho, 356 funcionários já foram demitidos na unidade.

A empresa não soube informar quantos funcionários participam do manifesto. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, 4 mil funcionários do 1º turno estão parados.

A GM de São José dos Campos produz os modelos Corsa, Classic, Meriva e S10, além de motores e kits para exportação.

Beba na fonte: Metalúrgicos param produção na GM de São José dos Campos por 24 horas – economia – - Estadão.

Mercado já espera que economia crescerá menos de 2% no ano

Os economistas dos bancos privados reduziram sua previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no ano de um 2,01% para 1,9%, informou nesta segunda-feira o Banco Central. Foi a décima semana seguida de queda na projeção, que estava em 3,23% no início de maio.
De acordo com o boletim Focus — pesquisa feita semanalmente pelo BC com os analistas de mercado —, a expectativa para o crescimento da economia em 2013 também caiu, de 4,2% para 4,1%. Quanto à inflação, os economistas mantiveram a estimativa de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, fechará o ano em 5,50%.
No primeiro relatório após o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir a Selic para a mínima histórica de 8% ao ano, analistas mantiveram a perspectiva para a taxa básica de juros neste ano em 7,5%.
Com a persistência da crise global e a estagnação econômica brasileira, até o governo reduziu suas expectativas. A estimativa do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o crescimento do país, que era entre 4,5% e 5%, no início do ano, foi reduzida atualmente para 2,5%. O Banco Central reduziu sua previsão de 3,5% para 2,5%. Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 3% para 2,1%.

Beba na fonte: Mercado já espera que economia crescerá menos de 2% no ano – O Globo.

Sem perspectivas de melhora na crise mundial, projeções de crescimento seguem ladeira abaixo

As perspectivas de crescimento para economia global este ano estão piorando, refletindo a crise do euro, a desaceleração das duas maiores economias do planeta, Estados Unidos e China, e o enfraquecimento dos países emergentes. Bancos, consultorias e instituições já estão refazendo seus cálculos para baixo. O Fundo Monetário Internacional (FMI) previa crescimento de 3,5% da economia mundial, mas o número será revisado para algo mais próximo de 3%. Em relatório global divulgado recentemente, o Citi reduziu sua expectativa de 2,7% para 2,6%. E a consultoria Tendências, de São Paulo, espera um crescimento de 3,1% contra os 3,5% previstos anteriormente.
O vice-presidente executivo de tesouraria do banco WestLB, Ures Folchini, avalia que os sinais de desaceleração econômica, em diferentes partes do mundo, se intensificaram nas últimas semanas. Na sexta-feira, a China reportou um crescimento de 7,6% da economia no segundo trimestre, o menor número desde 2009. Os Estados Unidos, que vinham criando cerca de 200 mil novos empregos por mês, no início do ano, em junho criaram apenas 80 mil. Um sinal de que a engrenagem econômica está funcionando num ritmo abaixo do esperado.
E, no Brasil, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), elaborado pelo Banco Central, mostrou, na semana passada, que a atividade econômica recuou 0,02% em maio, apesar de vários incentivos fiscais do governo para a indústria, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros novos e alguns itens da linha branca. E apesar de todos os estímulos ao crédito, com reduções seguidas de juro ao consumidor, as vendas no varejo brasileiro surpreenderam em maio ao recuar 0,8% frente a abril. Foi a maior queda desde novembro de 2008. No primeiro trimestre, o crescimento do PIB brasileiro ficou em 0,2%, segundo o IBGE.

Beba na fonte: Sem perspectivas de melhora na crise mundial, projeções de crescimento seguem ladeira abaixo – O Globo.

Com economia em marcha lenta, Dilma diz que PIB não é tudo

Diante das evidências de que o crescimento econômico brasileiro neste ano não deve ficar muito acima de 2%, a presidente Dilma Rousseff procurou ontem minimizar a importância do PIB (Produto Interno Bruto), ressaltando que ele não é o indicador mais adequado para comparações internacionais.

“Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz para suas crianças e para seus adolescentes. Não é o Produto Interno Bruto. É a capacidade do país, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro, que são suas crianças e seus adolescentes”, afirmou, na 9ª Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente.

No mês passado, o tom era outro. Numa cerimônia com atletas que vão participar dos Jogos Olímpicos de Londres, Dilma chegou a dizer que o PIB deste ano vai merecer uma medalha: “Você vai ver se não vai merecer [medalha]. Nós estamos no esquentamento”, disse.

O discurso de Dilma desdenhando o PIB veio em um momento em que economistas de dentro e de fora do governo têm revisado para baixo suas projeções de alta do indicador em 2012.

Em junho, o Banco Central reduziu de 3,5% para 2,5% sua estimativa. Nos bastidores, o próprio governo já trabalha com um crescimento de apenas 2% neste ano.

Divulgado ontem, o indicador de atividade econômica do Banco Central, considerado uma prévia do PIB, apontou uma queda de 0,02% em maio em relação a abril.

Beba na fonte: Folha de S.Paulo – Poder – Com economia em marcha lenta, Dilma diz que PIB não é tudo – 13/07/2012.

Governo já fala em PIB de 2% e adia recuperação para 2013

VALDO CRUZ

O governo Dilma adiou mais uma vez a previsão de recuperação da economia brasileira e já trabalha com um crescimento neste ano de apenas 2%, menos do que a última projeção oficial do Banco Central, de 2,5%.

Na avaliação de assessores presidenciais, o tombo da indústria em maio mostra que a retomada da economia está demorando mais do que o previsto por conta de endividamento, comprometimento da renda familiar e baixa competitividade da indústria.

Segundo a Folha apurou, o governo espera agora que apenas em junho ou julho a economia comece a dar sinais mais significativos de aquecimento, o que antes era previsto pela equipe econômica para maio. Isso aponta para um crescimento de 2% nas avaliações técnicas. O mercado já trabalha com esse dado.

“Os números da indústria mostram que o crescimento está mais para 2% do que 2,5%”, disse à Folha um assessor presidencial que pediu para não ser identificado, já que publicamente o governo não quer jogar a toalha.

Questionada sobre os dados ruins da produção industrial -que recuou 4,3% em maio, na comparação com 2011-, a presidente Dilma disse: “Vamos virar esse jogo”. Antes, durante discurso de lançamento do Plano de Safra da Agricultura Familiar, afirmou que o governo continuará adotando uma política “extremamente agressiva” de compras governamentais para enfrentar a crise.

A ala mais otimista da equipe presidencial ainda nutre a esperança de o crescimento chegar a 2,5%.

Depois de abandonar a meta de crescimento acima de 4%, o governo chegou a acreditar que era possível crescer em 2012 na casa de 2,7%, mesma taxa do ano passado.

Assessores da presidente destacam, por outro lado, que o fraco desempenho da economia abre espaço para o Banco Central testar níveis mais baixos para a taxa de juros, hoje em 8,5% ao ano.

Beba na fonte: Folha de S.Paulo – Poder – Governo já fala em PIB de 2% e adia recuperação para 2013 – 05/07/2012.

PIB do 1º trimestre de 2012 sobe 0,2% ante 4º trimestre de 2011

Daniela Amorim e Mariana Durão
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou aumento de 0,2% no primeiro trimestre de 2012 em relação ao quarto trimestre de 2011, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou no piso do intervalo das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções, que esperavam alta de 0,20% a 0,80%, e abaixo da mediana projetada, de 0,50%.

Em valores correntes, o PIB do primeiro trimestre somou R$ 1,033 trilhão.

Os setores de agropecuária e investimentos apresentaram queda e influenciaram o crescimento tímido do PIB.

Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o quarto trimestre de 2011, o PIB da agropecuária caiu 7,3% e os investimentos – representados pelo item Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – caíram 1,8%. A taxa de investimento (FBCF/PIB) no primeiro trimestre de 2012 foi de 18,7%.

O PIB da agropecuária teve a maior queda desde o terceiro trimestre de 2005, quando caiu 7,4% em comparação ao trimestre imediatamente anterior.

Os investimentos no primeiro trimestre de 2012 tiveram seu pior resultado desde o primeiro trimestre de 2009, quando a queda foi de 12,8% frente ao trimestre anterior.

Crescimento

O desempenho da indústria, serviços, consumo das famílias e do governo garantiu o crescimento do PIB no período.

Na indústria, o PIB subiu 1,7% no primeiro trimestre contra o quarto trimestre de 2011. Após três recuos consecutivos, o desempenho da indústria teve a maior alta na margem desde o primeiro trimestre de 2010, quando subiu 2,6%.

Já em serviços a alta foi de 0,6% no período. O consumo das famílias, segundo o IBGE, registrou alta de 1,0%. O consumo do governo, por sua vez, teve alta de 1,5% no primeiro trimestre de 2012 ante o quarto trimestre de 2011.

O consumo das famílias repetiu o resultado do quarto trimestre do ano passado (alta de 1%), o melhor desde o último trimestre de 2010. Naquele trimestre houve alta de 1,9%.

As exportações cresceram 0,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2011. Já as importações contabilizadas no PIB aumentaram 1,1% no primeiro trimestre na comparação com o quarto trimestre do ano passado. A contabilidade das exportações e importações no PIB é diferente da realizada para a elaboração da balança comercial. No PIB, entram bens e serviços e as variações porcentuais divulgadas dizem respeito ao volume. Já na balança comercial, entram somente bens e o registro é feito em valores, com grande influência dos preços.

Comparação com 1º trimestre de 2011

Na comparação do primeiro trimestre de 2012 com o mesmo período do ano passado, o PIB do País apresentou alta de 0,8% nos primeiros três meses deste ano, resultado que ficou dentro das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que variavam de 0,60% a 2,10%, com mediana de 1,30%.

Já o PIB da Agropecuária teve queda de 8,5% nos três primeiros meses deste ano na comparação com o primeiro trimestre de 2011, enquanto os investimentos (FBCF) recuaram 2,1% no primeiro trimestre deste ano.

O PIB da indústria mostrou alta de 0,1% na comparação entre o primeiro trimestre de 2012 e 2011. O segmento de serviços mostrou alta 1,6% e o consumo das famílias aumentou 2,5%. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o consumo do governo subiu 3,4%.

O IBGE informou ainda que, no primeiro trimestre de 2012, as vendas externas subiram 6,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2011. Em relação ao primeiro trimestre de 2011, as importações subiram 6,3% no primeiro trimestre deste ano.

Beba na fonte: PIB do 1º trimestre de 2012 sobe 0,2% ante 4º trimestre de 2011 – economia – brasil – Estadão.

PIB cresce 7,5% e Brasil vira 7ª economia

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 7,5% em 2010, maior taxa desde 1985, o que alçou a economia do país à posição de sétima maior do mundo.Entre as grandes nações ricas e emergentes, a expansão brasileira só perdeu para as registradas por China e Índia no ano passado.Mas essa é uma fotografia do passado: desde o segundo semestre, o cenário é de desaceleração e algumas projeções já indicam uma expansão abaixo de 4% em 2011.Parte do crescimento de 2010 se deveu ainda à fraca base de comparação de 2009, quando o PIB, deprimido pela crise, caiu 0,6%. Difícil será expandir a economia neste ano sobre o elevado crescimento do ano passado e num cenário de aperto das políticas monetária e fiscal para conter a inflação crescente.Diante disso, analistas revisam projeções. A LCA estima uma expansão de 3,6%, e a Tendências, 3,9%. As expectativas mais correntes no mercado indicavam 4,5%.Se confirmadas as projeções, o resultado de 2011 poderá ficar pouco abaixo do crescimento médio do PIB nos oito anos de governo Lula: 4%. No período FHC, a taxa média ficou em 2,3%.Nos dados do último trimestre de 2010, a freada ficou clara na indústria, que caiu 0,3% ante o terceiro trimestre. O PIB, nessa comparação, cresceu 0,7%, puxado pelo consumo das famílias e seu reflexo nos serviços.A desaceleração se manterá no primeiro trimestre, prevê Thaíz Marzola Zara, economista da Rosenberg & Associados. E tende a se intensificar na indústria por conta do câmbio favorável às importações -que contam negativamente no PIB.”Boa parte do consumo será suprida por importados.”Para a economista, as medidas do Banco Central de restrição do crédito com prazo menores e de juros mais altos já começaram “a esfriar a economia”.”O mercado de trabalho continua aquecido, mas o crédito vai encarecer e os prazos de financiamento já estão mais curtos”, diz Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria.Para Roberto Olinto, coordenador de Contas Nacionais do IBGE, o crescimento de 2010 foi ditado justamente pela expansão do crédito que o BC quer frear agora, da renda e do emprego, embora ele reconheça a ajuda da fraca base de 2009.Juntos, diz, impulsionaram consumo e investimento. Até abril de 2010, segundo ele, os incentivos fiscais para a compra de veículos e eletrodomésticos com IPI reduzido também ajudaram.Esses fatores, afirma, explicam o bom desempenho, em 2010, de setores como construção civil 11,4%, intermediação financeira 11,4% e comércio 7,5%. A indústria cresceu 10,1% graças, principalmente, à base de comparação mais fraca de 2009, ao crédito e às medidas de estímulo do início do ano.”O ano passado teve crescimento muito bom, mas incompatível com o potencial de expansão atual da economia brasileira”, diz Zara.

via Folha de S.Paulo – PIB cresce 7,5% e Brasil vira 7ª economia – 04/03/2011.

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