Todos são iguais perante a lama

A safra de escândalos nunca foi tão democrática quanto agora. Temos o do Mensalão, o clássico da categoria, o do Metrô paulistano e agora o da Petrobras. O arco partidário abarcado pelas denúncias vai da direita à esquerda, não distingue legendas e iguala novamente todos os políticos. É uma generalização ? É, mas faz todo sentido.

A diferença entre os dois ‘cases’ criminais que os brasileiros começam a entender e os demais é a origem: agora, são os corruptores que denunciam os corrompidos, uma novidade desconcertante para as máfias que se formam a partir dos legislativos e executivos em todos os níveis. Mesmo que um deles se declare louco e diga, arrependido, que faltou medicação tarja preta para manter sua boca fechada. É presumível que tenha faltado bem mais do que isso.

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Por Perillo, PSDB se equipara ao PT

As enroladas transações envolvendo um imóvel, pagamentos triangulares e malas de dinheiro expuseram as entranhas de um sistema de corrupção introjetado na máquina goiana. O protagonismo do governador Marconi Perillo parece agora indelével. Quanto mais tenta explicar a transação envolvendo a venda de sua casa, mais complicado fica entender o negócio sem enveredar por suspeitas mais do que bem fundamentadas de que ali houve corrupcão.

A CPI do Cachoeira pegou Perillo. É evidente demais que os tucanos não percebam que perderam a primeira batalha na guerra de morte congressual. O bicheiro nomeava gente no governo, mantinha em seu bolso boa parte dos oficiais da PM, tinha influência inequívoca na corte goiana.

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PT e PSDB: nada a ver com você

Por Francisco Câmpera

Fala-se muito das diferenças dos principais partidos brasileiros, o PT e o PSDB, mas comenta-se pouco sobre as semelhanças. Começa da origem de cada um. Os seus supremos líderes lutaram contra a ditadura militar. Lula liderando as greves das indústrias no ABC e Mário Covas e Franco Montoro, já falecidos, juntos com Fernando Henrique Cardoso marcaram trincheira no PMDB. Lula criou o PT e o trio lançou o PSDB. O projeto de ambos era chegar ao poder.

Os tucanos foram mais ágeis e espertos, os líderes eram mais experientes e pragmáticos. Covas procurou se diferenciar em 1989, quando era candidato à presidente, com o discurso intitulado “Choque do Capitalismo”. O objetivo era conquistar a classe média e afastar a imagem de esquerdista que ele tinha. Lula fez o mesmo com a “Carta Aberta aos brasileiros”, divulgada antes das vitoriosas eleições de 2002.

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Maluf ameaça deixar Serra e se aliar a PT

DANIELA LIMA E VERA MAGALHÃES

Irritado com o PSDB, o deputado Paulo Maluf (PP-SP) ameaça abandonar as negociações por uma aliança com o candidato dos tucanos à Prefeitura de São Paulo, José Serra, e embarcar na campanha do principal adversário dele na eleição municipal, o petista Fernando Haddad.

O apoio do PP a Serra era dado como certo, mas as relações do PSDB com o PP azedaram e Maluf decidiu intensificar contatos com a campanha petista.

O PP é dono quarto maior tempo de propaganda no rádio e na TV, com cerca de 1min30. Esse é o maior cacife do partido. Sua adesão renderá ao PT ou ao PSDB a hegemonia na propaganda eleitoral, objeto de desejo das duas siglas.

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Tucanos recorrem à base do governo para blindar Perillo na CPI

CATIA SEABRA

Preocupado com o impacto na imagem do partido, o PSDB recorreu à base do governo Dilma na tentativa de blindar o governador de Goiás, Marconi Perillo, amanhã em seu depoimento à CPI do Cachoeira. Após acenar com um pacto de não agressão ao PT, que na quarta terá o governador Agnelo Queiroz (DF) na comissão, o tucanato apelou para o PMDB.

Ainda sem sinal de acordo entre os dois, PT e PSDB buscam munição para um confronto. Segundo integrantes da CPI, apesar de dividido sobre sua atuação, o PT tende a ir para o ataque. Assessores do relator, Odair Cunha (MG), se dedicavam à coleta de material contra Perillo.

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Partido atingido por expurgo no governo Dilma apoiará Serra

DANIELA LIMA E PAULO GAMA

Alvo do expurgo feito pela presidente Dilma Rousseff no Ministério dos Transportes no ano passado, o PR formalizou ontem o apoio à candidatura de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.

A aliança impõe uma derrota significativa ao PT, que ainda não assegurou o apoio de nenhum partido para a candidatura do ex-ministro da Educação Fernando Haddad e queria o PR a seu lado.

O apoio do partido dará a Serra cerca de um minuto e meio na propaganda eleitoral, garantindo aos tucanos um bloco de tempo maior do que o de Haddad, que Serra vê como principal adversário.

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Pagot, segundo Geraldo Alckmin e o PSDB: calúnias

Nota divulgada pelo PSDB repudiando as denúncias de Pagot à Isto É:

A matéria da Istoé é caluniosa. As campanhas eleitorais do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sempre contaram com doações declaradas à Justiça Eleitoral. O governador não foi procurado pela revista, ao contrário de um grupo seleto de personagens nela citados. Com esse procedimento abominável, a Istoé deixou que prosperassem mentiras ditas pelo Sr. Luiz Antônio Pagot baseadas em algo que ele teria ouvido de um “procurador de empreiteira” cujo nome ele nem menciona.”

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Pagot na Isto É: uma vela para o PT, outra para o caixa-dois do PSDB

Desde o início do ano, o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Luiz Antonio Pagot tem prestado consultoria em projetos de navegação fluvial. Os negócios vão bem, mas a incursão no setor privado ainda não foi suficiente para apagar a mágoa que guarda pela maneira como deixou o governo, no rastro do escândalo de corrupção no Ministério dos Transportes. Casado, pai de uma filha, o economista, que é oficial reformado da Marinha, considera-se um técnico competente, de confiança, e diz que nutria pelo governo uma fidelidade quase canina.

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PSDB quer interpelar Lula sobre cerco ao STF

O PSDB estuda formas de interpelar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vem, diretamente ou com ajuda de interlocutores, cobrando de ministros do Supremo Tribunal Federal o adiamento do julgamento dos acusados de envolvimento no escândalo do mensalão – que colocará no banco dos réus figuras de destaque do PT. Setores do partido discutem se a melhor formar de inquirir o petista é na Justiça ou convocando-o para depoir na CPI do Cachoeira. A estratégia será definida nesta segunda-feira, véspera da sessão da CPI em que pode ser decidida a convocação do governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB).

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Todos querem Maluf

No Blog da Júlia Duailib

Dono do quarto maior tempo de TV no horário eleitoral gratuito, o PP passou a ser cortejado por petistas e tucanos. O líder do partido no Estado, deputado Paulo Maluf, foi procurado há cerca de um mês tanto pelo pré-candidato do PSDB, José Serra, quanto pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, que esteve na casa de Maluf, no Jardim Europa, com outros dois petistas.
Os tucanos já dão como certo o apoio de Maluf a Serra. Nas tratativas, uma das sinalizações feitas pelos tucanos foi a Secretaria da Habitação (com a Cohab junto). Ontem, em jantar na casa do deputado Fabio Ramalho (PV-MG), vizinho de Maluf em Brasília, o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto, e os deputados Cândido Vaccarezza e Carlos Zarattini voltaram a insistir na aliança com o PT.
O PP pretende anunciar a decisão em 15 de junho.

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Ministério Público Eleitoral defende cassação do mandato de Gabriel Chalita

A ameaça de cassação por infidelidade partidária do mandato do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP), pré-candidato à prefeitura de São Paulo, ganhou força com o parecer do Ministério Público Eleitoral encaminhado na sexta-feira, 11, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Chalita se desfiliou do PSB em maio de 2011 alegando ter sofrido ‘grave discriminação pessoal’
A vice-procuradora-geral-eleitoral, Sandra Cureau, afirmou que Chalita deixou o PSB sem uma causa justa para se filiar ao PMDB, ao contrário do que alegaram o deputado e o PMDB em defesa encaminhada ao TSE. No parecer, Cureau defende que Chalita perca o mandato. Na vaga, assumiria o autor do pedido ao TSE, Marco Aurélio Ubiali, primeiro suplente do PSB.

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Tucanos somem de palanque da Força em SP

Após o convite ao pedetista Brizola Neto para assumir o Ministério do Trabalho, os principais líderes do PSDB faltaram ontem à festa de Primeiro de Maio da Força Sindical, presidida pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP).

Presentes no ano passado, o governador Geraldo Alckmin e o senador mineiro Aécio Neves não apareceram. O pré-candidato a prefeito José Serra se recupera de uma cirurgia dentária e já havia informado que não iria ao ato.

Na ausência dos tucanos, o palanque foi ocupado por petistas como o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e o pré-candidato do partido a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

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Planalto articula fim de aliança PT-PSDB em Belo Horizonte

Por orientação do Palácio do Planalto e de aliados do tucano Aécio Neves, o triângulo PT-PSB-PSDB em apoio ao prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), está à beira da implosão.

Até Lacerda reconhece: “Se fosse agora, 99% de impossibilidade [de reedição do acordo que o elegeu]. Mas, daqui a uns oito meses, a coisa toda pode mudar”, disse o prefeito, alegando que a precipitação do debate impõe risco à administração.

Sob a avaliação de que Aécio deve ser tratado como um adversário em potencial, integrantes do governo Dilma avisaram ao PSB que não apoiarão Lacerda no ano que vem caso o PSDB permaneça em sua base.

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Carvalho quer inquérito sobre gravação de conversa

Da Folha de São Paulo

O chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, defendeu ontem a abertura de investigação para averiguar a origem e o conteúdo de gravação divulgada no final de semana pela revista “Veja”.

Na gravação, de autoria, data e circunstâncias ainda desconhecidas, o atual secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, reclama, com seu ex-colega no Ministério da Justiça Romeu Tuma Jr., sobre frequentes pedidos para confecção de dossiês.

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Jornalista depõe à PF sobre quebra de sigilo de tucanos

Da Folha de São Paulo

O jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao “grupo de inteligência” na fase da pré-campanha de Dilma Rousseff, prestará mais um depoimento à Polícia Federal hoje.

A PF investiga quem ordenou e pagou pela quebra ilegal do sigilo fiscal de dirigentes tucanos e familiares do candidato José Serra (PSDB).

Ribeiro Jr. admite ter pedido dados dessas pessoas, mas nega ter solicitado acesso a documentos sigilosos.

Todos os alvos do jornalista tiveram seus dados violados em duas agências da Receita Federal em São Paulo.

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Na terra do fumo, tucano tenta amenizar fama de antitabagista

GRACILIANO ROCHA, da Folha de São Paulo

Conhecido nacionalmente pelas restrições ao cigarro que patrocinou quando ministro da Saúde e governador de São Paulo, José Serra (PSDB) tenta amenizar a fama de antitabagista para ganhar o voto de agricultores do Rio Grande do Sul, maior produtor brasileiro de fumo.

Aliados do tucano estão fazendo circular uma carta em que o candidato promete assistência técnica e crédito para as lavouras de tabaco.

No Estado, responsável por cerca de metade da produção nacional, Dilma Rousseff (PT) venceu o primeiro turno por 47% dos votos válidos, contra 41% de Serra.

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Ideal, antipetismo e ajuda de custo movem tucanos

LAURA CAPRIGLIONE, da Folha de São Paulo

O pink quase fosforescente, uniforme do grupo de 20 mulheres que aguardava a chegada de José Serra na porta de um hotel de Porto Alegre (RS), na última sexta-feira, só não chamava mais atenção do que a gritaria que elas promoviam -“Brasil Decente, Serra Presidente!”

Quando se cansavam, as militantes sacavam cópias de um artigo de jornal em que se lia: “Dilma Rousseff defende a legalização do aborto”, e começavam seu proselitismo: “Somos a favor da vida, e Dilma tem sido ambígua demais quando o assunto é aborto”, repetia a presidente da Ação da Mulher Progressista do Rio Grande do Sul, Ana Gorski Rodrigues.

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Na reta final da disputa, petista e tucano focam Sudeste

Na reta final da campanha, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) decidiram priorizar os mesmos Estados, a começar por São Paulo.

Os dois intensificarão agenda na Grande São Paulo: ele, para ampliar sua vantagem no Estado. Ela, para conter o crescimento do adversário em reduto tucano.

O comando da campanha de Serra mapeou cidades onde o desempenho do candidato está abaixo da média: além de São Paulo e Rio, Paraná e Rio Grande do Sul estão no roteiro da reta final. Ele fará duas visitas ao Nordeste: Bahia e Pernambuco.

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Folha de S.Paulo – PSDB dispara 5 milhões de ligações de Aécio – 25/10/2010

NATUZA NERY, da Folha de São Paulo

Como última ofensiva para conquistar eleitores em Minas Gerais, uma gravação com a voz do senador eleito Aécio Neves (PSDB) pede, desde ontem, votos para o candidato tucano José Serra.

O objetivo da campanha é explorar o capital político do ex-governador no Estado e atingir 5 milhões de pessoas nos próximos dias.

O número é expressivo. Trata-se de um quinto do eleitorado local, que elegeu Aécio para uma vaga do Senado com 39,47% dos votos.

As telemensagens fazem parte de um derradeiro esforço da campanha nacional tucana para atrair votos no segundo maior colégio eleitoral do país.

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Fiscais relatam pressão política no Ibama

RUBENS VALENTE, da Folha de São Paulo

Fiscais do Ibama relataram à Procuradoria da República em São Paulo e a uma sindicância interna uma suposta pressão política exercida pela superintendente do órgão no Estado, Analice de Novais Pereira, para livrar empresas de multas e embargos aplicados pela fiscalização do instituto.

Filiada ao PT de Osasco (Grande SP) desde 1981, Analice, 47, é irmã de Silvio Pereira, ex-secretário-geral nacional do partido, implicado em 2005 no escândalo do mensalão. Ela comanda o Ibama paulista desde 2003.

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Agressão a Serra é uma farsa, diz Lula

GRACILIANO ROCHA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o candidato José Serra (PSDB) de simular ter sido agredido durante ato de campanha no Rio anteontem. Lula chamou o incidente de “mentira descarada” e “farsa”.

Citando imagens das redes de TV SBT e Record, o presidente disse que Serra foi atingido por uma bola de papel e só após receber um telefonema, 20 minutos depois, “fingiu” ter sido agredido.

O vídeo que mostra o tucano sendo atingido por uma bola de papel, exibido pelo SBT, entretanto, corresponde a um momento anterior ao candidato ter sido atingido por um rolo de fita crepe, já no final da caminhada em Campo Grande, no Rio.

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Serra é agredido durante enfrentamento entre militantes em ato de campanha no Rio

Do Globo Online

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, viveu no início da tarde desta quarta-feira um dos momentos mais tensos desde o início da campanha eleitoral, em julho. Durante uma caminhada pelo calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, militantes do PT chegaram para confrontar com bandeiras a comitiva do tucano. Houve muito empurra-empurra e comerciantes fecharam as lojas com medo da briga. De acordo com o deputado federal Fernando Gabeira (PV), o presidenciável chegou a ser ferido na cabeça.

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No JN, Serra diz que PT usa denúncia contra Paulo Preto para ‘nivelar todo mundo’

André Mascarenhas, do Estadão

Em entrevista ao Jornal Nacional na noite desta terça-feira, 19, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, atribuiu a adversários as denúncias contra o ex-diretor da Dersa Paulo Viera de Souza, o Paulo Preto, e classificou as acusações contra sua campanha como uma tentativa do PT em se “niverlar” por meio de escândalos.

Perguntado sobre a declaração de Paulo Preto, de que “não se abandona um líder ferido na estrada”, Serra disse que não houve desvio de dinheiro em sua campanha, e acrescentou que, se houvesse, ele que seria a vítima. “Sempre existe num partido gente que gosta de um, gente que não gosta do outro. O fato é que não houve o essencial, que é o desvio de dinheiro na minha campanha. Porque eu saberia. Em todo caso, nós seríamos a vítima”, disse.

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Base aliada pede que Procuradoria investigue tucano e Paulo Preto

NANCY DUTRA, da Folha de São Paulo

Deputados governistas entraram ontem na Procuradoria-Geral da República com um pedido de abertura de investigação do candidato tucano à Presidência, José Serra, e do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto.

A ação faz parte da estratégia do PT de tratar as suspeitas sobre o ex-diretor como um dos principais temas da campanha presidencial.

O engenheiro é acusado de captar ilegalmente e fugir com R$ 4 milhões destinados à campanha de Serra.

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Campanha de Serra vê perda de fôlego e traça mudanças

Da Folha de São Paulo

O comando da campanha de José Serra (PSDB) avalia que houve uma perda de fôlego nos últimos dias e estuda como manter a candidatura em ascensão.

Um reflexo disso foi o abandono do tema do aborto e de questões religiosas pelo tucano, que, ainda no fim do primeiro turno, identificou o assunto como calcanhar de Aquiles da campanha de Dilma Rousseff (PT) e como fator que contribuiu para sua chegada ao segundo turno.

O tema, contudo, já começa a ser visto com potencial negativo pelo PSDB, especialmente depois que a mulher de Serra, Monica, acabou incluída involuntariamente no noticiário, após o relato, feito por uma ex-aluna sua, de que ela havia feito um aborto no exílio no Chile.

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Comício ‘ecumênico’ de Dilma tem Pai-Nosso e hino religioso

Do jornal O Globo

Depois de ceder às pressões religiosas e divulgar carta condenando o aborto , a campanha da candidata Dilma Rousseff (PT) lançou na noite desta sexta-feira uma nova modalidade de comício: o ecumênico. O palanque de seu ato eleitoral em São Miguel Paulista, na periferia de São Paulo, foi tomado por padres e pastores evangélicos que cantaram “Glória, Glória, Aleluia” e rezaram o Pai-Nosso. A manifestação religiosa aconteceu antes de Dilma e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva subirem ao palanque.

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Comando tucano diz que pesquisas estão erradas

O Senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB e coordenador da campanha de José Serra à Presidência da República, assegura que as pesquisas divulgadas hoje já não refletem mais a realidade da situação eleitoral dos dois candidatos.

Guerra afirma que as pesquisas internas encomendadas pelo PSDB indicam que há um rigoroso empate entre ambas as campanhas. “Nosso tracking foi muito preciso no primeiro turno e já antecipava o segundo turno 15 dias antes da eleição passada”, disse o parlamentar ao Blog do Pannunzio.

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Dilma tem 53% dos votos válidos, e Serra, 47%, aponta Ibope

Do portal G1

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (13) pesquisa de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial. Segundo o instituto, Dilma Rousseff (PT) tem 53% dos votos válidos, e José Serra (PSDB), 47%.

Com a margem de erro, de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 51% a 55%, e José Serra, de 45% a 49%. O critério de votos válidos exclui intenções de voto em branco e nulo e eleitores indecisos.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 35660/2010. O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre segunda-feira (11) e esta quarta (13).

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Vox Populi: Dilma tem 48%; Serra tem 40%

Com informações do Portal Ig

Levantamento encomendado pelo iG dá à candidata do PT 54,5% dos votos válidos, contra 45,5% obtidos pelo tucano

A candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, mantém a dianteira na preferência do eleitorado neste segundo turno, aponta nova pesquisa Vox Populi/iG divulgada nesta quarta-feira. O levantamento, primeiro realizado pelo instituto na segunda etapa da eleição presidencial, dá a Dilma 48% das intenções de voto, contra 40% registrados pelo adversário tucano José Serra.

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Dilma usa debate da Band no horário eleitoral para atingir Serra

Cinco minutos e 45 segundos de pau puro. Assim foi o programa eleitoral da campanha petista para a tarde desta segunda. A produção se valeu da edição de trechos do debate de ontem na Band.

O curioso é que nem um take do candidato adversário é mostrado. Dilma pergunta e ninguém responde. Fade-in (escurecimento gradual da tela), fade-out ( a candidata reaparece) e lá está DIlma de novo, detonando José Serra.

A edição vitaminou o tom agressivo da candidata, que aparece bem mais assertiva agora, neste início de segundo. A maior parte dos analistas não vinculados ao PT acha a tática temerária. Tentada por Geraldo Alkmin nas eleições de 2006 contra Lula, fez com que o candidato tucano tivesse menos votos no segundo do que no primeiro turno, quando suas aparições insossas lhe valeram o apelido de “Picolé de Xuxu”.

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