PHA X Heraldo: juíz do DF absolve blogueiro a despeito de considerar injuriosa expressão “negro de alma branca”

O blogueiro Paulo Henrique Amorim foi absolvido no processo movido pelo MP do DF da acusação de racismo pelas injúrias que dirigiu ao jornalista Heraldo Pereira, da Rede Globo.

Argumentando que a representação contra PHA foi protocolada com 12 dias de atraso em relação ao prazo legal máximo de seis meses após a ofensa, o juíz Valter Araújo, da Quinta Vara Criminal de Brasília, decretou extinta a punibilidade do réu.

O magistrado, que se declarou avesso aos ditames do politicamente correto, reconheceu que constitui injúria qualificada a utilização da expressão ‘negro de alma branca’, com a qual PHA se referiu a Heraldo Pereira em seu blog. “Entendo que a expressão negro de alma branca constitui injúria, pois ofende a dignidade da vítima. E, por empregar elemento referente à cor, a conduta amolda-se ao tipo penal previsto no Art. 140, §3°, do CP”, sentenciou o juiz, que ao final inocentou o blogueiro pela perda do prazo legal para o protocolo da representação.

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PHA insiste em tachar Heraldo Pereira de “negro de alma branca”

A despeito de ter sido condenado por injúria racial por Paulo Preto e de ter sido forçado a se retratar e pagar uma indenização de R$ 30 mil para encerrar uma  ação civil aberta pelo jornalista Heraldo Pereira, o apresentador da TV do bispo Edir Macedo Paulo Henrique Amorim voltou a ofender o colega da Rede Globo.

Em manchete estampada na capa do blog, PHA provoca: “Heraldo, Maurício Black não é um negro de alma branca” (veja reprodução acima). É a chamada para uma entrevista publicada na edição deste mês da Revista Raça na qual ele tenta explicar aquilo que Heraldo classifica como “racismo secundário”– manifestações de preconceito explícitas ou implícitas feitas de maneira reiterada.

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A mídia, as cotas e o sempre bom e necessário exercício da dúvida

Por Ana Maria Gonçalves, no site da Revista Forum

Tenho escrito alguns artigos sobre racismo e, em todos, invariavelmente, apareceu quem tentava fugir do assunto para falar sobre cotas. São assuntos relacionados, eu sei, mas também complexos por si só. Cotas não seriam necessárias se não houvesse racismo. Mas estão aí, os dois, e talvez agora, depois da histórica decisão do Supremo Tribunal Federal, nos dias 25/04/2012 e 26/04/2012, reafirmando a constitucionalidade das cotas, possamos começar a conversar de verdade sobre eles. Porque talvez a velha mídia pare de fazer a campanha suja que vem fazendo e nos deixe, finalmente, tratar desses assuntos e das vidas das pessoas por eles modificadas (brancos, negros, cotistas, não-cotistas etc…) com a honestidade e o respeito que todos merecem. É agora que começa o trabalho, e é bom que a gente tente separar, principalmente, o que é fato do que foi campanha, o que é verdade histórica do que foi mero exercício de futurologia. Será um longo caminho que vamos ter que aprender a trilhar juntos, independente de sermos contra ou a favor. Somos sujeitos históricos: o que fizemos ontem, como povo e como indivíduos, reflete na realidade que temos hoje, assim como o que fazemos hoje vai determinar com o que teremos que conviver amanhã. A História não nos deixa viver impunes.

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Heraldo Pereira fala pela primeira vez desde que foi alvo de injúrias racistas de Paulo Henrique Amorim

“O que eu buscava com uma condenação, consegui. Ele teve que se retratar. É uma sentença definitiva”. A frase resume o que o jornalista Heraldo Pereira sente em relação às ofensas racistas proferidas por seu detrator, Paulo Henrique Amorim, dono do blog Conversa Afiada.

O apresentador do programa dominical da TV do bispo Edir Macedo afirmou que Heraldo não tem méritos para estar na bancada do Jornal Nacional além de sua origem humilde e do fato de ser negro.  E chamou o colega da Globo de “negro de alma branca”, expressão que o Dicionário do Politicamente Correto editado pela Presidência da República sob Lula define como ” um dos slogans mais terríveis da ideologia do branqueamento no País, que atribui valor máximo à raça branca, e mínimo aos negros“.

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Mais uma mentira da BESTA: Heraldo Pereira furou greve onde não trabalhava

É inacreditável o esforço da BESTA (Blogosfera Estatal) para injuriar o jornalista Heraldo Pereira, alvo preferencial dos ataques da claque governista desde que forçou Paulo Henrique Amorim a se retratar e a pagar R$ 30 mil de indenização por tê-lo chamado de “negro de alma branca”. Agora, aos blogueiros pagos da BESTA, soma-se também uma parte da pelegada sindicalista.

Encontrei por acaso na internet um artigo intitulado “Heraldo Pereira e a negritude” no qual um autoproclamado “negro, jornalista e militante social” Fernando Paulino recorre a “lembranças” de uma greve dos anos 80 para afirmar que “foi meu primeiro contato, à meia distância, com Heraldo Pereira, que furou a greve”.

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Site dos neonazistas presos continua ativo. A ameaça ainda paira no ar

A sociedade que se acautele. A ameaça neonazista representada pelas promessas de ações violentas contra homossexuais, feministas, negros e judeus está longe de terminar. A  prisão de Emerson Eduardo Rodrigues e Marcello Valle Silveira Mello, responsáveis pelo site que propalava o ódio racial e de gênero,  revela algo da maior gravidade: o novo terrorismo agora tem uma certa organicidade e ganha corpo na internet.

O domínio silviokoerich.org continua ativo e lá ainda se pode ler toda a documentação produzida pelos fanáticos arianos. É de arrepiar. Onze dias atrás, sintetizando seu ódio misógino, antissionista, homofóbico e racista, o ideólogo do novo nazismo virtual justificava previamente as razões do ataques que pretendia desferir.

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Cutucando a BESTA (Blogosfera Estatal): Coerência, pelo menos, aqui não falta

Tenho sido “acusado” nos últimos dias de coisas que eu realmente fiz. Portanto, as acusações não me machucam nem irritam. Eu realmente defendi o Bóris Casoy diante do bullying que os patrulheiros da BESTA (Blogosfera Estatal) armaram contra ele. Casoy, que é meu colega de emissora, nunca escondeu de ninguém que é um conservador. Eu não sou conservador, mas tenho respeito por ele, mesmo discordando de muito do que pensa.

A frase infeliz dita por ele foi interpretada com um sentido ideológico que realmente não tinha. Foi produto de um vazamento de áudio na passagem de bloco do jornal. Não foi um raciocínio tramado, como se ele tivesse deliberadamente , dolosamente, lançado mão de preconceitos ideológicos para ofender os garis. No campo da motivação e das intenções, o episódio não pode ser comparado ao texto em que Paulo Henrique Amorim ofende, dolosa e deliberadamente, o colega Heraldo Pereira com o bordão escravocrata “negro de alma branca”.  Mas isso os fundamentalistas da BESTA não discutem.

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O lucro do governismo de Paulo Henrique Amorim: R$ 833 mil (só da Caixa)

O chefe da claque governista na internet, o blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, recebeu da Caixa Econômica Federal R$  833,28 mil reais em patrocínios para sua página eletrônica. O valor foi informado ao Blog do Pannunzio pela Assessoria de Imprensa da CEF e se refere a 20 meses de veiculação de banners em 2011 e 2012.

O valor mensal dos patrocínios arrecadados é equivalente ao que o Conversa Afiada recebeu dos Correios — R$ 40 mil mensais pela veiculação de uma campanha do Sedex entre outubro de 2011 e fevereiro deste ano. O contrato com os Correios foi suspenso, segundo a estatal em função do fim da campanha.

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Paulo Paim: “Alma não tem cor”

O Senador Paulo Paim (PT-RS), único parlamentar afro-descendente do Senado da República, declinou do convite para testemunhar a favor do blogueiro Paulo Henrique Amorim no processo aberto pelo comentarista político da Rede Globo Heraldo Pereira. Meses atrás, Paim foi procurado pelo blogueiro, que pretendia obter dele o testemunho de que não é racista.

Paulo Henrique Amorim propôs um acordo, ainda não integralmente cumprido, para evitar a condenação iminente. Foi obrigado a pagar RS 30 mil a uma instituição de caridade e a se retratar publicamente em sua própria página eletrônica e em dois grandes jornais.

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Repórter da Globo pede que jornalista faça nova retratação

Da Folha de São Paulo

O repórter da TV Globo Heraldo Pereira pediu à Justiça do Distrito Federal que o jornalista Paulo Henrique Amorim faça uma nova retratação.

Pereira quer a publicação de dois novos anúncios na Folha e no “Correio Braziliense” na ação em que se diz vítima de injúria e racismo.

Em seu site “Conversa Afiada”, Amorim empregou expressões como “negro de alma branca” para falar do repórter. Em fevereiro, eles fecharam acordo para que Amorim pagasse R$ 30 mil a uma instituição e publicasse um anúncio em cada jornal.

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Retratação a Heraldo Pereira foi conversa fiada

Texto de Pedro Caribé, publicado no site da AfroPress Agência de Comunicação Multiétnica

O pagamento da indenização e retratação de Paulo Henrique Amorim (PHA) ao jornalista Heraldo Pereira não foi suficiente para convencer o réu de ter praticado ato racista. Antes e depois de sentar no tribunal, PHA e seus pares tentaram desconstruir a todo custo a legitimidade da indignação de Heraldo.

Tentaram tergiversar o debate para arena ideológica, onde a Heraldo caberia o papel de reforçar o ar pejorativo de “ser negro de alma branca”, a serviço de idéias conservadoras, e os movimentos negros a possibilidade de serem coagidos ou cooptados no posicionamento.

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Folha rejeitou anúncio de Paulo Henrique Amorim que desvirtuou sentença

Por Márcio Chaer, do Conjur

A Folha de S.Paulo vai publicar nesta quarta-feira (7/3) a retratação em que o blogueiro Paulo Henrique Amorim recua e reconhece seu erro nas ofensas raciais contra o jornalista Heraldo Pereira, da TV Globo. Sem comentários nem acréscimos: apenas com o que o juiz determinou.

O jornal explica que a retratação não foi publicada nesta terça-feira não só porque esse é o procedimento padrão, em caso de informes publicitários, como por que o texto original da sentença do juiz fora adulterado. “A diferença entre os textos tornou mais imperativa ainda a assinatura do termo de responsabilidade”, explicou o diretor jurídico da Folha, Orlando Molina.

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Com novo patrocinador estatal, PHA descumpre pela segunda vez acordo com Heraldo Pereira

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

O jornalista autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, apresentador de um ebdomadário domincal na TV do Bispo Edir Macedo e dono do site Conversa Afiada, descumpriu pela segunda vez consecutiva o acordo que assinou para encerrar um processo civil aberto contra ele por Heraldo Pereira, da Globo. PHA afirmou que Heraldo não tem nenhum mérito profissional para estar na bancada do Jornal Nacional além de ser filho de uma família humilde e ser negro. PHA chamou o colega de “negro de alma branca”

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Juiz intima “réu” PHAmorim a publicar retratação [honesta]

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Publicado no Blog do Reinaldo Azevedo . A palavra “honesta” entre colchetes no título é por minha conta.

Eu não publico porque não quero por aqui os partidários do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista), vocês sabem… Mas todo dia chegam manifestações mais ou menos assim: “Aí, hein… Depois que o Paulo Henrique Amorim ameaçou te processar, você (NR: eles misturam os pronomes, e esta é a menor das porcarias que fazem num texto…) parou de falar do caso Heraldo Pereira!” Parei? Então não fui avisado por mim mesmo. Não parei, não! Havendo novidade, cá estou! Não havendo, mas dando vontade, idem!

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Aos mujahidins da blogosfera governista: PHA, o “destemperado”, foi, sim, condenado por injúrias racistas.

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

Dedico este post aos mujahidins do PHA, que têm me cobrado explicações a respeito do que eu não disse sobre o processo envolvendo o dublê de porta-voz da Igreja Universal e neo-bolchevique do conversafiada e o Herlado Pereira.

Eu nunca disse que ele foi “condenado” no processo aberto pelo Heraldo na esfera Cível. Eu sempre disse que houve um acordo — um acordo desmoralizante para ele, mas ainda assim um acordo. Com peso de sentença condenatória, porque foi obrigado a pagar R$ 30 mil para encerrar a lide e a se retratar. Mas ainda assim um acordo.

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As discussões sobre racismo

O post que reproduzo abaixo foi publicado pelo Luis Nassif, um profissional de longa história que eu respeito. Sei que ele apoia o Paulo Henrique Amorim e é por isto que reproduzo o conteúdo integral do artigo do José Roberto Militão, com a introdução escrita pelo Nassif. Acho que ele está do lado errado desta vez, mas respeito o direito dele de se posicionar como bem entender. O fato a anotar é que, a despeito de contrariar seu convicção pessoal, Nassif foi bastante honesto ao publicar o texto. O que estabelece uma distinção clara entre ele e outros que sequer admitem comentários críticos em suas páginas eletrônicas.

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Injúrias racistas de PHA custaram R$ 120 mil ao contribuinte brasileiro

PHA, o Malcolm-XYZ da blogosfera brasileira

O blogueiro autoproclamado progressista Paulo Henrique Amorim, dublê de líder negro e empregado do bispo Edir Macedo, recebeu R$ 120 mil dos Correios por três meses de patrocínio a seu Der Angriff eletrônico, o blog Conversa Afiada.
O valor equivale a 1043 benefícios do programa Bolsa Família, em média de R$ 115 por família assistida,  ou a três vezes o valor do acordo que PHA foi obrigado a assinar com o jornalista Heraldo Pereira, injuriado por ele com a expressão racista “negro de alma branca”. PHA responde criminalmente pela ofensa e pode pegar até cinco anos de cadeia por prática de racismo.

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Paulo Henrique Amorim, o “negro de alma branca” e os demônios de cada um de nós

Texto da escritora Ana Maria Gonçalves

publicado em 27 de fevereiro de 2012 no site da Revista Forum

Sempre fico com um pé atrás ao ler/ouvir afirmações enfáticas do tipo “Eu não sou racista”, ou“Fulano não é racista”. Ela já é perigosa quando dita sobre si mesmo, e mais ainda quando dita sobre o outro, que é o único que deveria saber de si. Racismo, assim como o machismo ou a xenofobia, é um tipo de sentimento que facilmente contamina quem é exposto a ele, de maneira ostensiva ou velada. É herdado, não tem muito para onde escapar. Principalmente em sociedades como a nossa que, durante muito tempo, lutou para esconder a discrepância entre prática e teoria, entre evidências de racismo e manutenção e construção de um modelo de democracial racial que nunca existiu. O que precisamos fazer é estar atentos a qualquer pensamento racista e combatê-lo ali, no nascedouro, não deixando que se naturalize e domine nosso modo de agir e de pensar. Acho que só assim podemos, brancos e negros, acabar de fato com o racismo (e outros ismos): de maneira individual, consciente e, acima de tudo, honesta. Não é através de leis ou de ações afirmativas, que defendo e acho mais do que necessárias para que sirvam de proteção e escada enquanto não somos capazes dessa revolução interna. É o trabalho de cada um, doloroso e vigilante, que pode avançar cada vez que um caso atinge proporções midiáticas, porque nos faz refletir à partir de situações que colocam figuras públicas no ambiente privado, vivenciando situações nas quais às vezes podemos nos reconhecer. Como humanos e imperfeitos que somos. Falo agora do recente caso envolvendo os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Heraldo Pereira.

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PHA apela e diz que vai processar meio mundo

PHA, o Malcolm-Z da blogosfera brasileira

Aumentem o lucro do blogueiro. Paulo Henrique Amorim, que além de blogueiro é líder negro e empregado do bispo Edir Macedo, anunciou agora há pouco que vai processar 12 empresas jornalísticas e sites da internet que o criticaram por ter chamado o jornalista Heraldo Pereira de “negro de alma branca”.

PHA processa Globo, Folha e penduricalhos do PIG“, diz a manchete estampada no Der Angriff eletrônico que ele tem usado para atacar Heraldo e todos os que se opõe ao que o democrata e autorpoclamado blogueiro progressista pensa.

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Heraldo, a cor e a alma

Demétrio Magnoli

Publicado no Jornal O Globo

PHA, o Malcolm-Z da blogosfera brasileira

A retratação, obtida por meio dos tribunais, circula na imprensa e na internet. Nela o blogueiro Paulo Henrique Amorim retira cada uma das infâmias que assacou contra o jornalista Heraldo Pereira, apresentador do Jornal Nacional e comentarista político do Jornal da Globo. No seu blog, entre outras injúrias, Amorim classificou Heraldo como “negro de  alma branca” e escreveu que o jornalista “não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”.

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Yellow pride, uma delícia de manifesto antirracista

Pesquei o texto na seção de comentários do Blog do Reinaldo Azevedo. Um momento de bom-humor em meio à guerra autofágica dos jornalistas, que lutam entre si para ver quem é mais branco, negro ou… amarelo! Assinado por Maurício, que eu gostaria muito de saber quem é.

Yellow Pride

Sentindo sermos parte de uma minoria, segregada no Brasil, nós Japas reivindicamos uma atitude do governo federal para sermos igualados aos negros no status dos direitos de cidadãos, mesmo que não possa chamar negro de negro.

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O racismo que dá lucro

Paulo Henrique Amorim, blogueiro autoproclamado progressista e apresentador da TV do bispo Edir Macedo,  teve lucro com suas injúrias racistas. No blog dele está estampada a manchete “Heraldo aumenta a audiência do CAf em 42%“. O blogueiro “progressista” se ufana de sua obra: “Tem publicidade melhor do que essa?”

Para o caso dele, não deve haver.

Se o que PHA queria era ficar estigmatizado como o último racista assumido da imprensa brasileira,  conseguiu. Se seu objetivo era a auto-desmoralização, ele conseguiu. Se o objetivo era sanar dúvidas sobre seu caráter, também conseguiu. E, no fim das contas, ainda saiu lucrando 42%.

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Recismo: Ontem, dia de aniversário de 5 anos de minha filha, mataram um pouco de nós

O pai e as duas crianças: voltar do banheiro, só para gente branca

Reproduzido do Blog Pai de Menina – Nunca imaginei que depois de tanto colaborar com o EU-REPORTER, tivesse que viver na pele a dor de um cidadão agredido com sua família em um dia de festa.

Escolhemos o quiosque Espaço OX, no Leme para comemorarmos o aniversário de 5 anos de minha filha mais nova, com amigos e familia, num total de 20 pessoas. Reservamos e chegamos, com as crianças, as 19h00. Realizamos a comemoração comas minhas filhas, Lia e Dora, que durante todo o tempo brincaram nas dependências do quiosque as vistas dos funcionários.

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Lobato na berlinda do mundo politicamente correto

Do Blog da katia maia

Esse mundo politicamente correto a cada dia me surpreende mais. Eu já andava com um pé atrás em relação ao que se fala das cantigas infantis que, segundo a boa prática politicamente correta, não se deve mais cantar ‘atirei o pau no gato’, mas: ‘NÃO atirei o pau no gato’.

A cantiga do cravo, aquele que brigou com a rosa, também foi alvo de críticas pois incita a violência. Agora, pasmem: os livros de Monteiro Lobato correm o risco de serem banidos das escolas públicas porque estão sendo considerados racistas em alguns trechos!

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