Ativistas usaram a Deep Web para tentar quebrar sigilio de Dilma, Lula e governadores

A Deep Web, que costuma ser definida como o Reino de Hades da internet, foi utilizada por ativistas para arregimentar hackers dispostos a quebrar o sigilo eletrônico de várias autoridades brasileiras. Entre os “alvos” do cyberativismo estavam a Presidente Dilma Roussef, o ex-presidente Lula, os governadores Geraldo Alckmin (SP), Sérgio Cabral (RJ), Tarso Genro (RS) e Antônio Anastasia (MG). Além deles, foram relacionados também alguns mensaleiros do PT (José Dirceu e José Genoíno) e assessores de governos estaduais e da Presidência da República.A conclamação foi feita no fórum Caravana Brasil, que aparentemente é frequentado por militantes do Anonymous.

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Um elogio ao governador Sérgio Cabral

cabral

Faz tempo que ninguém elogia o governador Sérgio Cabral. Tudo o que se diz a seu respeito é depreciativo, ácido, terrível.

Pois quero me contrapor a essa quase unanimidade para dar um pouco de conforto espiritual ao querido governador de todos os fluminenses.

angraComeço argumentando que ele foi mal compreendido desde o princípio, quando São Pedro mandou aquele aguaceiro na passagem de ano de 2010 que derreteu as encostas da Serra do Mar e soterrou parte de Angra, inundou a Baixada e quase sepultou Niterói sob escombros.

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Crise põe em dúvida futuro político de Cabral

WILSON TOSTA

A dificuldade do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), em reagir ao caso Carlinhos Cachoeira com algo além de notas oficiais, respostas curtas ou simplesmente o silêncio gera dúvidas sobre o futuro político do governador. Políticos se questionam sobre a capacidade de Cabral influir nas eleições de outubro e mesmo de fazer de seu vice, Luiz Fernando Pezão, seu sucessor em 2014.

Há cerca de 10 dias, em sua primeira declaração após a divulgação de imagens de suas viagens aos exterior com o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta – acusada de ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira -, Cabral respondera a poucas perguntas de forma vaga e saíra com rapidez. Até então, se manifestara por escrito.

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TV flagra mensagem de petista tranquilizando Sérgio Cabral por CPI

Partido está decidido a blindar o governador do Rio, suspeito de envolvimento com a Delta - Reprodução O PT está decidido a poupar Cabral, mesmo depois de o PMDB não ter apoiado o requerimento do ex-presidente Fernando Collor que pedia à Polícia Federal as gravações telefônicas das conversas entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com o jornalista Policarpo Júnior, diretor da sucursal da revista Veja, em Brasília

“A relação com o PMDB vai azedar. Mas não se preocupe. Você é nosso e nós somos teu (sic)”, escreveu o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo, para Sérgio Cabral. A imagem da mensagem foi gravada. Na sessão administrativa desta quinta, o PMDB se recusou a apoiar o requerimento de Collor. Já os petistas foram claramente favoráveis a “investigar essa relação promíscua entre uma quadrilha e um jornalista”.

Ao final da sessão da CPI, um petista alertou que o PMDB não pode adotar a tática de “dar às costas aos demais aliados”. O PT evitou que o proprietário da Delta Construções, Fernando Cavendish, que tem ligações estreita com Cabral, fosse convocado para depor na CPI. A Delta nacional também foi poupada e não teve seus sigilos fiscal, bancário e telefônico da empreiteira.

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Após fotos em Paris, Cabral muda código de ética no Rio

Menos de um mês após a divulgação de fotos em que aparece confraternizando com empresários em Paris e Mônaco, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), ampliou as regras do Código de Conduta da administração estadual.

A partir de agora, as autoridades devem “guardar distância social no trato com fornecedor de materiais ou contratantes de prestação de serviços ao Estado”. O item não estava previsto na primeira redação do código, de 2011.

O manual foi criado dias depois de Cabral usar um avião do empresário Eike Batista para ir ao sul da Bahia, onde participou de festa de Fernando Cavendish, então dono da empreiteira Delta. O empresário é o mesmo que aparece com Cabral e secretários em fotos na Europa.

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Cabral terá que devolver R$ 2.000 de viagem a Paris a cofre do Estado

ITALO NOGUEIRA
DO RIO
O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), terá de devolver aos cofres do Estado R$ 2.000 recebidos indevidamente para uso numa missão oficial de dois dias a Paris no final de maio de 2011.

O valor foi depositado na conta do governador, mas as despesas foram pagas pelo cartão corporativo do governo, criado no mesmo ano.

O pagamento a Cabral foi identificado pela Folha em levantamento feito pelo gabinete do deputado Luiz Paulo Côrrea da Rocha (PSDB) no sistema financeiro do Estado.

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Gastos com viagens triplicam no governo de Sérgio Cabral

O governo Sérgio Cabral (PMDB) aumentou em 294% os gastos da administração estadual com diárias no exterior desde 2007. Naquele ano, foram pagos R$ 663 mil para esse tipo de despesa contra R$ 3,2 milhões em 2011 — aumento nominal de 391%. Atualizando valores pela inflação, o aumento fica em 294%.

Até o mês passado, o governo já havia desembolsado R$ 12,3 milhões para bancar diárias em hotéis e alimentação da equipe do governo em países da Europa e nos Estados Unidos.

Desse total, R$ 1,2 milhão foram pagos nos quatro primeiros meses deste ano. No primeiro mandato de Cabral, a chefe do cerimonial do governo, Adriana Novis de Leite Pinto, foi quem mais gastou com diárias: R$ 153 mil. O governador não ficou muito atrás. Entre 2007 e o ano passado, as despesas de Cabral nesse item foram de R$ 143 mil. Já o secretário chefe da Casa Civil, Régis Fichtner, gastou R$ 66 mil.

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Garotinho nega ter vazado fotos de Carolina Dieckmann

No site to The Piauí Herald

CAMPOS – Após ter publicado flagrantes de Sérgio Cabral e Fernando Cavendish em Paris, na Disney, nas Ilhas Cayman e, contra todas as expectativas, no Rio de Janeiro, o ex-governador Anthony Garotinho negou ser o responsável pelo vazamento de fotos sensuais de Carolina Dieckmann. “Sou evangélico!”, obtemperou Garotinho, com um guardanapo na cabeça. Pressionado, o ex-governador admitiu ser responsável pela carreira política de Clarissa e Rosinha Garotinho. “O que mais vocês querem?”, disse, aturdido: “Já não basta?”

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Sérgio Cabral e o Baile da Ilha Fiscal

No dia 9 de novembro de 1889, a Corte brasileira se reuniu para um histórico regabofe na Ilha Fiscal. Ao chegar, Dom Pedro II levou um escorregão e quase foi ao chão. Bem-humorado, cunhou uma frase que demonstrava, claramente, o quanto ele estava mal informado sobre a situação política do País: “O imperador quase caiu, mas a Monarquia continua firme!”

O Baile da Ilha Fiscal foi uma farra memorável. Para alimentar e embriagar a nobreza, os cortesãos e os demais comensais,  consumiram-se  800 kg de camarão, 1.300 frangos, 500 perus, 64 faisões, 1.200 latas de aspargos, 20.000 sanduíches, 14.000 sorvetes, 2.900 pratos de doces, 10.000 litros de cerveja, 304 caixas de vinhos, champagne e bebidas diversas.

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Noblat faz autocrítica e pede desculpa por ter acreditado em Sérgio Cabral

Ricaro Noblat

É no que dá ser generoso com Sérgio Cabral, Fernando Cavendish, dono da Delta, e o “bando dos homens de guardanapo”.

Escrevi aqui que só farrearam juntos em Paris há três anos porque não existia o Código de Ética que desde 2011 rege a conduta de Cabral e dos demais servidores públicos do Rio. Acertei no acessório, errei feio no principal.

O acessório: de fato até 2009 não havia código que orientasse Cabral a governar preservando a ética. E sem um código ficava muito difícil para ele ter certeza se a ética corria perigo ou não.

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Cabral tenta evitar depoimento na CPI

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), procurou a cúpula do seu partido em busca de apoio para evitar que seja convocado a prestar esclarecimento à CPI do Cachoeira sobre suas relações com a construtora Delta, um dos alvos da comissão.

Dois requerimentos foram apresentados à CPI pedindo a convocação de Cabral depois da divulgação de fotos e vídeos em que ele aparece ao lado do dono da empresa, Fernando Cavendish, em Paris e Monte Carlo.

A Delta entrou na mira da CPI porque investigações da Polícia Federal mostraram ligações entre ela e o empresário Carlinhos Cachoeira, preso sob a acusação de explorar jogos ilegais e comandar um esquema de corrupção.

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O BBB da Delta

CRISTINA GRILLO

As denúncias envolvendo a empreiteira Delta e suas ligações com políticos ganharam no Rio contornos de um reality show, um BBB das altas rodas.

O motivo: as imagens que o ex-governador e atual deputado federal Anthony Garotinho (PR) vem postando em seu blog. Nelas se acompanha o tour do governador Sérgio Cabral (PMDB), do seu amigo Fernando Cavendish (dono da Delta), de suas mulheres e de alguns secretários de Estado por Paris e Montecarlo.

Em um jantar na casa de um empresário carioca, na semana passada, o computador ficou ligado para que os convidados acompanhassem o blog. A diversão do grupo era identificar quem aparecia nas fotos e lembrar os nomes daqueles convidados para a farra que levou a Paris 150 empresários para o lançamento do “Guia Michelin Rio” e que tinham “escapado” -pelo menos até agora- de ter suas imagens divulgadas.

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Veja: Uma CPI para investigar a farra entre o público e o privado

Daniel Pereira, Otávio Cabral e Rodrigo Rangel

A CPI para investigar as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlos Cachoeira, com políticos e empresas que têm contratos com a administração pública saiu do papel em alta velocidade. A gravidade dos fatos levantados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público — o pagamento de propina a autoridades, a troca de favores entre a máfia do jogo e parlamentares e a assinatura de contratos públicos azeitados à base de tráfico de influência — produziu um fato raríssimo: a instalação da CPI contou com o apoio de governistas e oposicionistas. O Congresso deu mostras de disposição para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, uma de suas mais nobres missões. Se nasceu sem dores, a CPI começou a caminhar com dificuldades. Aprovado na quarta-feira passada, o plano de trabalho da comissão apenas tangencia o epicentro das irregularidades apontadas pelos policiais federais e pelos procuradores. A CPI decidiu ouvir os coadjuvantes das malfeitorias, mas, por enquanto, vacila em chamar para depor deputados e governadores suspeitos de manter relações promíscuas com Cachoeira e a empreiteira Delta, um colosso da construção civil com obras contratadas por governos do PT, do PSDB e do PMDB.

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Lula elogia governador farrista

DENISE LUNA E ITALO NOGUEIRA

Em discurso ontem ao receber o título de doutor honoris causa de cinco universidades do Rio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez elogios ao governador Sérgio Cabral, alvo de suspeitas por conta da sua relação com o empresário Fernando Cavendish, dono da Delta.

O ex-presidente citou o “grande momento” que o Estado vive em áreas como segurança e inclusão social.

Na véspera, Lula já havia elogiado Cabral, afirmando que o governador está reconstruindo o Rio, destruído por governantes anteriores, numa referência ao ex-governador Anthony Garotinho.

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Com mais um governador na mira, CPI terá nesta quarta primeiro embate político

João Domingos

Governistas e oposição vão travar nesta quarta-feira, 2, sua primeira grande batalha na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira com um novo personagem no epicentro da luta política, até a semana passada restrita a petistas e tucanos, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Ele é mais um chefe de Executivo estadual a ter o nome envolvido no esquema de contravenção e o terceiro a entrar na mira da comissão parlamentar.

Na sessão marcada para às 10h30 os integrantes da comissão irão receber os 40 volumes do inquérito que investigou o esquema do contraventor e suas ligações com agentes públicos e privados. PMDB e PT pretendem fazer de tudo para blindar Cabral e Agnelo Queiroz (Distrito Federal) e evitar que sejam convocados a depor na CPI a respeito de supostas ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira e o empresário Fernando Cavendish, que se afastou na semana passada da direção da Delta Construções S.A.

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Garotinho divulga imagens de Cabral com Cavendish

O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PP-RJ) colocou em seu blog fotos do atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), em momentos descontraídos ao lado do dono da Delta, Fernando Cavendish.

De acordo com Garotinho, as fotos foram tiradas em 2009 no Hotel Ritz, em Paris. Nas fotos, Cavendish aparece com secretários de Estado com lenços na cabeça e em posições que simulam danças. Além de Cavendish, no grupo estão o secretário de Saúde, Sergio Cortês, e o de governo, Wilson Carlos.
Já o governador Sérgio Cabral aparece em duas fotos, uma agachado fazendo pose e em outra dando risada. Segundo o ex-governador Garotinho, Cabral estaria dançando na “boquinha da garrafa”. Ele divulgou ainda mais fotos, entre elas uma na qual Fernando Cavendish aparece “abraçado com Régis Fichtner, em Paris, o homem designado por Cabral para investigar os contratos da Delta com o Estado”.
Recentemente, o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão defendeu os contratos com a Delta ao dizer que “obedeceram a todos os editais”. Pezão afirmou ainda que a Delta é “uma empresa agressiva, por isso tem mais contratos”.

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