Medo de radiação esvazia ruas de Tóquio

As ruas de Tóquio, sempre lotadas por multidões de trabalhadores, ontem estavam vazias. Empresas deram folga a funcionários e as escolas não abriram. Só era possível achar filas e multidões no aeroporto e em estações de trem -as principais portas de saída da capital.

Muitos moradores foram embora ou estocaram água e comida e se fecharam em casa, com medo da nuvem de radiação produzida pelo acidente em Fukushima.

A cidade de 39 milhões de habitantes, a mais densamente povoada do mundo, se tornou praticamente uma cidade fantasma.

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Japão já enfrenta risco de epidemias de cólera e tifo

O pânico gerado pela questão nuclear no Japão está desviando a atenção das autoridades de uma possível crise humanitária, que pode envolver as mais de 452 mil pessoas que estão vivendo em abrigos temporários.

Os desabrigados enfrentam chuva, neve e temperaturas de -5C em cerca de 2.400 ginásios, templos e escolas públicas que não possuem sistemas de aquecimento suficientes.

Eles também têm que lidar com a escassez de alimentos no comércio. Só recentemente a comida começou a chegar aos abrigos, em transportes militares.

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Contaminação é “extrema”, dizem EUA

A principal autoridade norte-americana na área de energia nuclear, Gregory Jaczko, disse ontem que a radiação liberada pela usina Fukushima 1 é “extremamente alta”. A avaliação foi feita após incêndio no reator 4 da usina -que, embora inativo, contém varetas de urânio usadas como combustível.O número oficial de mortos pelo tsunami chegou a 4.314. Com o pânico chegando à capital, Tóquio, o imperador Akihito tomou a atitude inédita de ir à TV falar ao povo. Pediu “esperança”.A China anunciou a suspensão da construção de novas usinas até que estejam em prática novas normas de segurança. Já a Espanha anunciou a checagem de todos os seus reatores.

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Dois novos terremotos atingem o Japão

A região central e a costa Leste do Japão foram sacudidos novamente no começo da noite desta terça-feira por dois fortes abalos sísmicos.  O primeiro ocorreu à 10h31 (horário brasileiro) e teve intensidade 6,2 na Escala Richter. O segundo, de 6 graus Richter, aconteceu às 12h23. O epicentro de ambos está localizado na região de Honshu.

Agora há pouco a TV NHK informou que pelo menos seis pessoas foram hospitalizadas com ferimentos nos hospitais de Tóquio, onde o abalo também foi sentido. Não há informações sobre a extensão dos danos causados, que supõe-se pequenos.

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Nova explosão na usina nuclear de Fukushima fere 11

O prédio que abriga o reator número 3 do complexo termonuclear de Fukushima, no Japão, explodiu quando o nível de água em torno do núcleo baixou aquém do limite crítico. Autoridades japonesas disseram que a explosão, a exemplo da que destruiu o prédio do reator 2 no último sábado, aconteceu por causa do acúmulo de hidrogênio, gerado com o aquecimento excessivo.

A Agência de Segurança Industrial e Nuclear assegurou que, a exemplo da primeira explosão, esta também não afetou o núcleo do reator, o que poderia provocar uma catástrofe.

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Tragédia incidental: o que teria acontecido se o terremoto tivesse atingido o Brasil

Lula e a água que passarinho não bebe

Seria uma catástrofe.

No Rio de Janeiro, boa parte da Zona Sul seria dizimada. O sistema de alerta de tsunami não teria funcionado simplesmente porque não há nada parecido com isso por aqui.

O governador, pego de surpresa em uma festa rave, apareceria só depois de amanhã. Como aconteceu quando o pé-d’água do reveillon retrasado devastou a nossa Fukushima, Angra dos Reis.

O presidente da República não interromperia as férias, exatamente como Lula fez naquele episódio, quando estava mais preocupado com a água que passarinho não bebe com a que matou 53 no Litoral Norte do Rio de Janeiro. As autoridades brasileiras não são dadas aos ambientes de tragédia. Não fazem fotos ao lado de cadáveres, escombros e entulho.

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Césio provoca alterações em células

As autoridades japonesas confirmaram ontem a presença de césio-137, um isótopo radioativo proveniente da fissão de urânio, na região da usina de Fukushima 1.

“Certamente vários produtos radioativos usados no processo de fissão foram liberados, e entre eles está o césio-137”, explica o engenheiro nuclear Aquilino Senra Martinez, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

A quebra do urânio, por meio de elementos radioativos, produz energia nuclear nas usinas -justamente por isso essa forma de energia pode ser considerada “perigosa”.

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Explosão põe na berlinda modelo de usinas do país

O Japão tem 55 reatores nucleares que funcionam em 17 usinas distribuídas pelo país. Juntas, elas geram 36% de toda a energia consumida pelos japoneses.

Mas, de acordo com um dos principais especialistas do Brasil em energia nuclear, a explosão da usina de Fukushima 1 deixou a segurança nuclear -do Japão e do do mundo- na berlinda.

“A usina Fukushima 1 deveria suportar terremotos e tsunamis”, diz o engenheiro Aquilino Senra Martinez, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

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Tóquio distribui iodo para prevenir câncer

O vazamento de radiação de proporções desconhecidas ocorrido ontem em um complexo nuclear da cidade de Fukushima (a 250 km de Tóquio) alcançou grau 4 em uma escala que vai de 1 a 7.

Havia ontem grande temor de que o descontrole no complexo derretesse o combustível nuclear -o que ocasionaria um vazamento desastroso-, dada a rapidez com que a situação evoluiu.

Conforme as autoridades japonesas, na manhã de domingo (noite de sábado no Brasil), havia seis reatores em estado de emergência.

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Seis reatores do país estão em emergência

O vazamento de radiação de proporções desconhecidas ocorrido ontem em um complexo nuclear da cidade de Fukushima (a 250 km de Tóquio) alcançou grau 4 em uma escala que vai de 1 a 7.

Havia ontem grande temor de que o descontrole no complexo derretesse o combustível nuclear -o que ocasionaria um vazamento desastroso-, dada a rapidez com que a situação evoluiu.

Conforme as autoridades japonesas, na manhã de domingo (noite de sábado no Brasil), havia seis reatores em estado de emergência. Eles estavam em duas diferentes usinas do complexo de Fukushima -três na Unidade 1 e três na Daini.

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Vazamento nuclear força saída de 170 mil

Num dos piores acidentes nucleares da história, uma usina no norte do Japão liberou vapor de radiação, consequência do terremoto e do tsunami que atingiram o país anteontem.Cerca de 170 mil pessoas tiveram de ser removidas de regiões próximas à usina Fukushima 1, noroeste do país. Numa escala de 1 a 7, o acidente atingiu nível 4.Havia ontem o temor de que o acidente ainda piorasse, caso o combustível principal do reator vazasse.Níveis de radiação foram identificados em nove pessoas, e há suspeitas sobre mais cerca de 150. O governo do Japão esforçou-se, no entanto, para dizer que a situação está sob controle. O vazamento foi decorrência do maior terremoto da história do país, de magnitude 8,9. O total de mortos confirmados é de 686, mas pode chegar a mais de 1.300.Em uma cidade, Minamisanriku, há 9.500 pessoas desaparecidas. Comunidades de brasileiros no país estão se organizando para localizar amigos.

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Governo japonês diz que explosão em usina não foi em reator

O secretário-chefe do gabinete do governo do Japão, Yukio Edano, disse que a explosão ocorrida na usina nuclear de Fukushima não foi no contêiner do reator e que não espera um grande vazamento radiativo no local, danificado pelo forte terremoto de sexta-feira.

Edano disse também que os níveis de radiação caíram após a explosão e que permitirá à Tepco, operadora da usina, usar água do mar para esfriar o reator.

A explosão levantou temores de que ocorra um desastroso derretimento da usina, que foi danificada durante o tremor de 8,9 graus de magnitude, o mais potente já registrado no Japão.

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Comoção pelo terremoto deixa as ruas de Tóquio desertas

As ruas de Tóquio, famosas por seu ritmo dinâmico, estão praticamente desertas neste sábado e as poucas pessoas que saíram de casa refletem em seus rostos a preocupação e a comoção por causa do terremoto de sexta-feira, o maior da história do Japão.

As principais ruas de uma cidade de mais de 30 milhões de habitantes quase não contavam com pedestres e veículos ao meio-dia deste sábado, mas aos poucos a capital japonesa vai retomando seu ritmo.

A normalidade voltou ao sistema de comunicações e transportes depois que na sexta-feira as linhas telefônicas foram afetadas e que a paralisação do metrô de Tóquio e dos trens de regiões próximas obrigou milhares de pessoas a dormir em locais improvisados como pavilhões, colégios ou seus próprios escritórios.

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Ajuda dos EUA começa a chegar ao Japão

A primeira parte da ajuda militar e civil prometida pelos Estados Unidos começou a chegar ao Japão neste sábado, e, a partir de domingo, chegarão ainda navios, soldados, especialistas, equipamentos e equipes de resgate.

A  Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (Usaid), que pertence ao Departamento de Estado, informou neste sábado que, a pedido do Governo japonês, mobilizou equipes de resgate de Fairfax (Virgínia) e Los Angeles para ajudar o Japão em seus trabalhos de emergência após o trágico terremoto de 8,9 graus na escala Richter que abalou na sexta-feira o norte e o leste do país.

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Cerca de 9,5 mil pessoas estão desaparecidas em um povoado de Miyagi

Cerca de 9,5 mil pessoas continuam sem ser localizadas em um povoado na província de Miyagi (nordeste do Japão), que sofreu ondas de até dez metros pelo tsunami de sexta-feira, disse hoje à Agência Efe um porta-voz provincial.

O povoado é Minamisanriku, cuja população total é de 17 mil pessoas e onde, segundo as imagens transmitidas pela rede de televisão “NHK”, praticamente não sobraram edifícios de pé ou sem terem sido alagados pelas águas.

Segundo o porta-voz provincial, não foi possível entrar em contato com essas 9,5 mil pessoas e os trabalhos de busca continuam.

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Cerca de 13 milhões vivem nas regiões do Japão mais afetadas pelo terremoto

Pelo menos quatro Províncias do Japão sofreram grandes danos com o terremoto de 8,9 graus na escala Richter que atingiu o país na madrugada de sexta-feira (11). Os tremores também geraram tsunamis que chegaram à costa com mais de 10 metros de altura.

As Províncias de Miyagi, Chiba, Ibaraki e Fukushima, que ficam nas regiões norte e noroeste, foram as mais afetadas. Juntas, elas contabilizam 13 milhões de habitantes, entre os 127 milhões que moram no país.

Até agora, o terremoto já deixou ao menos 337 mortos e 531 desaparecidos, segundo balanço da polícia japonesa.

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Japão procura sobreviventes em meio a cenário devastador

O governo do Japão mobilizou milhares de militares e bombeiros na busca por sobreviventes do terremoto seguido de tsunami que devastou a costa noroeste na sexta-feira. Operações de resgate aconteceram durante todo o sábado e seguem madrugada adentro (no horário local) em cidades onde o cenário é impressionante: prédios destruídos, árvores caídas e ruas tomadas por lama, carros, barcos e até pequenos aviões.

No sábado, equipes de resgate usaram botes para passar por áreas inundadas, buscando sobreviventes em um mar de destroços. Segundo autoridades, a maior parte das mais de 600 mortes registradas até agora foi causada por afogamento, após ondas gigantes arrastarem carros e casas nas cidades costeiras.

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Vazamento de radiação será resolvido em breve, diz especialista

A Tokyo Electric Power Company deve conter o vazamento de radiação na usina nuclear de Fukushima 1, localizada a 250 quilômetros a nordeste de Tóquio, em breve. A empresa já iniciou os procedimentos para parar a fusão do reator e assim conter a produção de gás radioativo. O procedimento consiste em adicionar uma mistura de água e ácido bórico dentro da cápsula de aço onde está o reator. “É uma questão de um ou dois dias até que a fusão pare”, disse o físico José Goldemberg, um dos principais especialistas em produção de energia no Brasil, em entrevista ao iG.

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Japão tem 215 mil pessoas em abrigos após terremoto

(AFP) – Ao menos 215 mil pessoas estão instaladas em abrigos de emergência no leste e no norte do Japão, informou a polícia neste sábado, um dia após o terremoto extremo que abalou o país.

O número inclui mais de 100 mil pessoas retiradas da prefeitura de Fukushima, onde há risco de vazamento em duas centrais nucleares.

Na usina nuclear de Fukushima 1, o governo decretou uma área de isolamento de 10 km de raio, levando à evacuação de 45 mil habitantes, antes da liberação do vapor radioativo para aliviar a pressão no reator.

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Explosão foi causada por falhas no bombeamento do núcleo. Técnicos alertam para o risco de tragédia nuclear no Japão

Com informações da CNN – A explosão da usina nuclear de Fukushima não foi causado por danos ao reator nuclear, mas por um sistema de bombeamento que falhou enquanto equipes tentavam fazer baixar a temperatura do núcleo.

De acordo com um porta-voz do governo japonês, técnicos que trabalhavam na usina estavam inundando o reator com  água do mar para levar a temperatura do núcleo a níveis seguros.

O governo assegura que ss níveis de radiação caíram desde a explosão e não há nenhum perigo imediato. Mas as autoridades estão ampliando o raio de evacuação para um raio de 20 km (cerca de 12,5 milhas) ao redor da planta.  A evacuação já alcançou a 10 km.

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Novo terremoto atinge região de usina nuclear no Japão

Um forte terremoto de 6,4 graus de magnitude atingiu a região de Fukushima, no Japão, onde está localizada a usina nuclear que sofreu uma explosão neste sábado. Não há informações de vítimas ou danos causados pelos tremor, que é reflexo do abalo que atingiu o país na sexta-feira e provocou um tsunami que devastou a costa leste.

De acordo com o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o epicentro do tremor foi a 84 km de Fukushima e aconteceu às 22h15 (horário local), a 35 km de profundidade. Dezenas de réplicas do terremoto de sexta-feira já foram registradas no país.

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Tremor deixou mais de 1.700 mortos ou desaparecidos, diz agência

O forte terremoto e tsunami no Japão podem ter deixado mais de 1.700 mortos ou desaparecidos, informou a agência de notícias Kyodo neste sábado.

O forte terremoto de sexta-feira causou um tsunami de dez metros de altura, que devastou cidades na costa nordeste do país.

O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.

via Tremor deixou mais de 1.700 mortos ou desaparecidos, diz agência – internacional – Estadao.com.br.

É altamente provável que reator nuclear esteja derretendo, diz agência japonesa

A  Agência de Segurança Nuclear do Japão afirmou ser “altamente provável” que esteja ocorrendo o derretimento do reator número 1 da usina nuclear Daiichi, na cidade de Fukushima, nordeste do Japão, após os danos causados pelo violento terremoto seguido de tsunami na sexta-feira, 11.

Reator 1 da usina nuclear de Fukushima fica a 250 quilômetros ao norte de Tóquio

Às 15h36 na hora local deste sábado (3h36 em Brasília), os muros e o teto da usina caíram em meio a várias colunas de fumaça. Houve vazamento radioativo e quatro funcionários se feriram levemente. Segundo a imprensa japonesa, a explosão ocorreu quando uma equipe tentava esfriar o reator nuclear número 1.

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“Fugi para minha casa e a achei destruída”

“Eu “fugi” para a minha casa e a encontrei praticamente destruída.” O relato é da brasileira Marcela Tamura Lima, 37, que mora há sete anos em Tochigi Ken, no Japão central, onde dá aulas de inglês.Marcela estava na escola onde trabalha quando começou a sentir um tremor por volta das 14h45 hora local.Instantes depois, o sistema de alerta da cidade pediu que todos fossem para uma área de refúgio e avisou que a população enfrentaria um terremoto nível 5 de perigo.”Fomos para o meio do pátio do colégio, que é nossa área de refúgio, e ficamos agachados, esperando. Depois de mais de uma hora, um professor pegou os roupões das crianças, cobertores e jogou para elas. Estava muito frio. Durante três horas, tremeu sem parar.”Somente às 17h é que a administração da cidade anunciou que os pais poderiam buscar as crianças. Só então a professora pôde ir para casa, onde encontrou um cenário desolador.”A cidade toda estava um caos: os trens e aeroportos pararam, e a maioria das pessoas dessa área está sem comunicação. Estamos sem luz, água, gás e nem o celular esta pegando. Tudo é cortado automaticamente.”Após encontrar sua casa destruída, Marcela seguiu dirigindo em direção a Kanuma, onde se hospedou na casa de uma amiga. “Já passei por outros terremotos no Japão, mas nunca senti tanto medo como desta vez. Planejo voltar em julho ao Brasil.”

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Sobreviventes do terremoto e tsunami no Japão estão à escuras e passam frio

Os sobreviventes da cidade de Sendai, no nordeste do Japão, região atingida nesta sexta-feira (11/3) por um forte terremoto seguido de tsunami, se preparam para passar a noite com medo, frio e na escuridão total após a queda da rede elétrica.

Pouco após a meia-noite, hora local, a energia ainda não havia sido restabelecida, enquanto réplicas fortes do sismo continuavam a ocorrer, testemunhou Makiko Tazaki, que mora nesta cidade de um milhão de habitantes, capital da cidade de Miyagi.

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Terremoto não deve prejudicar exportação de frango para o Japão

As exportações de frango para o Japão não devem ser prejudicadas pelo terremoto que atingiu a costa nordeste do país asiático, de acordo com avaliação do presidente executivo da União Brasileira de Avicultura, Francisco Turra. Carne de frango e minério de ferro são os principais itens de exportação do Brasil para o Japão.

“Sempre há um período de recuperação, de reconstrução, que envolve uma série de programas. Até mesmo de compra de mais alimentos ou de redução para investir em outros setores. Pela força da economia [japonesa] temos certeza de que não vai haver uma redução de exportações, ao menos de carne de frango.”

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“Tudo tremeu por mais de cinco minutos”, relata brasileira em Tóquio

Taís Fernanda Bacetti mora no Japão há 10 anos onde trabalha em uma fábrica de alimentos

A brasileira Taís Fernanda Bacetti, 23 anos, residente em Tóquio, estava se preparando para sair de casa com uma amiga, por volta das 14h40 (horário de Tóquio), quando sentiu o forte impacto do terremoto de 8,9 graus na escala Richter que atingiu o nordeste do Japão nesta sexta-feira (11/3).

“De repente, as portas começaram a bater, os vidros chacolharam. Saímos correndo de casa, sem levar nada. Eu estava lavando o rosto e saí com ele ensaboado mesmo”, relata.

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Obama: EUA vão enviar 2º porta-aviões para o Japão

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que o país enviará um segundo porta-aviões ao Japão, como parte do auxílio à Tóquio, após o terremoto de 8,9 graus seguido por um tsunami, que atingiu a costa leste japonesa. Obama descreveu o desastre como “totalmente desolador”. Ele disse que os EUA oferecem ao Japão “qualquer ajuda” que for necessária.

“As imagens de destruição e inundações que vieram do Japão são totalmente desoladoras”, disse o presidente norte-americano, após ter conversado por telefone com o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan. Oficialmente, 137 pessoas foram mortas no desastre, mas centenas estão desaparecidas e uma estimativa citada pela agência de notícias Kyodo, do Japão, diz que mais de mil pessoas podem ter morrido.

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Reparo em usina no Japão deve causar leve vazamento

A companhia energética Tokyo Electric Power informou sobre a necessidade de se aliviar a pressão interna de um dos reatores nucleares da usina atômica de Fukushima. Segundo o chefe do gabinete de governo do Japão, Yukio Edano, é provável que uma pequena quantidade de radiação seja liberada no processo.

Edano enfatizou que as medidas de segurança adotadas no momento, como a retirada da população em um raio de três quilômetros da usina, situada no nordeste do Japão, são suficientes para garantir a segurança dos moradores. Segundo a agência de segurança nuclear do Japão, o elemento radioativo no vapor que será liberado não vai afetar o meio ambiente nem a saúde humana.

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“Meus amigos estão com medo de voltar pra casa”

O terremoto mais intenso que atingiu o Japão nos últimos 140 anos assustou a comunidade brasileira tm Tóquio e em outras cidades do país. Há milhares de pessoas sem luz, algumas linhas de trem pararam e o número de mortos até o momento chega a quase 60. Relatos indicam que muitas pessoas estão isoladas em pontos da capital japonesa.

O estudante brasileiro Edmundo Mizutani, que reside em Sendai e por acaso estava em Tóquio nesta sexta, descreve o sentimento da população em Sendai. “Tive sorte de ter vindo para Tóquio, porque meus amigos em Sendai estão todos assustados e com medo de entrar nos prédios de novo”, relata Edmundo, que está abrigado na casa de amigos em Tóquio.

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