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Escrito por Fábio Pannunzio
Ter, 27 de Outubro de 2009 10:32 |
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Antidepressivo aumenta tolerância de pessoas saudáveis
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Nilbberth Silva / Agência USP
Um estudo feito na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) concluiu que tomar baixas doses de antidepressivos altera o humor de pessoas saudáveis. Elas se irritam menos e ganham mais tolerância e eficiência.
A pesquisa analisou 120 voluntários rigorosamente saudáveis – eles não poderiam ter pais, irmãos, avós, tios ou primos com nenhum sintoma de doença psiquiátrica. Por 12 semanas eles tomaram aleatoriamente duas pílulas. Uma continha 40 miligramas de antidepressivos – doentes usam doses a partir de 75 mg – e a outra não tinha nenhum princípio ativo. Depois, especialistas analisaram as mudanças em diversas áreas da saúde mental e física – agressividade, personalidade, sono, alimentação e o cérebro.
Nas semanas em que tomaram os medicamentos, cerca de 30% dos voluntários apresentaram sensíveis melhoras no humor. Eles passaram se irritar menos e tolerar mais as situações adversas. Além disso, passaram a prestar mais atenção em suas tarefas diárias. No trabalho, eles ficaram menos aflitos com as exigências simultâneas e erraram menos. Nas semanas em que não tomaram os remédios, não relataram mudanças.
Entre os efeitos colaterais da medicação estavam sono picado – os pacientes passaram mais momentos da noite com sono leve – e aumento ou diminuição do apetite. Esses efeitos aconteciam com todos os pacientes que passaram pelo tratamento.
Os pesquisadores não sabem explicar por que os remédios causaram essas mudanças, nem por que as alterações aconteceram somente com um terço dos voluntários. Essas pessoas eram menos medrosas, irritadas e impulsivas e mais resilientes – aceitavam com mais facilidade e resignação os problemas da vida.
Humor inesperado A pesquisa foi feita para esclarecer porque alguns pacientes psiquiátricos que tomavam antidepressivos ganhavam um humor melhor enquanto recebiam o remédio do que antes de ter a doença. Os resultados mostram para os médicos que o bom humor, em muitos casos, é um efeito extra do remédio.
A utilização de voluntários normais é uma rotina no teste de efeitos de medicamentos. “Não estamos propondo que as pessoas saudáveis usem antidepressivos – não queremos mudar o seu temperamento”, esclarece o professor da FMUSP, Valentim Gentil Filho, responsável pelo projeto temático da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “Não há nenhuma indicação médica para tratar pessoas normais - a medicina se preocupa com a prevenção ou o tratamento das doenças.”
Para explicar as descobertas e discutir com a sociedade as questões éticas, científicas, filosóficas e biológicas que a pesquisa levanta, o grupo vai realizar no dia 14 de novembro um simpósio aberto a interessados no assunto.
O projeto Estudo psicológico da regulação emocional a partir dos efeitos de antidepressivos foi desenvolvido no Laboratório de Investigações Médicas 23 (LIM 23), do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP.
Se desejar obter mais informações, leia a íntegra no site da SUP clicando aqui.
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No final de 2009, três jornalistas entrevistaram o deputado José Riva (PP – foto), presidente da assembléia de Mato Grosso afastado das funções administrativas por decisão judicial, e possuidor de mais de 100 processos no ministério público estadual e federal por formação de quadrilha, evasão de divisas, improbidade administrativa, etc. Nenhum dos três jornalistas perguntou algo sobre os processos, nem questionou o deputado quando ele afirmou ser um democrata e que não é corrupto, muito menos quando ele disse que nenhum dos processos que existe contra ele possui materialidade (essa eu achei ótima).
Mas um dos três jornalistas, o Edvaldo Ribeiro, ficou emocionado e terminou a entrevista dizendo ao deputado José Riva: “Eu senti, todos nós aqui sentimos, que esses esclarecimentos finais lhe trouxeram até lágrimas nos olhos”.
Eu também fiquei emocionadérrima….que deputado sensível!!!
Clique aqui para conhecer o Prosa e Política.
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Escrito por Fábio Pannunzio
Sáb, 02 de Janeiro de 2010 10:40 |
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Minc: Desastres em Angra eram tragédia anunciada
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O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lamentou o episódio de Angra dos Reis (RJ) e alertou que a tragédia estava anunciada. Ex-secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, o ambientalista afirmou que a ocupação das encostas na região é antiga e que a resistência em mudar o quadro urbanístico ajuda a piorar o problema. "Nossa briga sempre incluiu uma política que modificasse essa ocupação desordenada. A gente derrubava tanto casas populares como mansões clandestinas que ocupavam encostas, mas ainda é difícil mudar a realidade", disse ele em entrevista ao Correio, por telefone, no início da tarde de ontem. "As pessoas desrespeitam a natureza, mas um dia ela se vinga", afirmou.
O secretário de Defesa Pública de Angra dos Reis, José Carlos Lucas, negou que a pousada estivesse em área de risco e disse que só um geólogo pode explicar a causa da tragédia. "Esse acidente foi um incidente. A pousada tem permissão do governo para funcionar naquela área. O problema é que choveu durante três dias no município e poderia causar danos em outros locais que não fossem encosta, por exemplo."
Os deslizamentos de terra ocorridos na madrugada de sexta-feira em Angra causaram ao menos 30 mortes, segundo balanço das equipes de resgate, que mantêm as buscas na região. O total de mortes no Rio de Janeiro desde a última quarta-feira, 30, já chega a 53 no estado.
De férias em Iratu, no litoral da Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou ao vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e lamentou o ocorrido. Durante cerca de 15 minutos de conversa, Lula ofereceu apoio irrestrito no resgate e busca de vítimas do deslizamento no litoral fluminense. A ajuda do governo federal partirá do Ministério da Integração Nacional e da Marinha. Ontem, o presidente telefonou ao ministro da Integração, Geddel Vieira, para fazer o pedido. Geddel suspendeu as férias para prestar ajuda e aguarda levantamento para repassar os recursos às áreas atingidas.
"Se fala muito em investimentos públicos em variados setores, mas quando se trata da questão das encostas, que também é um problema permanente em outros estados, não há novidades. É um momento de lamentar, mas também de se começar a investir para que essas regiões não passem mais por esse desastre", endossa o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ).
Tristeza O susto com o soterramento no litoral sul do Rio de Janeiro deixou familiares de mineiros ansiosos até a chegada de notícias dos parentes que passavam o feriado no estado fluminense. No Bairro Ouro Preto, na Pampulha, em Belo Horizonte, a família de Sônia e Geraldo Faraci, proprietários da Pousada Sankay, destroçada com as chuvas, esperava por informações da estudante Yumi Imanishi Faraci, filha do casal. No final da noite, chegou a confirmação de que Yumi havia morrido no desastre.
Estudante de arquitetura e urbanismo da PUC Minas, a jovem é violonista e passava as férias com os pais em Angra. Lá, aproveitava para apresentar-se em festivais de música e de arte japonesa promovidos pelo pai, que era vice-presidente da Associação das Pousadas da Enseada do Bananal. Há 15 anos, o casal Sônia e Geraldo Faraci saiu da capital mineira para construir um hotel de luxo na Enseada do Bananal, e pouco a pouco a transformou num dos principais e mais charmosos pontos da ilha, destino de muitos mineiros.
As mortes em Angra também sensibilizaram artistas famosos que escolheram a região para passar a festa de fim de ano. Pela internet, muitos deles relataram que o clima de forte chuva predominava no dia 31. O casal global Luciano Huck e Angélica postou frases antes da virada do ano: "Hoje vamos colocar nossa melhor roupa de mergulho branca". Ontem, o apresentador escreveu uma mensagem de solidariedade à população da região onde ocorreu o deslizamento.
Clique aqui para ler a íntegra no site do Correio Braziliense |
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Escrito por Fábio Pannunzio
Dom, 03 de Janeiro de 2010 11:30 |
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Previsões dos oráculos para 2009 foram um tiro n'água
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Gostei tanto do apelido do tarólogo Chik Jeitoso, do Paraná, que fui atrás da confirmação de seus prognósticos feitas para 2009. O resultado demonstrou que ele foi meio desajeitado com relação aos fatos que se sucederam. Se você quiser fazer uma comparação entre o que foi previsto e o que relmente aconteceu, clique aqui para ler uma reportagem sobre o assunto no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.
Em síntese, as previsões eram a seguintes:
As cartas do tarô mostram que quem ainda não encontrou a alma gêmea encontrará em 2009. Isso ficou devidamente demontrado eplas estatíticas que revelam que não há mais solteiros no mundo.
Na área da política, ele disse que a popularidade de Lula iria cair. Caiu, mas caiu pra cima.
Os escândalos na Assembléia Legislativa iriam resultar na cassação de 15 deputados. Alguém ouviu falar nisso por aí ?
O desemprego iria afetar a classe média brasileira, mas até o final de 2009 a crise mostraria que também teve seu lado positivo. Bom, não se pode dizer que ele não tenha acertado uma.
Atlético Paranaense e Corinthians deixariam a maré de azar de 2008 e seriam campeões paranaense e brasileiro, respectivamente, previa o tarólogo. Deu Flamengo no Brasileirão, mas o Atlético Paranaense ganhou o estadual. Ponto para o Chik.
Aviso aos crítico: tarólogo entende de previsão, não de futebol.
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