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12 thoughts on “Upload

  1. Bom dia amigos(as) e Comandantes, ontem dia 27 recebi um preso da
    Penitenciária de Marilia-SP o Qru dele era 171 e seria julgado neste
    dia, pois bem, ele disse para nós da equipe que trabalha na carceragem
    do fórum o seguinte: A ordem destes ataques a Policiais Militares
    realmente está partindo do sistema penitenciário e pelos membros do
    PCC, ele disse que todo o sistema está on line através de celulares
    que são vendidos pelos próprios Agentes penitenciário e que cada
    celular custa em média R$ 10 mil reais os agentes levam em média de 10
    a 20 aparelhos e tem que ser com acesso a internet, ele relatou que se
    nós PMESP acha que a coisa tá pegando, segundo ele o dia 9 de Julho é
    onde as cadeias vão começar a ser rebelar como um efeito dominó e
    disse que realmente a lista de Policiais que vão sofrer ataque é real,
    disse também que para cada 1 dos 6 bandidos que a Rota matou é para
    matar 10 PM e disse também que estão criando perfis como de Policia
    para entrar no facebook e outras comunidades que não são tão seguras,
    bom o relato do preso para mim foi bastante confiavél, pois ele estava
    tão desesperado que só queria uma liberdade condicional para poder
    sair do sistema. Bom fica ai o que aconteceu, eu hoje exclui minha
    conta do Facebook, aqui na Zona leste a coisa tá feia e parece que
    algo de ruim vai acontecer mesmo. Irmãos vamos ficar bem espertos.
    Abraços.

  2. Prezado Fábio,

    Seu Déjá-vu, post de hoje, 23/04, tem no artigo de Marcos Coimbra, reproduzido abaixo, um contraponto interessante:
    ” O problema é que o escândalo Demóstenes e o “mensalão” são completamente diferentes. No primeiro, um político é suspeito de fazer o que os bandidos fazem. No segundo, alguns políticos são acusados de fazer o que todos fazem.”

    Marcos Coimbra: As lições de Demóstenes
    20 de Abril de 2012 – 10h28

    Marcos Coimbra: As lições de Demóstenes

    na CartaCapital, via Vermelho

    A primeira reação dos setores conservadores às denúncias contra Demóstenes Torres foi de silêncio estupefato. Demoraram a perceber o que estava acontecendo: um de seus heróis tinha sido apanhado com a boca na botija.

    À medida que os detalhes de suas relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira foram sendo revelados, viram que seria impossível defendê-lo. Tiveram de reconhecer que alguém em quem haviam apostado nada mais era que o cúmplice – para dizer o mínimo – de um suspeito – continuando a dizer o mínimo – de nebulosas transações.

    A segunda reação foi apressar-se na condenação. Talvez por raiva do senador, que os fez de bobos. Devem tê-lo imaginado rindo dos aplausos, enquanto brindava com os amigos.
Mas a razão principal estava na necessidade de controlar os prejuízos colaterais. O apodrecimento do senador Demóstenes poderia contaminar um pedaço grande da política brasileira. Que fosse rapidamente extirpado.

    A terceira foi uma clássica manobra de luta ideológica: passar para o ataque. Se a defesa é insustentável e se não interessa protelar, o jogo tem de ser mudado. Era preciso embaralhar as culpas do Demóstenes oposicionista com aquelas de políticos governistas. E era óbvio com quais: os acusados pelo “mensalão”. Eles e Demóstenes tinham de ser igualados.

    Se esse diversionismo fosse bem-sucedido, o escândalo terminaria por ser positivo: aumentaria as pressões para que o STF julgasse logo o caso.

    Quem conhece o funcionamento do Supremo sabe, no entanto, que a chance de que ele se pronuncie nos próximos meses é pequena. A complexidade das questões que suscita, sua sensibilidade, seus efeitos na dinâmica interna do Tribunal, tudo sugere que o julgamento não vá começar de imediato.

    Essa perspectiva não agrada a quem quer utilizá-lo para atingir o PT e suas lideranças. Por extensão, para fragilizar o governo.

    Tudo o que esses setores desejam é que o País fique meses a discutir o episódio. Sonham recriar os dias em que a TV Câmara disputava audiência, transmitindo ao vivo as sessões da CPMI dos Correios.

    É uma aposta com pequena possibilidade de sucesso. Acreditar que o retorno do “mensalão” pela via judiciária terá o mesmo efeito na opinião pública que a sua revelação original é imaginar muito.

    Para a vasta maioria das pessoas, será igual a ler o jornal de anteontem. Tudo é conhecido, não há qualquer fato novo.

    Sem falar que a discussão no Supremo dificilmente terá a teatralidade do Legislativo. A leitura de um voto – que pode durar horas – costuma fazer dormir até os especialistas.

    Mas quem não tem cão, caça com gato. Confusa em seu discurso, dividida por conflitos internos, a oposição partidária avalia que a volta do assunto às manchetes é uma oportunidade para adquirir novo fôlego. O mesmo vale para os veículos da mídia conservadora, que acreditam que assim poderão fazer seu acerto de contas com o “lulopetismo”.

    O problema é que o escândalo Demóstenes e o “mensalão” são completamente diferentes. No primeiro, um político é suspeito de fazer o que os bandidos fazem. No segundo, alguns políticos são acusados de fazer o que todos fazem.

    Não são, portanto, nem de longe, a mesma coisa.

    A maior parte dos que serão julgados pelo “mensalão” fez, apenas, aquilo que as regras não escritas da política sempre admitiram. E que, por essa razão, seus colegas praticaram – e continuam a praticar. Ou alguém acha que, agora, tudo é feito de maneira ortodoxa?

    Ninguém os acusa de advocacia de interesses escusos ou de conluio com os fora da lei. Suspeitar que receberam uma espécie de mesada para votar com o governo é uma simples história da carochinha: petistas ganhando para isso?

    No fundo, o esforço de igualar o que é flagrantemente diferente, talvez acabe sendo positivo na hora em que o Supremo julgar. Deixa nítido que o inaceitável é Demóstenes.

  3. De fato, em que pese o artigo ser originado de um blog sabidamente simpático ao governo federal, chama atenção a falta de disposição da VEJA em tratar do escândalo Cachoeira/Desmostenes/Governo Goiano, considerando que o tema denúncias de corrupção virou seu carro chefe nos últimos anos, anterior mesmo ao governo Collor…

    http://altamiroborges.blogspot.com.br/2012/04/o-denuncismo-some-da-capa-da-veja.html

    Por José Augusto, no blog Os amigos do presidente Lula:

    Desde que Carlinhos Cachoeira foi preso, no dia 29 de fevereiro de 2012, na operação Monte Carlo da Polícia Federal, a revista Veja já soltou 6 edições, e nenhuma capa é dedicada a denúncias de corrupção.

    Mas há uma pauta abundante neste período envolvendo o senador Demóstenes Torres e o governador Marconi Perillo, tratada, sobretudo, pela revista Carta Capital, mas não só por ela. Até o Jornal Nacional tem se dedicado ao tema.

    Parece que a revista Veja ficou acéfala no que entende ser “jornalismo investigativo”, depois da prisão de Cachoeira e dos arapongas Jairo Martins e Dadá.

    Mais do que acéfala, está dando uma enorme bandeira de que tem muito a esconder sobre as relações entre seu editor-chefe Policarpo Júnior e Carlinhos Cachoeira. Segundo Luis Nassif, Policarpo teria trocado em torno de 200 telefonemas com Cachoeira no período investigado.

    A revista já admitiu, defensivamente, que Policarpo e Cachoeira trocavam figurinhas. A revista diz que seriam relações legítimas entre jornalista e fonte. Mas como explicar a notória má vontade da revista em noticiar o caso, tendo um jornalista tão íntimo com os intestinos da organização criminosa (segundo o Ministério Público)?

    A revista Veja, pródiga em divulgar até grampos ilegais, não revela um único diálogo entre o bicheiro e seu editor-chefe.
    Postado por Miro às 22:16

  4. Senado exonera enteada de Gilmar Mendes de gabinete de Demóstenes

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/1072932-senado-exonera-enteada-de-gilmar-mendes-de-gabinete-de-demostenes.shtml

    LEANDRO COLON
    DE BRASÍLIA

    A diretoria-geral do Senado exonerou, a pedido, a enteada do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que tinha cargo de confiança no gabinete do senador Demóstenes Torres (GO).

    Conforme revelou a Folha no dia 25 de março, Ketlin Feitosa Ramos ocupava desde setembro o cargo de assessora parlamentar de Demóstenes no Senado, posto de confiança e livre nomeação.

    Entenda as suspeitas envolvendo o senador Demóstenes Torres
    Ministro da Justiça defende atuação da PF no caso Demóstenes
    Chefe de gabinete de Marconi Perillo deixa cargo após revelações
    Duro oposicionista, Demóstenes criticou corrupção; relembre

    A enteada do ministro do STF é servidora de carreira do Ministério Público Federal, nível médio, e foi cedida para ser funcionária comissionada do gabinete do senador.

    O ato de exoneração — publicado no dia 2 de abril no Diário Oficial da União — tem data de 30 de março. No dia 27, o Procurador-Geral da República pediu ao STF a abertura de inquérito para investigar o envolvimento do senador Demóstenes Torres com o grupo do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de explorar jogo ilegal.

    Carlos Cecconello – 6.dez.10/Folhapress

    Por ter foro privilegiado, o senador (à dir.) só pode ser julgado por ministros do STF, entre eles, Mendes
    Por ter foro privilegiado, o senador só pode ser julgado pelos ministros do STF. Seus advogados, aliás, prometem recorrer ao Supremo nos próximos dias para pedir a anulação das provas colhidas contra Demóstenes na Operação Monte Carlo, que investigou a atuação de Carlinhos Cachoeira. Pressionado, ele pediu a desfiliação do seu partido, o DEM, e sofre ameaça de cassação de mandato.

    O senador e assessoria do ministro negaram qualquer conflito de interesse na nomeação de Ketlin Feitosa em setembro do ano passado.

    “O fato de ser parente de uma figura importante da República não deve ser levado em conta para o ingresso de alguém no serviço público, não deve ser também motivo de impedimento”, disse Demóstenes quando a Folha mostrou o caso. Segundo ele, a relação pessoal que tem com Gilmar não influenciou no emprego à enteada.

    Já Ketlin Feitosa afirmou, por escrito, que sua ideia inicial era ter contato com o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), presidente da Comissão de Meio Ambiente, mas acabou sendo convidada pelo senador de Goiás para trabalhar com ele.

    “Demóstenes me fez uma proposta de trabalho para que eu atuasse em sua assessoria jurídica e disse que estava precisando de um servidor com o meu perfil, pois tinha muito interesse na área ambiental.”

  5. “A Cesar o que é de Cesar” . A seletividade do Procurador Gurgel…
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/1072822-gurgel-conhecia-inquerito-sobre-ligacao-entre-demostenes-e-cachoeira.shtml

    07/04/2012 – 11h30
    Gurgel conhecia inquérito sobre ligação entre Demóstenes e Cachoeira

    DE SÃO PAULO

    Parlamentares da base aliada discutem representar contra o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no Conselho Nacional do Ministério Público por omissão no caso da Operação Las Vegas, cujo inquérito ficou parado no órgão desde 2009 e que já continha informações sobre a ligação do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) com o acusado de contravenção Carlinhos Cachoeira.

    A informação é do “Painel”, editado por Vera Magalhães e publicado na Folha deste sábado (a íntegra está disponível
    para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

    Partidos pedem esclarecimentos a Gurgel sobre caso Demóstenes
    Gurgel pede ao STF abertura de inquérito para investigar Demóstenes

    No dia 27, PT, PDT e PSB protocolaram no Ministério Público Federal um pedido de esclarecimentos ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, sobre a demora nas investigações da suposta relação de deputados e senadores com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira –entre eles o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

    Pressionado, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de inquérito para investigar Demóstenes. Ele entende que existem indícios de uma ligação criminosa entre o parlamentar e o contraventor.

    Escutas telefônicas da Polícia Federal revelaram que o senador Demóstenes Torres (DEM) atuava no Congresso em favor do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que está preso sob acusação de exploração de jogos ilegais.

    Politicamente, a situação de Demóstenes também se complicou. O PSOL apresentou requerimento ao Conselho de Ética do Senado por quebra de decoro parlamentar. O processo pode resultar na cassação do mandato do senador.

    Após a cúpula do DEM, partido do senador, anunciar que abriria um processo interno que poderia resultar na expulsão do parlamentar da sigla, Demóstene pediu sua desfiliação.

    Leia mais na Folha deste sábado, que já está nas bancas.

  6. “Bem-vindos à normalidade!”, mensagem em manchetes nacionais

    “As capas das revistas semanais mais vendidas do Brasil, nestes dias insossos em que nenhum grande escândalo de corrupção acontece no país (not!)

    – Veja: Os filhos da inovação

    – Época: Especial Imóveis–Os bairros mais cobiçados do Brasil

    – Isto é: Médico de bolso ”

    Por JB Costa
    De repente, um silêncio típico das tundras geladas siberianas, dos desertos africanos e das imensas e impenetráveis selvas tropicais toma conta do país. Após quinze dias de exuberantes e fortes emoções por conta da “caída” do senador Demóstenes, na qual foram desnudadas as teias da talvez maior organização criminosa do país em termos de poder de penetração nos vários escalações do Poder constituído, tudo volta ao normal.

    Os ímpetos vão se arrefecendo e as esperanças(sempre elas!) de que alguma coisa nesta pátria amada tenha sequência se diluem cada vez mais. Somos um povo que vive de arrebatamentos. Típico, dizem, do sangue ibérico que corre nas nossas veias. Será?

    Neste domingo tão calorento, observando-se as revistas semanais mais prestígiadas, os jornais mais lidos e os telenoticiosos das redes de TV, nem parece que “ontem” tivemos momentos tão flamejantes e que geraram tanta espectativa.

    É isso aí, senhores e senhoras: bem-vindos à normalidade

  7. Fonte – http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/04/07/manifestantes-fazem-protesto-em-frente-a-casa-de-legista-acusado-de-encobrir-tortura/

    7.04.2012 – 16:59
    Manifestantes fazem protesto em frente à casa de legista acusado de encobrir tortura 84
    Leonardo Sakamoto

    Cerca de 100 pessoas realizaram uma manifestação na frente da casa do médico legista e ex-diretor do Instituto Médico Legal, Harry Shibata, na tarde deste sábado (7), na Vila Madalena, bairro da zona oeste de São Paulo.

    Ele é acusado de ser responsável por falsos atestados de óbito usados para acobertar assassinatos de opositores pela ditadura militar, ignorando marcas deixadas por sessões de tortura e produzindo laudos de acordo com as necessidades dos militares. Na manhã deste sábado, os bairros de Pinheiros e da Vila Madalena já haviam amanhecido com centenas de cartazes acusando Shibata, colados por manifestantes durante a madrugada.

    Fotos Leonardo Sakamoto

    Sob o lema “Se não há justiça, há esculacho popular”, uma coroa de flores foi colocada no portão de sua casa ao lado de fotos de mortos durante o regime cujos laudos necroscópicos teriam sido alterados por ele. Os manifestantes, que marcharam em passeata da esquina das ruas Fradique Coutinho e Inácio Pereira da Rocha até a casa de Shibata a cinco quadras de distância, encerrariam o ato com discursos em uma praça ao lado.

    O grupo, que afirma não estar ligado a nenhum sindicato, partido político ou entidade, diz que é formado por pessoas preocupadas com o direito à verdade e à justiça em relação aos crimes cometidos pelo Estado durante a ditadura militar. Eles exigem que Shibata seja “intimado para depor na Comissão da Verdade”, de acordo com um panfleto distribuído no ato.

    A Comissão foi criada para esclarecer quem foram os responsáveis por mortes, torturas e desaparecimentos na ditadura, mas sem poder de punição. O Palácio do Planalto tem sofrido críticas por conta da demora em sua instalação.

    Os manifestantes lembraram também que o médico está sendo processado pelo Ministério Público Federal, junto com outras autoridades da época, pelo crime de ocultação de cadáver. “A tortura e os assassinatos praticados durante a ditadura militar permanecem como prática institucional do Estado. E a impunidade dos crimes praticados pelo Estado no passado funciona como uma “carta branca” para que as forças policiais e as Forças Armadas o façam hoje”, diz o panfleto.

  8. Pannunzio, gostaria que vc publicasse em seu blog a idéia para os políticos votarem uma lei punindo com o dobro da pena todos os crimes que fossem cometidos com uso de arma de fogo. Isso com certeza iria inibir bastante a ação dos criminosos e, mesmo na hipótese da existencia dos crimes, mas certamente cairia muito a letalidade.

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