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Após polêmica do jingle, coordenador do PT se defende de acusações de censura

Tai Nalon

Marcelo Branco, coordenador da campanha na internet de Dilma Rousseff (PT) à Presidência, disse nesta terça-feira (20) no Twitter que suas críticas contra o jingle supostamente pró-Serra da TV Globo são “uma forma legítima de manifestação da liberdade de expressão”. O ex-diretor da Campus Party defendia-se de ataques de usuários do microblog, que o acusaram de censura contra a rede de televisão.

“‘Enquadrar’ a liberdade de expressão, mesmo que crítica a publicações de terceiros, como censura, é um menosprezo com a democracia”, disse.

Segundo ele, a Internet é um espaço da liberdade de expressão em que todos estão em pé de igualdade. “Pela primeira vez, a liberdade de expressão pode ser exercida não apenas num sentido, mas de forma horizontal. De muitos para muitos”, reiterou.

A polêmica surgiu na manhã de segunda-feira, quando Branco lançou suspeita sobre o jingle da emissora, que, segundo ele, fazia referência ao slogan “o Brasil pode mais” dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura. Na mesma linha, o coordenador de Dilma atribuía ao “45” uma mensagem subliminar –45 é o número do PSDB e a idade da emissora.

Ele disse, porém, que suas críticas nada tinham a ver com a campanha de Dilma, mas que foram feitas em caráter pessoal.

Depois da polêmica, a Globo resolveu tirar do ar a campanha. Em nota, a emissora afirma que o filme foi criado em novembro de 2009, quando “não existiam nem candidaturas muito menos slogans”. A página da emissora que mostrava a propaganda também saiu do ar. Quem clica nela recebe a seguinte informação: página não encontrada.

Veja aqui o jingle da Globo

Clique aqui para ler a íntegra no site da Folha

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