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Dr. Rosinha: relator da CPI não é ‘tchuchuca’ nem ‘tigrão’

No portal de notícias G1

O deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) chamou o relator da CPI, Odair Cunha (PT-MG), de “tchuchuca”, ao criticar as perguntas feitas pelo petista ao ex-vereador de Goiás Wladimir Garcez durante reunião da CPI do Cachoeira nesta quinta-feira (24). Apontado como um dos principais auxiliares de Cachoeira, Garcez falou nesta terça na comissão.
Quando o relator faz perguntas sobre a Delta nacional e o governador Agnelo, ele é tchutchuca. Quando pergunta sobre o governador Perillo, ele é tigrão.”
Após Garcez ler um breve depoimento, Odair Cunha fez uma série de perguntas ao ex-vereador sobre o envolvimento da quadrilha de jogo ilegal de Cachoeira com o governador de Goiás, Marconi Perillo, que é do PSDB, e apenas uma pergunta sobre a relação do bicheiro com o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do PT.
Os deputados tucanos Fernando Franchischini (PR) e Carlos Sampaio (SP), então, acusaram o relator da CPI de direcionar as perguntas para prejudicar o governador de Goiás.
“Quando o relator faz perguntas sobre a Delta nacional e o governador Agnelo, ele é tchutchuca. Quando pergunta sobre o governador Perillo, ele é tigrão”, disse Francischini,
Palavras de efeito são para aparecer na mídia.”
Imediatamente, o deputado Dr. Rosinha (PT-PR) saiu em defesa do relator e discutiu asperamente com o tucano. Segundo o petista, alguns parlamentares usam “palavras de efeito” nas sessões abertas da comissão para “aparecer na mídia”. Diante da crítica, Fernando Francischini se colocou de pé e, com dedo em riste, iniciou um bate-boca com Dr. Rosinha.
“Não admito que alguém me diga que eu não tenho moral para criticar o relator. Um relator que é tchuchuca quando a questão envolve o PT, e é tigrão quando envolve o PSDB. Fiquei de pé para mostrar minha indignação”, explicou Francischini após a discussão.

Beba na fonte: G1 – Deputado diz que relator age como ‘tchuchuca’ ou ‘tigrão’ na CPI – notícias em Política.

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4 comments

Jotavê 25/05/2012 at 07:22

A atitude dos deputados, protegendo pessoas de seus partidos, não difere em nada da atitude de vocês, da imprensa, que blindaram Policarpo Jr., e deixaram claríssimo a intelectuais como Demétrio Magnolli que ele pode voltar a ter o espaço que tinha na mídia até há bem pouco tempo caso se enquadre na “linha justa”, e diga aquilo que “deve” ser dito em ocasiões como esta.

Já são sete da matina, Fábio. Hora da oração matinal. Repita comigo aquele sábio bordão: “Lula não sabia de nada”. Para que o mantra tenha efeito máximo, melhor repeti-lo tendo sob os olhos a revista Veja na qual Demóstenes Torres aparece na capa, fantasiado de Aramis. Sabe como é… O que os olhos não vêem, o coração não sente.

Lula não sabia de nada. Policarpo Jr. tampouco. Ele jamais poderia desconfiar que Demóstenes Torres fazia parte da quadrilha que há cinco anos lhe servia de informante. Levou um susto danado quando soube, coitado. Aquilo foi mesmo de cair o queixo…

Lula também. A exemplo do czar naturalista, quando lhe disseram que também se caçam borboletas e andorinhas, ficou muito espantado e achou uma barbaridade.

Não sabia de nada, Fábio. Não sabia de nada.

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Flávio Furtado de Farias 24/05/2012 at 16:14

Pannunzio, procurei notícias na internet sobre a CPI DO INCÊNDIO EM FAVELAS, que segundo informação do portal da Câmara de São Paulo seria realizada hoje. Não encontrei nada. Liguei para a Câmara dos Vereadores em São Paulo e fui informado que a sessão na verdade está marcada para dia 30 de maio (diferente do que é informado no site).
Assim, reforço o pedido de que nos traga notícias desta CPI.
grato,

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Fábio Pannunzio 24/05/2012 at 20:09

Vou tentar postar alguma coisa sobre o assunto. Mas não posso garantir, professor, porque preciso ganhar a vida como repórter da Band — e isso sim, consome meus dias. Mas vou tentar contemplá-lo e encontrar um tempo para trabalhar esse assunto.

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Flávio Furtado de Farias 24/05/2012 at 23:31

Eu entendo sim, Pannunzio. E acompanho seu trabalho na Band e BandNews. Especialmente o canal livre, mas também outros.
Eu trabalho geralmente entre 18:00 e 22:00 horas e moro em uma cidade em que inexiste problemas como trânsito. Não se perde tempo com deslocamento. Uma maravilha. Litoral do Piauí.
Mas, acredito que na própria Band, algum dos colegas talvez esteja acompanhando esta questão e possa te passar informações por e-mail.

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