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Filipe Martins fez o gesto supremacista duas vezes, não apenas uma, como se pensava até agora.

Ao contrário do que se pensava até agora, o assessor internacional da Presidência da República Filipe Martins fez dois, e não apenas um gesto neonazista no último dia 24 de março durante uma sessão do Senado Federal.

O assessor do capitão Jair Bolsonaro estava sentado bem atrás do Presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, e parecia dialogar no celular com alguém que assistia à sessão pela internet.

Filipe Martins fez o gesto segregacionista pela primeira vez aos dois minutos da transmissão. Foi um gesto nitidamente envergonhado. O assessor internacional do Presidente tinha os dedos dobrados, numa posição que denotava timidez ou receio, e pode não ter sido entendido pelo suposto interlocutor que ele pretendia impressionar com seu ato desrespeitoso.

Ele esperou quatro minutos para tentar novamente. Aos 6’03 da transmissão, repete o gesto, agora com mais autoconfiança e dedos mais abertos.

A reiteração do insulto desmonta a justificativa que o supremacista deu para sua afronta. Ele alegou que apenas arrumava a lapela do paletó, o que absolutamente não é verdade.

Apontado como chefe do Gabinete do Mal, que coordena as ações da milícia digital do bolsonarismo, Felipe Martins tentou intimidar os críticos e os jornalistas com ameaça de processos. Como se vê, a estratégia também se revelou desastrosa.

Apesar da repulsa gerada pelo episódio, Bolsonaro ainda mantém o assessor neonazista empregado na Presidência.

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