Blog do Pannunzio

Destaques dos jornais de hoje – Valor Ecônomico

Tivit negocia com fundo de private equity

Recém-chegada à bolsa, a Tivit negocia com um fundo de participações internacional que pretende ingressar na empresa. O Valor apurou que foi feita uma proposta aos principais acionistas da companhia de tecnologia da informação que prevê o pagamento de R$ 19 por ação. Na sexta-feira, o papel fechou a R$ 16,80, em alta de 6,32%. Na semana passada, acumulou alta de 17%. Após a abertura do capital, em setembro, acionistas – o maior deles é a Votorantim Participações – e administradores firmaram compromisso de não vender as ações que possuírem por seis meses. O prazo acaba neste mês. (págs. 1 e D5)

Corretoras viram alvo de estrangeiros

Bancos estrangeiros e as maiores corretoras do mundo, atraídos pelo crescimento dos negócios com ações e derivativos no Brasil, pretendem fazer aquisições para ingressar no mercado. Esta forma rápida de entrada, porém, está cada vez mais cara. Os donos das corretoras brasileiras perceberam a oportunidade e passaram a pedir preços mais elevados por suas empresas.

Estão à venda ou em busca de parcerias a corretora do português Banif, que contratou o Credit Suisse, e a independente Link, que contratou o Lazard. O GFI, grupo americano de corretagem em derivativos e ações, está em busca de oportunidades no país. Segundo escritórios de advocacia ouvidos pelo Valor, há pelo menos outras duas grandes corretoras globais interessadas em negócios no Brasil. Também sondam esse mercado o banco francês BNP Paribas, o português Caixa Geral de Depósitos e o sul-africano com capital chinês Standard Bank. (págs. 1 e C1)

A decadência do petróleo argentino

Enquanto o Brasil faz planos ousados para explorar o pré-sal, a Argentina enfrenta a derrocada de sua indústria petrolífera e luta para manter sua histórica autossuficiência. O declínio é explicado não só pelo tabelamento de preços para a produção, segundo especialistas, mas também pelo esgotamento das jazidas.

A produção de petróleo cai há oito anos seguidos. No caso do gás natural, as reservas comprovadas caíram quase 50% em uma década e durariam só mais oito anos com o ritmo de exploração atual.

Do lado da oferta, o número de novas perfurações diminuiu de 75 em 1998 para 54 dez anos depois. Do lado da demanda, a pressão é crescente. Aquecida, a indústria automobilística coloca 500 mil novos veículos por ano na frota do país, elevando o consumo de combustíveis, enquanto o acelerado crescimento da economia após a quebra de 2001-2002 sobrecarrega a matriz energética, composta em 90% por petróleo e gás. (págs. 1 e A14)

Juiz João Gandini mobiliza Ribeirão Preto e tenta acabar com as 34 favelas da cidade (págs. 1 e A20)

A força da indústria

Aparentemente sem o peso político de algumas décadas atrás, o lobby da indústria ainda mostra resultados significativos, especialmente no Congresso Nacional. (págs. 1 e A14)

Mercados ampliados

América Latina, Ásia e Oriente Médio garantiram o aumento das exportações brasileiras neste início do ano, com o crescimento das vendas acima da média geral, de 21,3%. (págs. 1 e A9)

Alternativas de mercado

Maior fabricante de cigarros do país, a Souza Cruz busca alternativas para driblar a queda nas vendas com novos produtos, entre eles charutos e cigarrilhas. (págs. 1 e B4)

Ferrovia Oeste-Leste

O governo federal divulga na sexta-feira o edital da ferrovia Oeste-Leste, investimento estimado em R$ 6 bilhões entre Tocantins e o litoral baiano. (págs. 1 e B8)

Avanço das máquinas

Recuperação da economia e melhora do cenário para a produção agrícola na Região Centro-Oeste animaram os fabricantes de máquinas. A região deve responder por 15% do mercado em 2010, ante os 9% do no passado. (págs. 1 e B12)

Telebrás no Ibovespa

Dez anos depois, a Telebrás poderá voltar a integrar o Índice Bovespa, resultado do aumento de liquidez do papel, com a possibilidade de reativação da empresa no plano Nacional da Banda Larga. (págs. 1 , D1 e D2)

Ideias
Sergio Leo: crise no Oriente Médio não se resolve com uma boa conversa. (págs. 1 e A2)

Ideias
Jairo Saddi: Comitê da Basileia tenta mirar o alvo correto. (págs. 1 e A19)

Ideias
Bernardo Figueiredo: licitação de transporte terá bases sólidas. (págs. 1 e A18)

Ideias
Leszek Balcerowicz: avaliação pública da crise é vital para sair dela. (págs. 1 e A19)

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