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Destaques dos jornais de hoje – Valor Ecônomico

CVM prepara norma para ofertas hostis
Inspirada pela recente disputa pelo controle da empresa de telefonia GVT, em que o grupo francês Vivendi derrotou a espanhola Telefônica de maneira surpreendente, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) preparou um pacote de normas para as chamadas ofertas hostis de aquisição de companhias. São operações típicas de mercados com alto índice de dispersão das ações, como EUA e Inglaterra.

Deverão ser adotadas regras detalhadas para os casos em que houver disputa por uma empresa, a fim de impedir interferências durante o leilão, estabelecer quais informações os interessados deverão fornecer ao mercado e obrigar a direção da companhia que for alvo de uma oferta a se posicionar sobre o negócio, como é praxe em outros países. A minuta da norma, que será levada a consulta pública, já está praticamente pronta. O texto recebeu aprovação do colegiado da autarquia no dia 2 de março. (págs. 1 e D1)

Foto legenda: Prato de resistência
A exploração de nichos como minas e plataformas de petróleo ajuda a Sodexo, de refeições coletivas, a prever alta de 20% na receita este ano, diz seu presidente, Bruno Dias. (págs. 1 e B1)

Sindicatos articulam protestos contra Serra
Os principais sindicatos de São Paulo nas áreas de Educação, Saúde e Segurança vão intensificar os protestos e greves até a desincompatibilização do governador do Estado, José Serra (PSDB). Eles pressionam por aumento salarial, reajuste do vale-alimentação e alteração no plano de carreira. A maioria das entidades é vinculada à CUT, PSOL e PSTU.

O governo compromete 41,2% da receita com pessoal, abaixo do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, de 46,5%. “Preferimos investir em obras que poderão ser usadas por toda sociedade”, diz o secretário de Administração, Sidney Beraldo. Para ele, as greves têm o objetivo de “prejudicar a campanha de Serra à Presidência”. (págs. 1 e A14)

Autarquia fecha acordos no caso Centrus
A Comissão de Valores Mobiliários fechou cinco acordos, no valor de R$ 862 mil, com acusados de terem realizado operações com o fundo de pensão do Banco Central (Centrus), que teriam causado prejuízo de R$ 57,119 milhões à instituição, em negócios com opções, ações e contratos futuros de Índice Bovespa. A autarquia rejeitou cinco outras propostas de acordo. Entre os supostos beneficiados estavam o Banco Pactual (hoje BTG Pactual), Merrill Lynch, Fator Corretora e Opportunity Asset. (págs. 1 e D3)

OMC condena subsídio à Bombardier e abre espaço para ação da Embraer (págs. 1 e A11)

Copel negocia com a Previ compra de uma participação na Celesc, diz Rubens Ghilardi (págs. 1 e D5)

Progresso lento
Alvo de políticas públicas desde 2005, a cadeia de produção de chips no país começa a avançar, mas a produção de semicondutores continua a ser feita no exterior por falta de estrutura. (págs. 1 e B3)

Batalha da Pampulha
Em rota de colisão com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, afirma que não permitirá a reabertura do aeroporto da Pampulha para aviões de grande porte. (págs. 1 e B4)

McDonald’s foca N/NE
A operação brasileira da rede de lanchonetes McDonald’s cresceu 4,8% no ano passado, metade da expansão média na América Latina. O foco na abertura de lojas no país será no Norte e no Nordeste. (págs. 1 e B4)

Retomada hoteleira
O faturamento dos hotéis de luxo associados à The Leading Hotels of the World, entidade que reúne 450 empreendimentos no mundo, caiu 30% em 2009. Aposta é crescer 15% neste ano, principalmente em mercados como o Brasil. (págs. 1 e B5)

Avanço da construção
As vendas de materiais de construção, deflacionadas, cresceram 19% em fevereiro ante igual mês de 2009 – foi o quarto mês consecutivo de alta, após 12 meses de quedas. Frente a janeiro, o recuo foi de 4,15%. (págs. 1 e B6)

Crédito mais caro
Dados do Banco Central mostram que os juros para as empresas já começaram a subir, em resposta à expectativa de alta da Selic e à recomposição dos compulsórios. (págs. 1 e C3)

Ideias
Martin Wolf: Alemanha deve fazer seu papel no reequilíbrio global. (págs. 1 e A13)

Ideias
Cristiano Romero: Banco do Brasil reduz seu custo de captação. (págs. 1 e A2)

Ideias
Rosângela Bittar: votos no terceiro mandato se transferem a Dilma. (págs. 1 e A10)

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