Blog do Pannunzio

Destaques dos jornais de hoje – Valor Econômico

Foto legenda: Com asas nos pés
A alta da demanda faz a TAM elevar investimentos na frota para US$ 800 milhões neste ano, diz Líbano Barroso. Ele testa em voo internacional tarifa maior por assento mais confortável. (págs. 1 e B5)

Parmalat reduz multa de R$ 14 bi

Parmalat conseguiu reduzir de R$ 14 bilhões para R$ 12 milhões uma autuação aplicada em 1999 pela Receita Federal, referente ao pagamento de IR, CSLL, PIS e Cofins. A revisão do valor bilionário foi concedida pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), instância administrativa para a qual os contribuintes podem recorrer de multas fiscais. Trata-se do maior auto de infração de que se tem notícia em relação ao faturamento de uma empresa. Na época, a companhia – hoje em recuperação judicial – estava em concordata e registrou faturamento de R$ 1,4 bilhão. A discussão vinha causando problemas práticos para a Laep, controladora da empresa, como na venda de bens. (págs. 1 e E1)

A recente crise global pode ser chamada de Grande Recessão?

O presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, a chama de “pior crise financeira da história moderna”. Seu antecessor, Alan Greenspan, diz que foi “a mais virulenta crise financeira mundial de todos os tempos”. A recessão resultante foi mais longa e profunda que qualquer outra que os EUA tenham vivido desde a Segunda Guerra Mundial. Mas será que ela merece o pesado epíteto de “Grande Recessão” que parece estar adquirindo? “Grande” é uma palavra de peso, uma marca de enorme significado histórico. A Primeira Guerra Mundial foi a Grande Guerra até que houve a segunda.

A Grande Depressão da década de 30 certamente merece o nome. A produção industrial caiu 45% entre 1929 e 1932. A recente recessão durou 18 meses, mais que qualquer outra no pós-guerra. A produção industrial caiu 16%, muito mais do que em qualquer recessão depois da Depressão. “Está bem claro que esta é a mais severa recessão do pós-guerra”, diz Mark Watson, de Princeton. Mas “grandeza”, acrescenta, implica algo mais que “severo”. (págs. 1 e A13)

Corretora ajuda investidor em ações a pagar IR

Corretoras estão investindo em ferramentas para auxiliar os investidores em ações a recolher o Imposto de Renda e a preencher a declaração anual. A Receita tem apertado os controles sobre o IR da pessoa física e a fiscalização recai cada vez mais sobre aplicadores em bolsa. Muitos acham que as corretoras são responsáveis por recolher o imposto, mas a apuração do tributo, que é mensal, deve ser feita pelo investidor. (págs. 1, D1 e D2)

Cuba quer ressuscitar açúcar

Governo cubano reorganiza a outrora próspera indústria açucareira da ilha para tentar recuperar sua produção, inclusive com investimentos estrangeiros. (págs. 1 e A12)

OSI mira o Brasil

A OSI Systems, fabricante americana de equipamentos para segurança, saúde e componentes eletrônicos, abre escritório em São Paulo e avalia a produção local, com fábrica própria ou por meio de aquisição. (págs. 1 e B3)

Receita de sucesso

Para encarar um ano de crise, a BFK – que detém as redes Bob’s, KFC, Pizza Hut São Paulo e Doggis – reformulou a gestão e viu o lucro operacional crescer mais de 100% em 2009. Neste ano, vai abrir mais 200 lojas, com destaque para o Bob’s, diz Antonio Detsi. (págs. 1 e B6)

Merck estuda fechar fábrica

Como parte do processo de união com a Schering-Plough, a Merck Sharp & Dolune deve definir nos próximos meses o fechamento de uma de suas seis fábricas no Brasil, provavelmente na área de saúde animal. (págs. 1 e B7)

Suzano foca a China

A Suzano Papel e Celulose prepara-se para aumentar as vendas ao mercado chinês, com site em mandarim e executivos treinados especialmente para a tarefa. Em 2014, a China deverá responder por 60% das vendas. (págs. 1 e B8)

Uberaba vence disputa
Durante evento com empresários em Belo Horizonte, o vice-presidente, José Alencar, confirmou a construção de uma fábrica de amônia da Petrobras em Uberaba (MG). (págs. 1 e B11)

Novo recorde no campo

As políticas de apoio à comercialização da safra passada, a queda no preço dos insumos, o aumento da área de soja, o clima favorável e o crescimento da produção de milho de inverno vão garantir ao país uma colheita recorde neste ano. (págs. 1 e B12)

Financiamento de automóveis

Enquanto os grandes bancos andaram de lado no financiamento de automóveis no ano passado, os bancos ligados a montadoras ampliaram suas carteiras em 30%, na média. O estoque chegou a R$ 44 bilhões. (págs. 1 e C1)

Ideias
José Roberto Campos: montadoras enfrentam dura reorganização no mercado mundial de automóveis. (págs. 1 e A2)

Ideias
Carlos Lessa: discursos ideológicos para tolher o crescimento. (págs. 1 e A14)

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