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Destaques dos jornais de hoje – Valor Econômico

Foto legenda: Reabilitação em andamento
A falta de capital de giro dificulta a retomada dos negócios pela Agrenco, em recuperação judicial desde outubro de 2008. Mas seu novo presidente, Valdenir Soares, está otimista: “É possível dizer que a entrada em operação da Agrenco não é mais apenas um plano, é uma realidade”. (Págs. 1 e B14)

Para os EUA, auditoria falha no Brasil

Especialistas americanos identificaram “falhas” em trabalhos de auditoria feitos pela Deloitte no Brasil. Foi a primeira inspeção no país do Conselho de Supervisão de Contabilidade de Companhias Abertas, criado em 2002, depois de escândalos empresariais. As outras grandes do setor – PwC, KPMG e Ernst & Young – também foram avaliadas, mas os resultados não foram divulgados. Procurada pelo Valor, a Deloitte contestou as observações, alegando que se tratam de “julgamentos profissionais”. (Págs. 1 e D4)

O dinheiro que não rola nos campos da Copa do Mundo
Tempo é dinheiro, e essa é uma medida a ser também aplicada a uma das melhores diversões do planeta, a Copa do Mundo, que começa amanhã. Estima-se que pelo menos 1 bilhão de pessoas assistirão aos jogos, o que, para os economistas, significa que um número muito grande de pessoas não estará produzindo nada. O International Institute for Management Development, de Lausanne (Suíça), abriu um debate sobre se as empresas deveriam ou não parar o trabalho para que seus funcionários vejam a Copa.
Os argumentos a favor, do pesquisador Karsten Jonsen, seguem o bom senso, o politicamente correto e são respeitáveis. Os contrários, de Willem Smit, são antipáticos, mas interessantes. Ele fez as contas e concluiu que alegrias e tristezas da Copa subtrairão US$ 10,4 bilhões à produção dos 32 países participantes, em uma hipótese realista. Detalhe: as contas de Smit não levam em conta a última fase da Copa, a mais emocionante, mas apenas os primeiros 48 jogos. (Págs. 1 e A2)

Autopeça importada abre disputa

O governo terá de tomar uma decisão difícil sobre o redutor de 40% aplicado na tarifa de importação de autopeças há 11 anos. Os fabricantes nacionais e os representantes dos metalúrgicos do ABC querem o fim do redutor para proteger a indústria e os empregos locais. As montadoras, por sua vez, ameaçam até transferir linhas para a Argentina se não puderem contar mais com incentivos para importar componentes. Uma queda de braço está em curso nos bastidores da equipe econômica. (Págs. 1 e A4)

A partir do Brasil, GlaxoSmithKline reduz preços de remédios nos países emergentes (Págs. 1 e B8)

Copom eleva Selic em 0,75 ponto percentual, para 10,25% ao ano (Págs. 1 e C2)

Preservação ambiental
Estudo que será divulgado hoje pelo Imazon mostra que a repressão ao comércio ilegal, a crise internacional e a substituição de materiais na construção reduziram a atividade madeireira na Amazônia. (Págs. 1 e A2)

STF adia decisão sobre quintos
Pedido de vista suspende julgamento de “esqueleto” bilionário no Supremo Tribunal Federal, mas questão processual tende a favorecer reivindicação de servidores. (Págs. 1 e A5)

Serviços ainda puxam inflação
Depois de quatro meses em alta, os preços dos alimentos desaceleram e o IPCA encerrou maio com elevação de 0,43%, ante 0,57% em abril, mas o setor de serviços ainda pressiona. Em 12 meses, a alta é de 6,8%. (Págs. 1 e A16)

Consumidor paga o pato
Disputas sobre patentes entre fabricantes de smartphones podem chegar à Justiça dos EUA e elevar os preços dos celulares para o consumidor. (Págs. 1 e B2)

Leilão de transmissão
Leilão de linhas de transmissão, marcado para amanhã, deverá contar com empresas espanholas, apesar da crise na Europa que levou à venda de ativos no Brasil. (Págs. 1 e B9)

Transgênico de segunda geração
Quatro anos após ser lançado nos EUA, o milho transgênico de segunda geração da Monsanto chega ao Brasil a partir da safra de verão, com plantio em outubro. (Págs. 1 e B14)

Bolsa dribla a Copa
Na primeira Copa do Mundo após a união das bolsas brasileiras, a BM&FBovespa decidiu que não vai interromper as operações durante os jogos da seleção brasileira. (Págs. 1 e C5)

Ideias
Javier Santiso
Grandes eventos esportivos na África e no Brasil apontam para uma era de prosperidade para os emergentes. (Págs. 1 e A15)

Ideias
Fábio Wanderley Reis
Papel do Brasil no acordo com o Irã mostra que multipolaridade favorece uma política internacional mais responsável. (Págs. 1 e A15)

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