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Destaques dos jornais de hoje – O Globo

O fim (definitivo) da era Dunga
Brasil só joga um tempo e, desequilibrado, dá um adeus melancólico ao sonho do hexa

A seleção brasileira deu adeus ontem de forma melancólica à Copa. A exemplo de 2006, foi eliminada nas quartas de final, ao perder para a Holanda por 2 a 1, em Port Elizabeth. Em seu melhor primeiro tempo do Mundial, abriu 1 a 0, com belo gol de Robinho, mas desperdiçou todas as chances de aumentar a vantagem e liquidar a partida. No segundo tempo, um gol contra de Felipe Melo, em falha com Júlio César, aos 8 minutos, mudou tudo. O time se desequilibrou, à imagem de seu comandante, Dunga, que esmurrava a armação de ferro do banco de reservas, em desespero. Símbolo do descontrole, Felipe Melo foi expulso ao pisar em Robben e acabou com qualquer chance de reação. O time pôs fim ao sonho do hexa colérico, sem brilho e sem representar o autêntico futebol brasileiro. Com a cara de Dunga.

E a volta de Felipão (o técnico que não tem medo de craque)

A volta de Luiz Felipe Scolari ao cargo de técnico da seleção para a Copa de 2014 é dada como favas contadas dentro da CBF. Treinador vitorioso, que sabe tirar o máximo dos craques, com rigor, mas também educação, Filipão é visto como a pessoa capaz de levar o Brasil ao hexa, por ser um meio termo entre a passividade de Parreira em 2006 e os impulsos ditatoriais de Dunga. “A Copa que não posso perder é a de 2014, no Brasil”, já afirmou, algumas vezes, o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, candidato à presidência da Fifa. (Pág. 1)

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