Gabriela Guerreiro – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os dois candidatos que chegaram à reta final na corrida presidencial têm uma... Lula, Dilma e Serra devem R$ 114,5 mil à Justiça Eleitoral

Gabriela Guerreiro –

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os dois candidatos que chegaram à reta final na corrida presidencial têm uma dívida de R$ 114,5 mil com a Justiça Eleitoral.

O valor representa as multas aplicadas a Lula, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) durante a campanha que ainda não foram quitadas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Balanço do tribunal encaminhado à Folha mostra que Lula está devendo R$ 47,5 mil à Justiça Eleitoral, seguido por Dilma, com uma dívida de R$ 37 mil, e do tucano, com outros R$ 30 mil.

Os três receberam 27 multas, que somam R$ 170,5 mil, a maioria por propaganda eleitoral antecipada. A exceção é Lula, multado por atividades de campanha em eventos do governo federal.

O atraso no pagamento das multas é consequência dos recursos apresentados ao TSE pelas equipes jurídicas das campanhas. Com isso, os três ganham tempo e ainda podem reverter a penalidade quando for analisada pelo plenário do tribunal.

Até hoje, o presidente Lula ainda tenta anular uma multa de R$ 900 mil aplicada pelo TSE na campanha de 2006 por propaganda irregular.

Se o tribunal decidir pelo pagamento das multas, os três terão o prazo de 30 dias para quitá-las. Do contrário, serão cobrados pela Procuradoria da Fazenda e perdem a certidão de “quites” com a Justiça Eleitoral.

Serra já pagou quatro das multas recebidas neste ano, que somam R$ 40 mil. Dilma quitou apenas R$ 16 mil e o presidente ainda não desembolsou nenhum centavo.

Lula recebeu multas após ter a participação criticada na campanha. A oposição reclamou do uso da máquina pelo presidente, que também recebeu críticas de aliados.

Para o advogado do PSDB, Eduardo Alckmin, o TSE teve uma atuação coerente na campanha. “O TSE estabeleceu uma linha e a seguiu em todo processo eleitoral. Foi uma atuação equilibrada que procurou coibir abusos dos dois lados.”

Clique aqui para ler a íntegra no site da Folha

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