Servidor do DF cobra R$ 1,3 bi em reajustes O governador eleito Agnelo Queiroz assume o cargo em 17 dias com uma forte pressão... Destaques dos jornais de hoje – Correio Braziliense

Servidor do DF cobra R$ 1,3 bi em reajustes
O governador eleito Agnelo Queiroz assume o cargo em 17 dias com uma forte pressão por aumentos salariais. O projeto de lei orçamentária a ser analisado na Câmara Legislativa contempla acordos negociados e emendas defendidas por diversas categorias. Os professores pedem R$ 500 milhões a mais no contracheque. (Págs. 1 e 28)

Basta à farra dos distritais
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, recomendou ao STF que confirme a proibição à Câmara Legislativa de manter gastos de pessoal acima do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Na avaliação de Gurgel, o abuso nas contratações põe em risco o patrimônio público. (Págs. 1 e 27)

Novo secretário: Escolhido o xerife do cofre de Agnelo
O governador eleito anunciou Valdir Moysés Simão, auditor da Receita Federal e atual presidente do INSS, como seu secretário de Fazenda. Simão chega ao GDF com o aval do ministro Guido Mantega. Ontem, a Câmara Legislativa aprovou a indicação de Rogério Leite Chaves como procurador-geral. (Págs. 1 e 26)

Dilma faz os últimos ajustes
Após receber cartas de apoio — “Faça por nós, mulheres, o que os outros não fizeram” — no aniversário de 63 anos, a presidente define as últimas pastas da Esplanada. No Congresso, Marco Maia será o candidato do PT à Presidência da Câmara. (Págs. 1 e 2 a 4)

Pandora: Bandarra, agora,luta contra a demissão
Afastado de suas funções pelo Conselho Nacional do Ministério Público, com a promotora Deborah Guerner, Leonardo Bandarra terá que provar a inocência para manter-se na carreira. Denunciados por vários crimes, eles poderão perder o cargo e o salário de R$ 24,5 mil. (Págs. 1 e 25)

Certidões virão em papel-moeda (Págs. 1 e 10)

Nunca se pagou tanto imposto
O Leão já tirou, em média, R$ 700 de cada trabalhador brasileiro este ano. A arrecadação chegou a R$ 16,404 bilhões, um recorde histórico. (Págs. 1 e 12)

Mães e bebês abandonados
O Brasil está longe de cumprir as metas da ONU para as mortalidades materna e infantil. E terá dificuldades para alcançá-las, problema antecipado pelo Correio. (Págs. 1, 8 e 9)



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