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Outro lado: Policiais sempre negaram abuso durante revista

Na investigação anterior para apurar um suposto abuso de autoridade contra a ex-escrivã V.F.S.L., os delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves sempre negaram excessos durante a busca pelos R$ 200 que ela teria cobrado de propina.

Os dois policiais sustentaram que o vídeo da operação policial contra V. mostra exatamente, ao longo de quase 45 minutos, as tentativas de que ela se deixasse revistar sem o uso da força.

A então escrivã foi algemada e, somente quando revistada pelos policiais da corregedoria, é que as quatro notas de R$ 50 são localizadas por eles em sua calcinha.

Quando falou à corregedoria na investigação contra os policiais pelo suposto abuso contra V., o promotor Everton Zanella disse que despir a então escrivã foi consequência do transcorrer da operação policial contra ela.

A Folha tentou ontem, mas não localizou os delegados Carvalho Filho, Gonçalves, Renzo Santi Barbin e Emílio Antonio Pascoal.

via Folha de S.Paulo – Outro lado: Policiais sempre negaram abuso durante revista – 22/02/2011.

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Fábio Pannunzio

3 comments

Efigênia 28/02/2011 at 21:26

Gostaria que fosse o rosto (e as demais partes do corpo) de sua mãe, irmã, mulher ou filha que mostrassem para o mundo. Que tal. Gostou da sugestão? Leve-as até o mesmo Distrito Policial, com os mesmos policiais ali presentes e o seu desejo será realizado.

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eduardo gomes 26/02/2011 at 13:23

Foi encontrado dentro da calcinha dela, eu ainda fico em dúvidas, pois quando a roupa dela é arrancada a força pela policia, a camera passa por traz de uma policial, e quando a camera mostra de novo a escrivã no chão, as notas já estam nas mãos do delegado, então deixou dúvidas sobre se realmente as notas estavam lá de verdade, o que pareceu é que a camera passou por de traz da policial de propósito, é o que daria tempo para o delegado plantar o dinheiro nas roupas da escrivã e assim aparecer com elas nas mãos e assim poder dar um flagrante.

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Deborah 24/02/2011 at 16:23

É por isso que eu encaminhei uma reclamação ao Corregedor Geral do CNMP e tb à Corregedoria do MP de São Paulo. O promotor está quietinho, ninguém se manifesta sobre as atitudes "legais", "moderadas", com um "pouco de excesso" que tomaram.

O promotor tb tem que ser punido. Não cumpriu o papel que a Constituição lhe atribui de dar soluções adequadas e não absurdas.

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