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Obama promete trabalhar em conjunto com Brasil e outros países pela reforma da ONU

Dilma e Obama entraram na sala de briefing do Planalto com 54 minutos de atraso para uma declação à imprensa — sem perguntas. Dilma afirmou os povos do Brasil e dos EUA ergueram as duas maiores democracias do continente. E elegeram um negro e uma mulher para govrná-las. E não se esqueceu de Lula. Disse que ele trouxe para a cidadania milhares de homens e mulheres que se encontravam abaixo da linha da pobreza. Obama, segundo Dilma, encontra o País em seu momento de entusiasmo econômico.

Entre os desafios, ressaltou  que seu governo está tentando garantir um longo período de prosperidade. Ela disse que se comprometeu com a construção de uma sociedade de renda média. E um ambiente que favoreça a empreendedorismo. “Daremos os passos necessários para ocupar nosso lugar entre as Nações com desenvolvimento pleno”, declarou a presidente, que  também elogiou os esforços do governo americano para forçar o soerguimento da economia.

Mas não foram apenas amenidades protolares que marcaram as duas primeiras manifestações dos chefes de Estado mais importantes da América. Dilma criticou o protecionismo dos EUA. “Para nós é fundamental que sejam removidas as barrerias que se erguem contran ossos produtos”, afirmou, citando vários ítens da pauta de exportações que ainda sofrem restrições de acesso ao mercado americano.

As duas maiores mudanças de posição se deram no campo da geopolítica global. Sobra a ampliação do Conselho de Segurança da ONU, Dilma disse que a pretensão do Brasil nem é a de ocupar uma das cadeiras, e sim a de ver a reestruturação da entidade efetivada.

Obama, por sua vez, agradeceu em portugues a hospitalidade. “Esta é minha primeira visita à Amércia do Sul. O Brasil é a minha primeira escala.  O presidente dos EUA elogiou a redução da pobreza e a consolidação da democracia e da economia. “O Brasil é um líder global”, afirmou.

Esga visita é uma oportunidade de aprimorar os laços de colaboração entre o Brasil e os EUA”, disse Obama, que prometeu trabalhar conjuntamente com o Brasil e outras nações pela reforma de entidades como a ONU.

Derrotado na pretensão de ver Chicago, sua base eleitoral, sediando a Olimpíada de 2016, admitiu, em tom de blague, que era difícil para ele elogiar a realização dos dois maiores eventos desportivos do planeta aqui. O outro evento é a Copa de 2010. O futebol não está entre os esportes populares norte-americanos.

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