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O doce vai para Paulo Henrique Amorim. Acertou em cheio o nome do autor do texto de Veja que só não chamou Médici de bonito

Vários leitores do Blog acertaram o nome do autor da “Carta ao Leitor” da edição 95 de Veja. Oliveira Neto, Cláudio e Álvaro foram os primeiros. Mas o doce prometido no post “Imprensa Golpista: quem, afinal, apoiou a ditadura militar brasileira ?” vai para o ínclito Paulo Henrique Amorim. Em seu blog, o apresentador do bispo Edir Macedo afirmou hoje (clique aqui e aumente a audiência do site dele se quiser beber na fonte):

“Como é conhecimento do mundo mineral, quem fez a Veja, quando podia ser lida, foi o Mino Carta. O Robert(o) [Civita, dono daEditora Abril] lia a Veja na segunda feira, depois de impressa, porque o Mino não deixava ele dar palpite ANTES de a revista rodar”.

Com a assertividade habitual, Paulo Henrique Amorim cumpre um importante papel histórico: o de estabelecer de quem era a responsabilidade pela linha editorial da revista nos Anos de Chumbo. O testemunho do blogueiro não pode ser desprezado. Na época, ele era um dos editores de Veja. Portanto, pelo menos desta vez, PHA fala sobre o que viu e viveu.

Publico daqui a pouco a reportagem à qual a Carta de Mino remete. E um texto histórico. Só não chama o general Emílio Garrastazu Médici de bonito. Mas enaltece sua obra — e até o emblema fascista “Ame-o ou Deixe-o”, que acabava de se transformar no mantra dos milicos, torturadores e sabujos do pior ditador brasileiro.

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