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PAC-2 prevê investimentos de R$ 1,5 trilhão

Gustavo Paul

A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) prevê investimentos totais de R$ 1,590 trilhão a partir de 2011. Pela planilha apresentada nesta segunda-feira pela Casa Civil serão investidos entre 2011 e 2014 R$ 958,9 bilhões. A partir de 2014 a previsão de investimentos passa a ser R$ 631,6 bilhões. A maior parte dos investimentos será na área de energia que irá consumir a partir de 2011 R$ 1,92 trilhão, dos quais R$ 465,5 bilhões entre 2011 e 2014 e R$ 627,1 bilhões a partir de 2014.

O PAC-2 prevê ainda R$ 278,2 bilhões para o Programa “Minha Casa Minha Vida” entre 2011 e 2014. Outros R$ 109 bilhões serão gastos na área de transporte. A planilha também prevê R$ 57,1 bilhões no programa “Cidade Melhor”, com investimentos em obras de saneamento, prevenção em área de risco, mobilidade urbana e pavimentação; outros R$ 23 bilhões irão para o programa “Comunidade Cidadã”, que prevê obras de pronto atendimento de saúde, unidades básicas de saúde, creches, pré-escolas, quadras esportivas nas escolas, praças e postos de polícia comunitária.

Também constam no PAC-2 investimento de R$ 30,6 bilhões que irão para o programa “Luz Para Todos”, abastecimento de água em áreas urbanas e recursos hídricos.

Ações sociais do PAC-2 estão voltadas às periferias dos centros urbanos

A segunda fase do PAC prevê diversas ações de integração de comunidades, com foco nas periferias dos grandes centros urbanos. Serão 10.116 quadras poliesportivas em escolas, a um custo de R$ 4,1 bilhões; 800 praças, a um custo de R$ 1,6 bilhão; 2.883 postos de polícia comunitária, orçados em R$ 1,6 bilhão; 500 unidades de pronto-atendimento (UPAs, em saúde), a R$ 2,6 bilhões; 8.694 unidades básicas de saúde, que custarão R$ 5,5 bilhão; 6 mil creches e pré-escolas, a um custo de R$ 6,7 bilhões.

Já na segunda etapa do programa habitacional “Minha Casa Minha Vida”, estão previstos R$ 71,7 bilhões, em recursos orçamentários e do FGTS, para o financiamento de 2 milhões de moradias, 60% dos quais voltados a famílias com renda até R$ 1.395. Outros R$ 176 bilhões virão de financiamentos habitacionais com recursos da poupança.

Haverá ainda R$ 30,5 bilhões para transformação de favelas em bairros populares, dos quais R$ 27 bilhões com recursos do Orçamento.

Clique aqui para ler a íntegra no site do O Globo

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